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# Defesa de tese de mestrado - tipo, eu a falar sobre cenas e os gajos a chatearem bué :p
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Terça-feira, Fevereiro 09, 2010
Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010
Her feet lift off the ground!
Vêem como ela levita mesmo?
Ana, durante uma sessão de Yoga do Riso (mais info sobre as sessões em Lisboa aqui).
E não percam de vista o projecto A Casa da Felicidade! Há surpresas prestes a acontecer...
Sábado, Fevereiro 06, 2010
Margens
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<margini>, cinema da un’Italia inedita.
De 9 de Fevereiro (próx. 3.ª feira), a 4 de Maio, há cinema italiano para ver. Sempre às 18h30, no Istituto Italiano (metro Rato), entrada livre mediante inscrição prévia.
Tudo isto para fechar em Maio, quando começa a já "mítica" Festa do Cienema Italiano.
(E eu ia jurar que já vi aquela foto nalgum lado. :p)
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<margini>, cinema da un’Italia inedita.
De 9 de Fevereiro (próx. 3.ª feira), a 4 de Maio, há cinema italiano para ver. Sempre às 18h30, no Istituto Italiano (metro Rato), entrada livre mediante inscrição prévia.
Tudo isto para fechar em Maio, quando começa a já "mítica" Festa do Cienema Italiano.
(E eu ia jurar que já vi aquela foto nalgum lado. :p)
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Diálogos imprevistos
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Algures numa mailbox perto de si. E vejam lá se dito assim, na primeira frase, não se percebe muito melhor?
"Com o offshore é bem verdade o que dizes: existe, não se pode meter debaixo do tapete (até porque a mensagem a passar deva ser, entre outras, a de que aquilo não é bom para a malta: tem-se mas paga-se, em transferências :-)"
Ou ainda:
"Então e agora fazem-se acertos numa lei dando implicitamente o offshore como aceite?"
Em resposta à questão inicial:
"Mas confesso-te que me faz muita impressão querer "descontar" o offshore. Se está lá, têm de viver com ele! E há muita gente a lucrar com isso, sim. Agora, se ficarmos toda a vida a fazer de conta que ele não existe..."
Ora nem mais. A reflectir.
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Algures numa mailbox perto de si. E vejam lá se dito assim, na primeira frase, não se percebe muito melhor?
"Com o offshore é bem verdade o que dizes: existe, não se pode meter debaixo do tapete (até porque a mensagem a passar deva ser, entre outras, a de que aquilo não é bom para a malta: tem-se mas paga-se, em transferências :-)"
Ou ainda:
"Então e agora fazem-se acertos numa lei dando implicitamente o offshore como aceite?"
Em resposta à questão inicial:
"Mas confesso-te que me faz muita impressão querer "descontar" o offshore. Se está lá, têm de viver com ele! E há muita gente a lucrar com isso, sim. Agora, se ficarmos toda a vida a fazer de conta que ele não existe..."
Ora nem mais. A reflectir.
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Passos perdidos
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O que vale é que, no meio da sandice geral, há sempre alguém que, noite dentro, está disposto a trocar impressões sobre isto das finanças regionais e tal. Que é como quem diz, afinal não sou só eu a achar que está tudo doido, ou que afinal há mais razão de um dos lados (ainda que esse lado a possa estar fora dos limites da boa fé).
Enfim, é ler o que se escreve por aí. Seremos poucos, é certo (?), mas pelo menos existimos - e não estamos sós. E pronto, great minds think alike, eh eh.
Em suma & jeito de resumo, parece-me que ninguém sai bem na fotografia. Entretanto a bolsa cai e o país afunda. But who cares, anyway?
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O que vale é que, no meio da sandice geral, há sempre alguém que, noite dentro, está disposto a trocar impressões sobre isto das finanças regionais e tal. Que é como quem diz, afinal não sou só eu a achar que está tudo doido, ou que afinal há mais razão de um dos lados (ainda que esse lado a possa estar fora dos limites da boa fé).
Enfim, é ler o que se escreve por aí. Seremos poucos, é certo (?), mas pelo menos existimos - e não estamos sós. E pronto, great minds think alike, eh eh.
Em suma & jeito de resumo, parece-me que ninguém sai bem na fotografia. Entretanto a bolsa cai e o país afunda. But who cares, anyway?
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Terça-feira, Fevereiro 02, 2010
Tell me, how far is this?
Composição sobre fita métrica da Repsol e livro "A State of Affairs".
Agradecemos as instalações gentilmente cedidas pela mesa da cozinha.
(no comments)
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Citando:
Como cansa (...)
Se estamos na luta para ver "beleza" nas pequenas coisas
O "outro lado" está a rastejar por migalhas...
(E oh se há quem faça isto tão bem... pronto, stop, já parei.)
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Citando:
Como cansa (...)
Se estamos na luta para ver "beleza" nas pequenas coisas
O "outro lado" está a rastejar por migalhas...
(E oh se há quem faça isto tão bem... pronto, stop, já parei.)
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Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010
A State of Affairs
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Check.
Eu disse que não perdia pela demora...
(E que belo passeio pela hora de almoço!)
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Check.
Eu disse que não perdia pela demora...
(E que belo passeio pela hora de almoço!)
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Pictures of you
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The Cure,
Pictures of You
Remembering you standing quiet in the rain as
I ran to your heart to be near and we kissed as
the sky fell in
angels so much more than everything oh hold
for the last time then slip away quietly open
my eyes but I never see anything
The Cure,
Pictures of You
Remembering you standing quiet in the rain as
I ran to your heart to be near and we kissed as
the sky fell in
angels so much more than everything oh hold
for the last time then slip away quietly open
my eyes but I never see anything
Domingo, Janeiro 31, 2010
K Fotografia
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Já estava para lá ir há algum tempo, mas o horário da K Galeria (das 9h às 18h de semana, das 14h às 19h ao sábado) digamos que não ajuda.
Hoje foi o dia. Estava perto e já me tinha lembrado disso (embora a companhia não me parecesse a mais entusiasta para este tipo de coisas); quando, no café pós-almoço (tomado pelas 16h, lol) abri o Público e vi esta peça, a coisa estava encaminhada. (Sendo o café tomado na estufa do Jardim do Príncipe Real... enfim, pouca desculpa havia).
A K Galeria é meio escondida (na Rua da Vinha, entre a Rua do Século e a Rua da Rosa, lá nas traseiras), mas muito simpática. A exposição é pequena mas bem interessante.
Pelo meio, ainda me fiquei a roer de não ter levado a carteira comigo, para comprar o livro "A State of Affairs", com o resultado do último grande projecto da Kameraphoto: enviar um fotógrafo para vários jornais do mundo, para cobrirem a cobertura noticiosa que por lá se faz.
Mas não perdem pela demora: eu hei-de lá voltar e aquele livro há-de ser meu. Grrr! :p
Como a minha foto favorita da exposição não está online, aqui fica a do cartaz, em jeito de teaser. A exposição espera-vos, mas só até dia 6 de Fevereiro.

António Pedro Ferreira
Os portugueses em França, depois dos bidonville
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Já estava para lá ir há algum tempo, mas o horário da K Galeria (das 9h às 18h de semana, das 14h às 19h ao sábado) digamos que não ajuda.
Hoje foi o dia. Estava perto e já me tinha lembrado disso (embora a companhia não me parecesse a mais entusiasta para este tipo de coisas); quando, no café pós-almoço (tomado pelas 16h, lol) abri o Público e vi esta peça, a coisa estava encaminhada. (Sendo o café tomado na estufa do Jardim do Príncipe Real... enfim, pouca desculpa havia).
A K Galeria é meio escondida (na Rua da Vinha, entre a Rua do Século e a Rua da Rosa, lá nas traseiras), mas muito simpática. A exposição é pequena mas bem interessante.
Pelo meio, ainda me fiquei a roer de não ter levado a carteira comigo, para comprar o livro "A State of Affairs", com o resultado do último grande projecto da Kameraphoto: enviar um fotógrafo para vários jornais do mundo, para cobrirem a cobertura noticiosa que por lá se faz.
Mas não perdem pela demora: eu hei-de lá voltar e aquele livro há-de ser meu. Grrr! :p
Como a minha foto favorita da exposição não está online, aqui fica a do cartaz, em jeito de teaser. A exposição espera-vos, mas só até dia 6 de Fevereiro.

Os portugueses em França, depois dos bidonville
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ritmos & afins
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Deve haver uma canção que diga
sometimes the best things in life
are the simple things
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Deve haver uma canção que diga
sometimes the best things in life
are the simple things
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Sexta-feira, Janeiro 29, 2010
Post-it (to bear in mind)
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Lisboa é linda (à hora do almoço).
Fotografia sem luz não dá.
& so on. :D
& agora que já há filtros UV para toda a "gente" (safa, q isto de famílias "numerosas" tem que se lhe diga... :s), let's shoot.
Ciaooo!
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Lisboa é linda (à hora do almoço).
Fotografia sem luz não dá.
& so on. :D
& agora que já há filtros UV para toda a "gente" (safa, q isto de famílias "numerosas" tem que se lhe diga... :s), let's shoot.
Ciaooo!
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Quinta-feira, Janeiro 28, 2010
Uma questão de punhos
Ou "Conta-me como foi".
(Uma espécie de) First photo assignment. Mais fotos aqui (clicar para aumentar).
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Terça-feira, Janeiro 26, 2010
Post it (a não esquecer)
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O melhor segredo para a "imunidade" (em sentido literal e metafórico) é andar bem disposto. Nada o pode bater.
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O melhor segredo para a "imunidade" (em sentido literal e metafórico) é andar bem disposto. Nada o pode bater.
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Segunda-feira, Janeiro 25, 2010
Acampar
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Sempre gostei muito deste conceito - quer em sentido literal, quer num mais metafórico.
O segredo: talvez o despojamento. "A bunch of belongings", como dizia o outro, por vezes nem isso. A roupa do corpo, chegar, ficar, depois partir e assim.
O verão (cá por coisas de bagagens e companhias aéreas) foi pródigo nisso. Chegar, sem nada, ficar, o mínimo me bastava. A roupa do corpo, pouco mais (que mais também não tinha, o que me dava imensa vontade de rir - que mais fazer? - e isso também ajudava ao "espírito" da coisa).
[Isto vai ao sabor da pena, but who cares, anyway.]
Quando fui para Veneza foi o mesmo: a bunch of belongings. E mais nada me fez falta, acho eu. De cada vez que me instalei numa casa nova ("minha", por assim dizer), acho que fiz mesmo questão de não levar muitas coisas comigo.
[Bom, mas já estou a "derivar" outra vez.]
O que eu quero dizer é que sabe bem andar (estar?) assim. Estar como estou, ficar quando quero, ter aquilo que tenho no momento e aproveitar. Não depende só de mim e isso pode ser um reverso. Mas vale a pena. Porque andar a pairar é também um modo de ser.
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Sempre gostei muito deste conceito - quer em sentido literal, quer num mais metafórico.
O segredo: talvez o despojamento. "A bunch of belongings", como dizia o outro, por vezes nem isso. A roupa do corpo, chegar, ficar, depois partir e assim.
O verão (cá por coisas de bagagens e companhias aéreas) foi pródigo nisso. Chegar, sem nada, ficar, o mínimo me bastava. A roupa do corpo, pouco mais (que mais também não tinha, o que me dava imensa vontade de rir - que mais fazer? - e isso também ajudava ao "espírito" da coisa).
[Isto vai ao sabor da pena, but who cares, anyway.]
Quando fui para Veneza foi o mesmo: a bunch of belongings. E mais nada me fez falta, acho eu. De cada vez que me instalei numa casa nova ("minha", por assim dizer), acho que fiz mesmo questão de não levar muitas coisas comigo.
[Bom, mas já estou a "derivar" outra vez.]
O que eu quero dizer é que sabe bem andar (estar?) assim. Estar como estou, ficar quando quero, ter aquilo que tenho no momento e aproveitar. Não depende só de mim e isso pode ser um reverso. Mas vale a pena. Porque andar a pairar é também um modo de ser.
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Sexta-feira, Janeiro 22, 2010
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