sábado, novembro 30, 2013
quinta-feira, novembro 28, 2013
quarta-feira, novembro 27, 2013
[put on you running shoes*]
Sapatos (de correr) novos: e não sei se sou eu ou eles, mas os pés até aos pulinhos, e dá uma vontade de sair por aí a correr sem parar.
Sapatos de corda? Quem sabe…
*e nisto de "put on your shoes" só me lembra isto, claro está. :)
segunda-feira, novembro 25, 2013
auto-retrato da blogger enquanto leitora de fundo
De Ásia em Ásia, cheguei aos japoneses e ao Murakami. Foi a voragem.
Começou no "Auto-Retrato do Escritor Enquanto Corredor de Fundo", seguiu para "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol". Veio o After Dark - Os Passageiros da Noite, já estava em espera o Norwegian Wood.
Comecei a lê-lo, tão bem recomendado, e já não deu. Não sei se pelas semanas intensas de papéis (#trabalharquenemumcão), se por ser o quarto Murakami assim devorado de enfiada. E pensei, Este Murakami merece mais. And so I stopped.[Tal como a Nannarella, em que depois de dois meses sem gelados, eis que dióspiro e castanha me parecem uma combinação dos céus, boa demais para existir. And yet. Talvez as coisas grandes mereçam ser apreciadas assim.]
Não havendo Murakami, cumpria haver outro para ler; no entanto, e sendo o autor um grande, cumpria um escritor também. Além disso, a analogia foi óbvia: - Mas há livros sem esta contracapa?A resposta a era só uma: Bolaño!, e foi quase óbvia.
Lembrei outra vez a voragem, de como sabe bem pegar num autor e dissecar aquilo tudo, cada livro como um tijolo - o que no caso do 2666 é praticamente literal.Veio A Pista de Gelo, que adivinho similar a O Terceiro Reich, dizendo a contracapa "que se constrói sobre as linhas características do projeto narrativo de Roberto Bolaño". Ou seja, o escritor de um só livro, o 2666, e que afinal já vai numa resma.
Por falar em Bolaño, e não era bem América Latina que me apetecia, lembrei-me que tenho mais dele on hold. O Nocturno do Chile, que me foi abandonado à porta anos atrás por esta altura, qual recém-nascido numa cesta, e em que nunca peguei. Mas fiquei com vontade de A Literatura Nazi das Américas, com uma capa magnífica e acho que oferta também, e que me veio à baila a propósito do Dicionário de Lugares Imaginários, da Tinta da China, e que aguarda a visita à Palavra de Viajante.
Ontem deu-me pena ver o lindíssimo Sono, com uns desenhos tão bonitos e mesmo assim deixá-lo lá. Agora que penso bem, não há como o primeiro e o "Auto-Retrato do Escritor enquanto Corredor de Fundo" foi mesmo o de que gostei mais. Quando ele voltar, hei-de lê-lo. Quando voltar, que agora já o estou a ser.
Não havendo Murakami, cumpria haver outro para ler; no entanto, e sendo o autor um grande, cumpria um escritor também. Além disso, a analogia foi óbvia: - Mas há livros sem esta contracapa?A resposta a era só uma: Bolaño!, e foi quase óbvia.
Lembrei outra vez a voragem, de como sabe bem pegar num autor e dissecar aquilo tudo, cada livro como um tijolo - o que no caso do 2666 é praticamente literal.Veio A Pista de Gelo, que adivinho similar a O Terceiro Reich, dizendo a contracapa "que se constrói sobre as linhas características do projeto narrativo de Roberto Bolaño". Ou seja, o escritor de um só livro, o 2666, e que afinal já vai numa resma.
Por falar em Bolaño, e não era bem América Latina que me apetecia, lembrei-me que tenho mais dele on hold. O Nocturno do Chile, que me foi abandonado à porta anos atrás por esta altura, qual recém-nascido numa cesta, e em que nunca peguei. Mas fiquei com vontade de A Literatura Nazi das Américas, com uma capa magnífica e acho que oferta também, e que me veio à baila a propósito do Dicionário de Lugares Imaginários, da Tinta da China, e que aguarda a visita à Palavra de Viajante.
Ontem deu-me pena ver o lindíssimo Sono, com uns desenhos tão bonitos e mesmo assim deixá-lo lá. Agora que penso bem, não há como o primeiro e o "Auto-Retrato do Escritor enquanto Corredor de Fundo" foi mesmo o de que gostei mais. Quando ele voltar, hei-de lê-lo. Quando voltar, que agora já o estou a ser.
quinta-feira, novembro 21, 2013
oh mess, oh joy
Esta 6.ª feira, ao vivo e a cores perto de si. Entretanto amanhã há novo regresso ao passado (irony much?).
Curiosamente, acho esta música com acordes tão parecidos com os do JP (ou vice-versa) no Nimarói, ou seja, a música que vem mesmo abaixo deste post. E não foi nada curiosamente, foi por ouvir esta, on & on (& thank you) que fui buscar a anterior.
Aqui ficam as duas, 6.ª feira há mais. Amanhã também.
É esta cor dos dias por vir que inspira o cinzento do de hoje, estático estático (&patinha ao peito!), à excepção da visita russa com nome de czar.
sábado, novembro 02, 2013
[I’m the cleaning Lady of the broken hearts]
Let me cry for all these little men
Building their bridges of sand:
Nothing more than children, with children in their hands.
Deep into their silence, stronger than their words,
Runs a cold wild river to the sea of love.
I’m the cleaning Lady of the broken hearts.
I’m the Virgin Mary of the psychopaths.
I’m god’s only witness that they fall apart
When they touch the fire of the ancient stars
When the rain starts falling on their hearts,
All Hitler’s and Bonaparte’s
Hide inside my red dress like motherless pets.
They produce the tears, they invent the bombs,
They spread out the fears
And they come home all alone.
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