sexta-feira, dezembro 20, 2013

[my mind, pictures]

 
Dou por mim a pensar que tenho saudades da minha bike.
Nas últimas semanas têm sido várias as sugestões e dou por mim a pensar: realmente, porque não?
Resolução pré-novo ano: não deixar o ano acabar sem lhe voltar a pegar.
Vale? Um dia de sol de inverno e já estou mesmo a ver o filme.
Agora é só pegar nela, limpar o pó, encher os pneus e… weeeee!
& até podemos levar a companhia do Garmin! :D
 
         

quarta-feira, dezembro 18, 2013

 
São cada vez menos frequentes, uso como adversativa, mas continuam igualmente perturbadoras.
Adversativa incluída, pondero de cada vez entregar o corpo à ciência, embora com a diminuição da frequência, acredite que ela se interesse cada vez menos por mim. Still.
Esta apanhou-me de surpresa, não me deixou dormir, indispôs-me o dia todo.
Como se em stand-by, como se em pause, enfim, como vemos naquelas imagens em que clicamos e ficam em fade, um dia em tons diluídos.
         

[river]

 

 
Em múltiplos possíveis formatos.
          

terça-feira, dezembro 17, 2013

[em tempo de]

 

 
Christmas carols, esta é para ouvir sem parar. *

segunda-feira, dezembro 16, 2013

sexta-feira, dezembro 13, 2013


A pergunta não me larga. Ela é: "Qual o clima propício à criação de elefantes?"
Assim como se de uma espécie de fungos, o que precisa de se gerar para que eles surjam e cresçam, se instalem e progridam? Como se nada lhes pusesse termo ou os fizesse regredir e eles crescessem sem fim. E isto não obstante houvesse outra espécie de clima a tentar coexistir…
   
     

quinta-feira, dezembro 12, 2013

river

       
Delicious.
      

[one day]

     


Because the mysteries in the wonders of the world
Are too hard
Are too hard
And someday we all be on our own
And you'll be too much
Too much

   

quarta-feira, dezembro 11, 2013

"O desporto faz bem à saúde"

   
A única conclusão a tirar é que quem profere esta frase claramente nunca se levantou do sofá.
O desporto faz bem a muita coisa, sem dúvida, e é fantástico sobretudo para a mente. Mas para o corpo… chega a ser de uma enorme violência.
Fico a pensar em tudo o que a corrida envolve, na disciplina que dita em redor e das penalizações (imediatas!) para qualquer incumprimento; no que me obriga, no que à volta disto tenho de fazer. Todo os mimos para a mente têm o seu preço e este não foge a isto. É fantástico, é verdade, mas não vem sem um custo.
Neste momento, por exemplo, hesito entre tratar o dedo do pé ou cortá-lo fora - houvesse mensurabilidade da dor em qualquer caso…
"O desporto faz bem à saúde"? Só à de quem não sair do sofá, e ainda assim...
# drama-running-queen mode: on!
   

segunda-feira, dezembro 09, 2013

[taboo]

 
Incrível a capacidade de criar taboos, alimentar elephnats in the room & manter as coisas assim. Onde, de coisas (provavelmente) bonitas, se constroem vazios.
(Ou se calhar porque não era mesmo nada disto.)



segunda-feira, dezembro 02, 2013

[Voar]

   
So the story goes:
Havia um Mestre muito crente. Certo dia, os discípulos, para o porem à prova, disseram-lhe:
- Mestre, olhe uma bicicleta a voar!
O mestre avizinhou-se à janela e os alunos desataram a rir.
- Mestre, mas acredita em tudo?
- Preferia acreditar que uma bicicleta voasse do que algum de vocês me enganaria.
 
E assim é esta história, com a única conclusão possível.
    

sábado, novembro 30, 2013

Ginlovers

        

Or what to do with your thirties.
     

quinta-feira, novembro 28, 2013

quarta-feira, novembro 27, 2013

Palavra de Viajante

    
Ou de como viajar dentro da própria cidade.
       

[put on you running shoes*]

 
Sapatos (de correr) novos: e não sei se sou eu ou eles, mas os pés até aos pulinhos, e dá uma vontade de sair por aí a correr sem parar.
Sapatos de corda? Quem sabe…

*e nisto de "put on your shoes" só me lembra isto, claro está. :)
      

[brainy]

   
   

segunda-feira, novembro 25, 2013

auto-retrato da blogger enquanto leitora de fundo

       


De Ásia em Ásia, cheguei aos japoneses e ao Murakami. Foi a voragem.
Comecei a lê-lo, tão bem recomendado, e já não deu. Não sei se pelas semanas intensas de papéis (#trabalharquenemumcão), se por ser o quarto Murakami assim devorado de enfiada. E pensei, Este Murakami merece mais. And so I stopped.[Tal como a Nannarella, em que depois de dois meses sem gelados, eis que dióspiro e castanha me parecem uma combinação dos céus, boa demais para existir. And yet. Talvez as coisas grandes mereçam ser apreciadas assim.]

Não havendo Murakami, cumpria haver outro para ler; no entanto, e sendo o autor um grande, cumpria um escritor também. Além disso, a analogia foi óbvia: - Mas há livros sem esta contracapa?A resposta a era só uma: Bolaño!, e foi quase óbvia. 

Lembrei outra vez a voragem, de como sabe bem pegar num autor e dissecar aquilo tudo, cada livro como um tijolo - o que no caso do 2666 é praticamente literal.Veio A Pista de Gelo, que adivinho similar a O Terceiro Reich, dizendo a contracapa "que se constrói sobre as linhas características do projeto narrativo de Roberto Bolaño". Ou seja, o escritor de um só livro, o 2666, e que afinal já vai numa resma.  

Por falar em Bolaño, e não era bem América Latina que me apetecia, lembrei-me que tenho mais dele on hold. O Nocturno do Chile, que me foi abandonado à porta anos atrás por esta altura, qual recém-nascido numa cesta, e em que nunca peguei. Mas fiquei com vontade de A Literatura Nazi das Américas, com uma capa magnífica e acho que oferta também, e que me veio à baila a propósito do Dicionário de Lugares Imaginários, da Tinta da China, e que aguarda a visita à Palavra de Viajante

Ontem deu-me pena ver o lindíssimo Sono, com uns desenhos tão bonitos e mesmo assim deixá-lo lá. Agora que penso bem, não há como o primeiro e o "Auto-Retrato do Escritor enquanto Corredor de Fundo" foi mesmo o de que gostei mais. Quando ele voltar, hei-de lê-lo. Quando voltar, que agora já o estou a ser.