terça-feira, agosto 06, 2013
domingo, agosto 04, 2013
[it's on the news]
O coração ao pé da boca, mas há pessoas assim, intencionalmente insensatas e viscerais, por estudada oposição ao racional, que nos dão que pensar, que por vezes abalam o modo normalizado e totalmente racional de esquematizar e organizar o pensamento e deixam todo o espaço aberto a meditar nessa estudada provocação. Não deixo link, está nas notícias e o que vai deixar é saudades.
Depois de a lição dos afectos, da apologia do afecto constante apesar de tudo, baixa essa ainda mais definitiva e ainda tão fresca, é averbar mais uma.
Começo a sentir-me mobília, oh ironia, ganhando terreno as larvas, os vermes, que vão corroendo tudo.
A segunda soube-a a um sábado, esta veio num domingo. Não são nada animadoras as perspectivas do amanhã e não sei se não corro o risco de estar no barco até o ver afundar. Ainda estou aturdida, mas com muitas dúvidas que alguma coisa de bom possa efectivamente surgir. :(
sábado, agosto 03, 2013
[Sim!]
Reviravolta por estes dias. Descobri o Cartão Bertrand - amen to that! - e o que são bons livreiros. Ou me tornei muito esquisitinha (admito :p), ou a Fnac está tão generalista que começa a perder a graça.
Depois quis o destino que a Bertrand (Chiado) tivesse livros da Série Oriental da Cotovia/Fundação Oriente e aí foi o delírio. Até lá encontrei o "A Ilha Verde e Vermelha de Timor", que consegui comprar na Feira do Livro de Díli no ano passado por ter acordado às 8h de sábado, evitando assim lutas de vida ou morte pelos últimos exemplares (foram num sopro).
Para mais, a secção de livros de viagens da Bertrand Chiado é bastante razoável e está organizada por zonas e tudo! Fechada a Palavra de Viajante para férias, pareceu-me uma alternativa muito simpática.
Veio o "Ouvir o Incenso", do Yeats - eu bem sabia que ele também por lá tinha andado.
Veio também o "Comboio Fantasma para o Oriente", do Paul Theroux. Pareceu-me óbvio: se o "Grande Bazar Ferroviário", que já cá está estacionado há meses, ainda não teve andamento, é lógico que teria de ter o livro seguinte, claro. O que me apetece, por acaso, é ler logo este e a partir do fim: reproduzir em parte a minha viagem do ano passado, ainda que o rio tenha passado de Mekong a Mecão, mas no hard feelings.
Buscando nas ásias, está em mãos também "A Peregrinação de Enmanuel Jhesus", do Pedro Rosa Mendes (o que escolhe regimes giros e depois faz muitos amigos).
Como se não bastasse, descobri o maná dos e-books. A "Peregrinação" do Fernão Mendes Pinto está difícil (alvíssaras!), mas em compensação já começaram As "Décadas da Ásia", do João de Barros (mal eu adivinhava). Sem falar de todo um maná de e-books, asiáticos ou nem tanto, de que subitamente me tornei proprietária ou fiel depositária.
Passada que foi a euforia da semana, e avistando-se quase sanas as peripécias informáticas e afins (!), resta agora o óbvio: parar o processo ávido de busca, desligar internets e afins e, literalmente, mergulhar nos livros e não só.
Até já.
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vícios
domingo, julho 28, 2013
sábado, julho 20, 2013
Rice fields forever
Se um dia criarem uma religião em torno do culto do arroz, eu vou ser a primeira a juntar-me. Mal sabia eu, quando tirei esta foto, que ia trazer um objecto destes para casa. Ou de como aumenta o meu espólio de objectos ligados à cultura do arroz. Como dizia no livro que encontrei na Feira da Ladra (até isso!): "Arroz, o pequeno grão que alimenta o mundo".
Assim, para sempre.
sexta-feira, julho 19, 2013
terça-feira, julho 16, 2013
domingo, julho 14, 2013
[bliss]
Há pessoas que não sabem o bem que nos fazem (ou talvez saibam, e isso é mesmo muito bom).
sábado, julho 13, 2013
[back]
quarta-feira, junho 26, 2013
segunda-feira, junho 24, 2013
sexta-feira, junho 21, 2013
choc choc
A vantagem de ter regredido praticamente uma década na balança, é que agora, quando me apetece, posso morder à vontade um chocolate sem qualquer complexo de culpa*. Oh yea. [*Não que antes o tivesse, I wish, mas agora é mesmo "legal". :)]
quinta-feira, junho 13, 2013
[...]
No meio do turbilhão, reparei que uma das coisas de que tenho mais saudades é de ler. Como se fosse uma espécie de ritual purificante.
Fui procurar as leituras e dei com o indonésio ali, abandonado. Retomemos.
Há o Gentleman na Ásia, há mais livros vindos do outro lado (sim, do outro deste ainda, como se o mundo fossem só três).
Nisto volto à escrita, à leitura por dever - e que agora tanto ganha e galopa com o novo aparelho.
Suspiro, mas o verão calmo vem aí, espero. Penso, novamente, numa tarde de sol, com ou sem praia, cheia de leituras por puro prazer.
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