ehhe
sexta-feira, março 29, 2013
terça-feira, março 26, 2013
quarta-feira, março 20, 2013
segunda-feira, março 04, 2013
[...]
Em suma: há que perceber que há amigos que se afastam. Pq têm as suas vidas, pq não têm tempo, pq não estão para aí virados, pq estão a fazer outra coisa qqr. Mas se ao fim de um longo tempo nunca os vemos, é inevitável reconhecer o facto. Se calhar todos nós já voltámos as costas a alguém, se calhar nem de forma intencional. Se calhar é a vida. Nesta categoria averbo, infelizmente, de momento uns quantos. Começa a ser tempo de viver com o facto, malgrado o que isso custa.*
* veio do facebook e fica também aqui, para os devidos efeitos e situações específicas.
domingo, fevereiro 24, 2013
Amigo, maior que o pensamento
E só por causa das coisas, aqui fica não mais do que o Concerto do Coliseu.
Amen.
terça-feira, fevereiro 19, 2013
terça-feira, fevereiro 12, 2013
Só
Pensar, por exemplo, que este poema é das coisas mais bonitas que já li que e o adoro ler em voz alta.
sexta-feira, fevereiro 08, 2013
domingo, fevereiro 03, 2013
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
terça-feira, janeiro 29, 2013
segunda-feira, janeiro 28, 2013
[può darsi]
Há coisas que nos deixam tristes só porque sim. Sem julgamentos ou rancor, só perceber o que acontece e por isso ficar triste. Quando há amig@s que se afastam, por exemplo, e não percebemos porquê. Quando e apesar das insistências. Quando o tom até vem harmonioso, mas sempre em mensagens de distância. Quando já desistimos e nem sequer perguntamos por onde andarão, Por aqui ou por ali...? Quando pura e simplesmente não estão.
domingo, janeiro 27, 2013
terça-feira, janeiro 15, 2013
Satellite
[E para não ficar só um post meio atordoado, a música que não me sai da cabeça. Faz sentido.]
Não sei bem explicar o que sinto em estar aqui. Quando não gosto é forte mesmo, mas depois, por exemplo, vejo o branco e é aquela emoção, depois estas coisas, depois esta conversa, por exemplo, e o mundo de cá e o que está daqui tão próximo (ao qual também fui), ao este estar aqui e ali, a este mudar a agulha. Desta vez o império, assim as irmãs, oh como são bonitas (oh como esta o é, oh como a irmã o será, novamente). E o branco, branco, omnipresente. Se calhar o problema é nunca ter estado mesmo aqui, permanentemente.
domingo, janeiro 13, 2013
sexta-feira, janeiro 11, 2013
Rising
Há manhãs assim.
É desconhecida, mas adoro esta rua. Fiquei a gostar ainda mais desde que ouvi dela numa visita guiada. Tão bom.
[Obrigada administração tributária, ie, salteadores sem vergonha nenhuma.]
domingo, janeiro 06, 2013
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