domingo, novembro 18, 2012

In the mood




E nisto de filmes, giro giro é vê-los enquanto ou quando se é deles uma personagem.
E nisso, por exemplo, o Closer, e ainda por cima no cinema, há-de ser imbatível para sempre.
Depois vem este, claro e oh my.
Hás revisitações, bem sei, mas isso não tem a mesma graça. Still, há lugares onde vale sempre a pena voltar. Mais não seja pela memória que consigo trazem.

sábado, novembro 17, 2012

Todo um mood


Inverno, Sintra, leituras, sala cosy, árvores, chuva, candeeiro, música assim e ping pongue de línguas de gato.

quarta-feira, novembro 14, 2012

Wash me away




Porque quando uma música me entra na cabeça não há nada a fazer. E esta começou assim, logo pela manhã, com o wash away do final. Do que não imaginei, suprema ironia, fosse a letra total. Luva. Em repeat, agora. E sabe tão bem (e à data deste álbum, Origin of Symmetry, corria o ano de 2001 e os Muse não são nada aquilo que são agora; basta, por exemplo, ouvir para perceber).

Wash me away
Clean your body of me
Erase all the memories
They will only bring us pain
And I've seen, all I'll ever need


terça-feira, novembro 13, 2012

Nobody plans to be a ghost



Things keep sorting themselves

Does the butterfat know it is butterfat,
milk know it’s milk?
No.
Something just goes and something remains.
Like a boardinghouse table:
men on one side, women on the other.
Nobody planned it.
Plaid shirts next to one another,
talking in accents from the Midwest.
Nobody plans to be a ghost.
Later on, the young people sit in the kitchen.
Soon enough, they’ll be the ones
to stumble Excuse me and quickly withdraw.
But they don’t know that.
No one can ever know that.
— Jane Hirshfield


weather forecast


E depois há dias em que a frase não pode deixar de ser "está tudo mal, está tudo mal, está tudo mal", e hoje acho que nisso do correr precisava aí de uns 100km.
[Isto já passa.] Ou não.
 

sexta-feira, novembro 09, 2012




Que máximo! Já há algum tempo não ouvia uma coisa tão fora assim...
E aqui ficam, de uma assentada, duas das minhas favoritas.

E só a letra da primeira é uma delícia...

She only ever walks to count her steps,
Eighteen strides and she stops to abide by the law that she herself has set -- 
That eighteen steps is one complete set, and before the next nine right and nine left
She looks up at the blue and whispers to all o
f the above:
"Don't let me drown, don't breath alone, no kicks no pangs no broken bones.
Never let me sink, always feel at home, no sticks no shanks and no stones.
Never leave it too late, always enjoy the taste of the great grey world of hearts."
As all dogs everywhere bark, "It´s worth knowing
Like all good fruit the balance of life is in the ripe and ruin."


Aquela fase...


Em que nos interrogamos: Será que as minhas perguntas são afinal as minhas respostas?

De qualquer forma, é bom ter chegado a esta fase - é a chamada "fase turbilhão". A coisa baralha-se, a coisa começa a assentar, há coisas a decidir que até podem ser no meio de copos ou assim (quebrar o contexto, pensar fora daqui) e depois tudo avança (esperemos). Sim, definitivamente, me likes this.

[addicted to]





Muscle to muscle and toe to toe 
The fear has gripped me but here I go

[ouço em repeat e não me consigo fartar. o álbum, An Awesome Wave, também on & on. Mas esta em particular roda ainda mais, oh.]

quinta-feira, novembro 08, 2012

[tender is the night]




praying they won't stray

E fatais são algumas frases. Ali há uma, mas não é esta, é outra, sim.
 

segunda-feira, novembro 05, 2012

dance, dance, dance




A qualquer hora e em quaisquer circunstâncias! :D

domingo, novembro 04, 2012

singapura, 2046


singapore is sexy, originally uploaded by A Outra Voz.

E oh como estas duas vão tão bem juntas. Ou seja, que ao ouvir uma só me venha à mente a outra.
Na imagem: Singapura, Chinatown, na minha primeira passagem pela cidade mágica; em baixo, uma faixa da banda sonora do 2046, oh.

Connie Francis, Siboney

TV off, Computers on? Bye bye



E já há tanto tempo não ouvia isto... poderosíssima, como sempre, claro!

sexta-feira, novembro 02, 2012

Mumbai theme tune




Não ouvia esta música há anos. Na verdade, desde o meu período trance que, quiseram os deuses, foi bastante curto apesar de qb intensivo. Agora, por acaso, cruzei-me com ela no facebook. Aqui fica e não me canso. Poderosíssima e fascinante, cheia de energia.

terça-feira, outubro 30, 2012

[E páro um pouco pra dormir]




[É melhor é, que já se faz tarde. Oh...]


Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco pra dormir
É tarde pra voltarmos atrás
Já nem há motivo algum para rir
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Eu vou dizer até me ouvir
A dor chegou para ficar
Eu vou parar quando eu sentir
Não haver motivo algum pra negar
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco pra dormir

[so close it burns]


Mais ou menos isso. Como dizia o outro, para fechar a história de vez. As if...

sexta-feira, outubro 26, 2012

[sopa de números]


Vai de 3 em 3. Hoje, dos 3, foi a 4.ª. Depois juntou-se-lhe mais 5. Ouch. Já antes era.
Amanhã, no entanto, é que vai ser a sério. E tudo isto por 300 ou 400. Não vale, devia ser muito mais.

a zona de conforto


Há coisas boas. Há confortos maravilhosos. Há o saber estar e o aproveitar todo este calor à nossa volta, que é genuíno e que tão bem nos sabe acalentar. Por isso às vezes há que perguntar: e para quê procurar mais?

quarta-feira, outubro 24, 2012

tempo de nascer




Corriam os idos de 1998. Era a Expo e nela o Palco 6, o Tejo Beat e na Antena3 Henrique Amaro e companhia. Viva à memória que ficou.
E nunca como nessa altura tivemos tanta esperança no futuro - e pergunto-me agora se alguma vez a voltaremos a ter... 

terça-feira, outubro 23, 2012

um sol amarelo



E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
muda a nossa vida
e depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe
conhecer ou ver
o que virá
o fim dela ninguém sabe
bem ao certo onde vai dar

[E confesso que tantas vezes me dá uma curiosidade...]