sexta-feira, novembro 09, 2012




Que máximo! Já há algum tempo não ouvia uma coisa tão fora assim...
E aqui ficam, de uma assentada, duas das minhas favoritas.

E só a letra da primeira é uma delícia...

She only ever walks to count her steps,
Eighteen strides and she stops to abide by the law that she herself has set -- 
That eighteen steps is one complete set, and before the next nine right and nine left
She looks up at the blue and whispers to all o
f the above:
"Don't let me drown, don't breath alone, no kicks no pangs no broken bones.
Never let me sink, always feel at home, no sticks no shanks and no stones.
Never leave it too late, always enjoy the taste of the great grey world of hearts."
As all dogs everywhere bark, "It´s worth knowing
Like all good fruit the balance of life is in the ripe and ruin."


Aquela fase...


Em que nos interrogamos: Será que as minhas perguntas são afinal as minhas respostas?

De qualquer forma, é bom ter chegado a esta fase - é a chamada "fase turbilhão". A coisa baralha-se, a coisa começa a assentar, há coisas a decidir que até podem ser no meio de copos ou assim (quebrar o contexto, pensar fora daqui) e depois tudo avança (esperemos). Sim, definitivamente, me likes this.

[addicted to]





Muscle to muscle and toe to toe 
The fear has gripped me but here I go

[ouço em repeat e não me consigo fartar. o álbum, An Awesome Wave, também on & on. Mas esta em particular roda ainda mais, oh.]

quinta-feira, novembro 08, 2012

[tender is the night]




praying they won't stray

E fatais são algumas frases. Ali há uma, mas não é esta, é outra, sim.
 

segunda-feira, novembro 05, 2012

dance, dance, dance




A qualquer hora e em quaisquer circunstâncias! :D

domingo, novembro 04, 2012

singapura, 2046


singapore is sexy, originally uploaded by A Outra Voz.

E oh como estas duas vão tão bem juntas. Ou seja, que ao ouvir uma só me venha à mente a outra.
Na imagem: Singapura, Chinatown, na minha primeira passagem pela cidade mágica; em baixo, uma faixa da banda sonora do 2046, oh.

Connie Francis, Siboney

TV off, Computers on? Bye bye



E já há tanto tempo não ouvia isto... poderosíssima, como sempre, claro!

sexta-feira, novembro 02, 2012

Mumbai theme tune




Não ouvia esta música há anos. Na verdade, desde o meu período trance que, quiseram os deuses, foi bastante curto apesar de qb intensivo. Agora, por acaso, cruzei-me com ela no facebook. Aqui fica e não me canso. Poderosíssima e fascinante, cheia de energia.

terça-feira, outubro 30, 2012

[E páro um pouco pra dormir]




[É melhor é, que já se faz tarde. Oh...]


Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco pra dormir
É tarde pra voltarmos atrás
Já nem há motivo algum para rir
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Eu vou dizer até me ouvir
A dor chegou para ficar
Eu vou parar quando eu sentir
Não haver motivo algum pra negar
É como ouvir alguém dizer
Vê nessa procura
Uma razão
Pra virar a dor para dentro
Que é virar o amor para dentro
Falo de um amar para dentro
Que é virar a dor para dentro
Chegámos ao fim da canção
E paro um pouco pra dormir

[so close it burns]


Mais ou menos isso. Como dizia o outro, para fechar a história de vez. As if...

sexta-feira, outubro 26, 2012

[sopa de números]


Vai de 3 em 3. Hoje, dos 3, foi a 4.ª. Depois juntou-se-lhe mais 5. Ouch. Já antes era.
Amanhã, no entanto, é que vai ser a sério. E tudo isto por 300 ou 400. Não vale, devia ser muito mais.

a zona de conforto


Há coisas boas. Há confortos maravilhosos. Há o saber estar e o aproveitar todo este calor à nossa volta, que é genuíno e que tão bem nos sabe acalentar. Por isso às vezes há que perguntar: e para quê procurar mais?

quarta-feira, outubro 24, 2012

tempo de nascer




Corriam os idos de 1998. Era a Expo e nela o Palco 6, o Tejo Beat e na Antena3 Henrique Amaro e companhia. Viva à memória que ficou.
E nunca como nessa altura tivemos tanta esperança no futuro - e pergunto-me agora se alguma vez a voltaremos a ter... 

terça-feira, outubro 23, 2012

um sol amarelo



E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade
nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
muda a nossa vida
e depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe
conhecer ou ver
o que virá
o fim dela ninguém sabe
bem ao certo onde vai dar

[E confesso que tantas vezes me dá uma curiosidade...]




segunda-feira, outubro 22, 2012

[só para dizer que]


As boas companhias são das melhores coisas do mundo.
Tenho dito.

orientalismos


People's Park. Achei uma delícia - por coisas minhas, eu sei, que houve até gente a sair. Gostei.
Diz que amanhã qualquer coisa sobre o Mekong, esse mighty.
À cautela, já trouxe comigo a entrada para A última Vez que Vi Macau, eu, que nunca lá estive.

sábado, outubro 20, 2012

O pássaro da cabeça


Sou o pássaro que canta
dentro da tua cabeça
que canta na tua garganta
canta onde lhe apeteça

Sou o pássaro que voa
dentro do teu coração
e do de qualquer pessoa
mesmo as que julgas que não

Sou o pássaro da imaginação
que voa até na prisão
e canta por tudo e por nada
mesmo com a boca fechada

E esta é a canção sem razão
que não serve para mais nada
senão para ser cantada
quando os amigos se vão

e ficas de novo sózinho
na solidão que começa
apenas com o passarinho
dentro da tua cabeça.

O pássaro da cabeça,
Manuel António Pina


E é este, o que sempre tive em mente. O pássaro na minha cabeça, enfim.




Uma coisa que me põe triste
é que não exista o que não existe
(Se é que não existe, e isto é que existe!)

Manuel António Pina,
O pássaro da cabeça

O Pássaro da Cabeça


O Pássaro da Cabeça
Manuel António Pina (texto), Joana Quental (ilustração), Quasi (editora)

Cabem nestes poemas pássaros da cabeça, do coração e da imaginação, sopas que devem ser lidas, ioiôs que andam ao contrário do que a nossa mão manda e criaturas misteriosas e muito grandes, chamadas gigões e anantes. Aqui vais travar amizade com uma menina de tranças e vestidinho às flores que se vê acompanhada de alguns versos (aqueles que conseguem saltar dos poemas e invadir as imagens) e vais ainda aprender o segredo dos adultos: eles não crescem nada, as coisas à sua volta é que mudam de tamanho…


Retirado daqui.