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Então aqui vai a colecção, completa, antes que me esqueça:
2.ª Parte
Os homens que odeiam as mulheres - Stieg Larsson
A sombra do vento - Carlos Ruiz Zafón
Na linha da Frente - Lawrence Block
O Ladrão que Estudava Espinosa - Lawrence Block
Os Ladrões Não Podem Escolher - Lawrence Block
La princesa de hielo - Camilla Läckberg (em stand by)
A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo - Stieg Larsson
(intervalado com A menina que brincava com fogo - Stieg Larsson)
1.ª Parte
Na próxima semana, talvez - Alberto Nessi
A cidade de Ulisses - Teolinda Gersão
Uma punhalada no escuro - Lawrence Block
Tóquio, ano zero - David Peace (até às 200 págs)
Crónicas com fundo de guerra - Pepetela (quase conta)
Somos o esquecimento que seremos - Héctor Abad Faciolince
Now playing:
Empire in denial - David Chandler
A rainha do castelo de ar - Stieg Larsson
E é provável que me esteja a esquecer de mais alguns.
Alguns têm uma explicação, alguns nomes repetidos também, que frequentemente tem que ver com "o stock existente" ou o que se consegue ler apenas no curto prazo, deixando os de longo prazo para depois. Dada a elevada presença de policiais e quejandos, isso creio que se explica com as companhias, e já servindo alguns dos policiais para intervalar ou digerir outros ainda mais negros (Stieg, Stieg).
De qualquer forma, há muito que não lia assim e foi mesmo oportuno ter redescoberto esta arte já um pouco esquecida.
Ontem acabei o segundo Stieg (btw, aquele final não se faz), comecei o David Chandler (trabalho oblige) e o terceiro e final do Stieg também está simultaneamente à espera, agora com sotaque e tudo.
De resto, entre as novas aquisições e os que aguardam ainda (incluindo o novo do Eco, em versão original com bonecos e tudo), uma longa pilha espera ainda por mim.
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sexta-feira, setembro 02, 2011
quarta-feira, agosto 31, 2011
Update
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No post anterior, onde se lê "ameaça", deve ler-se "coacção literária".
(segundo informações entretanto chegadas por mail, entre outras considerações automóveis).
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No post anterior, onde se lê "ameaça", deve ler-se "coacção literária".
(segundo informações entretanto chegadas por mail, entre outras considerações automóveis).
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sexta-feira, agosto 26, 2011
Dos livros (cont.)
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Tencionava escrever um novo post com os livros lidos e aqueles por ler (incluindo as aquisições recentes), mas ameaças entretanto recebidas por e-mail impedem-me que o faça.
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Tencionava escrever um novo post com os livros lidos e aqueles por ler (incluindo as aquisições recentes), mas ameaças entretanto recebidas por e-mail impedem-me que o faça.
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terça-feira, agosto 16, 2011
Aviso à navegação
Pois é, tenho-me esquecido de actualizar.
Não é literalmente assim, mas o espírito é bem este. Dá para imaginar, não é?
Até já!
terça-feira, agosto 09, 2011
Do estado da arte (em ponto pequeno, ou pontos pequenos, aliás)
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Hoje deu-se a doce invasão e entre o homem aranha e o capitão américa já morri não sei quantas vezes. :)
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Hoje deu-se a doce invasão e entre o homem aranha e o capitão américa já morri não sei quantas vezes. :)
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dos dias
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Sete dias, começando timidamente até perceber o poder que adquiri e o bem que sabe esta "arte" a que não me dedicava a fundo há tanto tempo. Aqui fica a breve lista, para não me esquecer, com a sensação de que mais um ou outro terão ficado pelo caminho. Até ontem, dava um livro por dia. Não está mal, sabe tão bem.
Na próxima semana, talvez - Alberto Nessi
A cidade de Ulisses - Teolinda Gersão
Uma punhalada no escuro - Lawrence Block
Tóquio, ano zero - David Peace (até às 200 págs)
Crónicas com fundo de guerra - Pepetela (quase conta)
Somos o esquecimento que seremos - Héctor Abad Faciolince
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to be continued
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Sete dias, começando timidamente até perceber o poder que adquiri e o bem que sabe esta "arte" a que não me dedicava a fundo há tanto tempo. Aqui fica a breve lista, para não me esquecer, com a sensação de que mais um ou outro terão ficado pelo caminho. Até ontem, dava um livro por dia. Não está mal, sabe tão bem.
Na próxima semana, talvez - Alberto Nessi
A cidade de Ulisses - Teolinda Gersão
Uma punhalada no escuro - Lawrence Block
Tóquio, ano zero - David Peace (até às 200 págs)
Crónicas com fundo de guerra - Pepetela (quase conta)
Somos o esquecimento que seremos - Héctor Abad Faciolince
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to be continued
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segunda-feira, agosto 08, 2011
sexta-feira, agosto 05, 2011
My girls
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Linda, linda.
Por coisas que não vêm agora ao caso, entrou agora em modo escuta (e estão há tanto tempo estacionados no mp3).
Esta é irresistível. Depois de ter começado a ouvir em "modo teimosia" (deixa lá ver o que isto tem de tão especial!), esta ficou no ouvido.Ainda não acho que sejam "a melhor banda do mundo" (não percebi se antes, se depois de Arcade), mas a coisa não é má de escutar. A prova foi hoje, dois álbuns de enfiada enquanto ia e voltava pela praia. Uma belíssima caminhada de 2h, foi o que foi. :)
Nem de propósito, a letra:
Isn't much that I feel I need
a solid soul and the blood I bleed
e continua.
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Linda, linda.
Por coisas que não vêm agora ao caso, entrou agora em modo escuta (e estão há tanto tempo estacionados no mp3).
Esta é irresistível. Depois de ter começado a ouvir em "modo teimosia" (deixa lá ver o que isto tem de tão especial!), esta ficou no ouvido.
Nem de propósito, a letra:
Isn't much that I feel I need
a solid soul and the blood I bleed
e continua.
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Numa galáxia muito, muito distante...
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as coisas que acontecem enquanto dormimos ou nos bronzeamos. ou ainda, enchemos os pneus das bicicletas. por exemplo.
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as coisas que acontecem enquanto dormimos ou nos bronzeamos. ou ainda, enchemos os pneus das bicicletas. por exemplo.
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quarta-feira, agosto 03, 2011
sexta-feira, julho 29, 2011
Balanço parcial
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Aos 29 dias do mês de Julho:
Burocracia infernal - 2.999
A minha pessoa - 1.
Ufffa. Não pode deixar de ser um enorme sinal de esperança.
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Aos 29 dias do mês de Julho:
Burocracia infernal - 2.999
A minha pessoa - 1.
Ufffa. Não pode deixar de ser um enorme sinal de esperança.
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quinta-feira, julho 28, 2011
quarta-feira, julho 27, 2011
da mais limpa solidão
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Na minha infância empobrecida do pós-guerra, privada de coisas, a carteira da Mãe era um substituto para uma cave ou sótão, uma casa de bonecas, uma arca de brinquedos inexistentes. Eu costumava tirar o seu conteúdo modesto, entusiasmada, sentindo-me como uma participante iniciada num qualquer Mistério. Mão podia saber que era exactamente isso que eu era. Uma participante no simples mistério da vida.
O museu da rendição incondicional, Dubravka Ugrešic
Este livro é tão bonito. Silencioso e silenciosamente também, quando dou por isso já vou a páginas 183, ainda que tenha metido fado, samba e beijos com língua pelo meio.
É um livro solitário, mas talvez sob a forma de elogio, ou seja, de como converter os silêncios numa limpidez absoluta. Uma viagem solitária ao passado, onde a memória e tudo o que a materializa desempenham um papel fundamental. Onde se demonstra, por exemplo, a importância de ter ou não fotografias - é isso que distingue um de outro refugiado.
Eu procurava um livro sobre a Jugoslávia e sai-me tudo isto de surpresa - e já sei a quem o emprestar a seguir.
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Na minha infância empobrecida do pós-guerra, privada de coisas, a carteira da Mãe era um substituto para uma cave ou sótão, uma casa de bonecas, uma arca de brinquedos inexistentes. Eu costumava tirar o seu conteúdo modesto, entusiasmada, sentindo-me como uma participante iniciada num qualquer Mistério. Mão podia saber que era exactamente isso que eu era. Uma participante no simples mistério da vida.
O museu da rendição incondicional, Dubravka Ugrešic
Este livro é tão bonito. Silencioso e silenciosamente também, quando dou por isso já vou a páginas 183, ainda que tenha metido fado, samba e beijos com língua pelo meio.
É um livro solitário, mas talvez sob a forma de elogio, ou seja, de como converter os silêncios numa limpidez absoluta. Uma viagem solitária ao passado, onde a memória e tudo o que a materializa desempenham um papel fundamental. Onde se demonstra, por exemplo, a importância de ter ou não fotografias - é isso que distingue um de outro refugiado.
Eu procurava um livro sobre a Jugoslávia e sai-me tudo isto de surpresa - e já sei a quem o emprestar a seguir.
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terça-feira, julho 26, 2011
Arcade
Eis que vieram, finalmente. E foi o melhor concerto do mundo - e eu estava lá (com a minha habitual companhia de concertos, há que dizer. Yeah.
(tudo isto só para sintetizar. foi uma coisa...)
segunda-feira, julho 25, 2011
Assim
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Como sempre, um pé aqui, outro ali, nunca os dois no mesmo sítio. Dois? Ou não fosse eu centopeia neste domínio, um aqui, outro ali, outro acolá e mais além, numa dispersão tão grande que nem eu dou conta de quantos pézinhos tenho e onde. Não era essa a ideia, afinal?
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Como sempre, um pé aqui, outro ali, nunca os dois no mesmo sítio. Dois? Ou não fosse eu centopeia neste domínio, um aqui, outro ali, outro acolá e mais além, numa dispersão tão grande que nem eu dou conta de quantos pézinhos tenho e onde. Não era essa a ideia, afinal?
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domingo, julho 24, 2011
a loosing game
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RIP Amy.
Que pena, que pena, que desconsolo. Tinha tanta coisa para gravar ainda... uma perda tremenda. Que pena tudo isto.
Why do I wish I never played
Oh what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game
Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game
Love is a loosing game
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RIP Amy.
Que pena, que pena, que desconsolo. Tinha tanta coisa para gravar ainda... uma perda tremenda. Que pena tudo isto.
Why do I wish I never played
Oh what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game
Over futile odds
And laughed at by the gods
And now the final frame
Love is a losing game
Love is a loosing game
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quarta-feira, julho 20, 2011
segunda-feira, julho 18, 2011
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