quarta-feira, julho 13, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
x 2 (ou 3)
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Quando se percebe che c'è qualcosa che non va, mas não se consegue perceber exactamente o quê.
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Quando se percebe che c'è qualcosa che non va, mas não se consegue perceber exactamente o quê.
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conversas nocturnas
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Há coisas assim, uma dor tão forte e a saber tão bem ao mesmo tempo, uma dor mistura de tantas coisas juntas, de uma ternura infinita, de tantas coisas que se calhar nem é possível nomear, e a doer, a doer, e mesmo assim vem tudo aquilo de bom à mistura e já não sei que é isto, tentar vestir o apertado casaco da infância, caber em espaços que já habitámos e tudo isso vir à tona assim, de forma tão intensa que a dor é apenas um detalhe.
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Há coisas assim, uma dor tão forte e a saber tão bem ao mesmo tempo, uma dor mistura de tantas coisas juntas, de uma ternura infinita, de tantas coisas que se calhar nem é possível nomear, e a doer, a doer, e mesmo assim vem tudo aquilo de bom à mistura e já não sei que é isto, tentar vestir o apertado casaco da infância, caber em espaços que já habitámos e tudo isso vir à tona assim, de forma tão intensa que a dor é apenas um detalhe.
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domingo, julho 10, 2011
sexta-feira, julho 08, 2011
Reencontro
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A cena fixe nos amigos (daqueles a sério, incondicionais) é que gostam de nós até debaixo de água e isso sabe mesmo bem.
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A cena fixe nos amigos (daqueles a sério, incondicionais) é que gostam de nós até debaixo de água e isso sabe mesmo bem.
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Notas - e das boas*
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Foi doloroso, sangrento, pôs tudo à prova, reduzido aos mínimos.
Do semestre que passou muitos balanços se podiam aqui fazer, das alianças, as parcerias, as fiéis companhias e as linhas do fundo (os jantares na cantina do vizinho iseg, ohmeudeus, a biblioteca a fechar as 23h, cruzcredo), as consequências da altura e as circunstâncias que só depois haviam de vir, a somar.
Surpreendentemente, outra parte do balanço chegou hoje. Para literal e honesta surpresa, há que dizer. E uma enooooooorme satisfação.
Grande vitória, é só o que penso em dizer, e ao dizê-lo saborear cada letra, por cada uma mais do que merecida e pensar, yeah, isto agora sabe mesmo bem, yeah, isto é mesmo para mim e o que eu estava a precisar. Que bom, espectacular.
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*post com reduzidas doses de modéstia e sim, é suposto ser mesmo assim, ou menos ainda. E está dito.
Foi doloroso, sangrento, pôs tudo à prova, reduzido aos mínimos.
Do semestre que passou muitos balanços se podiam aqui fazer, das alianças, as parcerias, as fiéis companhias e as linhas do fundo (os jantares na cantina do vizinho iseg, ohmeudeus, a biblioteca a fechar as 23h, cruzcredo), as consequências da altura e as circunstâncias que só depois haviam de vir, a somar.
Surpreendentemente, outra parte do balanço chegou hoje. Para literal e honesta surpresa, há que dizer. E uma enooooooorme satisfação.
Grande vitória, é só o que penso em dizer, e ao dizê-lo saborear cada letra, por cada uma mais do que merecida e pensar, yeah, isto agora sabe mesmo bem, yeah, isto é mesmo para mim e o que eu estava a precisar. Que bom, espectacular.
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*post com reduzidas doses de modéstia e sim, é suposto ser mesmo assim, ou menos ainda. E está dito.
quinta-feira, julho 07, 2011
Constatação de facto (não em nome próprio, felizmente): há pais que são um verdadeiro estorvo na vida dos filhos. Ao ponto de só os prejudicarem, descontado o facto de não ajudarem em nada. É que pelo menos desaparecessem (em causas e efeitos), em vez de continuarem a puxar sempre pra baixo. Não é justo e só de ver fico irritada... :s
O museu da rendição incondicional

No jardim Zoológico de Berlim, dentro de um expositor de vidro, estão exibidos todos os objectos encontrados no interior do estômago de Roland, a Morsa (que morreu em 1961). É com este catálogo insólito que Dubravka Ugrešić inicia o seu livro: também ele um mosaico de fragmentos narrativos, recordações e reflexões, descritos pela protagonista, uma quinquagenária croata exilada em Berlim. Fala-se de fotografias antigas, de cartas de tarot, de histórias de família, de amor (com passagem por Lisboa), de guerra e de exílio; pedaços de um puzzle que comporá, numa única imagem final, o retrato da cultura e identidade europeias. O Museu da Rendição Incondicional foi recebido pela crítica internacional como uma obra universal e um dos mais importantes romances contemporâneos europeus das últimas décadas.
A aquisição de hoje ou #Mais um para a minha colecção-fetiche com a Jugoslávia.
(E como se eu lesse livros, ah! :s)
quarta-feira, julho 06, 2011
A janela
Sobre a cidade e o que ela me faz lembrar.
Clique clique e já está, sai assim esta imagem. Lisboa, das cidades mais bonitas do mundo.
Mouraria, 18
Da série #Uma coisa bonita por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.
Só que neste dia foi bem mais do que uma.
O devido agradecimento ao Nuno pelo passeio. Para isto nada melhor que um pretexto, nem que seja ir buscar um dvd a uma qualquer outra parte da cidade. Fico à espera de mais. :D
segunda-feira, julho 04, 2011
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E a primeira conclusão (preliminar) é: "Regresso ao mundo das pessoas felizes".
Como dizia no sábado a Marta, "mi stava mangiando l'anima", que é como quem diz, "estava a comer-me a alma" (para quem ainda a tem e/ou quer manter, o que era bem o caso).
Agora, então, nota-se mais, é o tão grande alívio de um peso grande também. Pertence ao passado e lá está (apagar não, que eu não sou dessas e muito aprendi nesta matéria), mas é lá que deve ficar - e cada contacto "parcial" faz regressar todo o peso de novo - e eu não quero.
Eu cá estou, mais feliz e mais leve e quero lá saber do resto. Stop, a história acaba aqui.
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E a primeira conclusão (preliminar) é: "Regresso ao mundo das pessoas felizes".
Como dizia no sábado a Marta, "mi stava mangiando l'anima", que é como quem diz, "estava a comer-me a alma" (para quem ainda a tem e/ou quer manter, o que era bem o caso).
Agora, então, nota-se mais, é o tão grande alívio de um peso grande também. Pertence ao passado e lá está (apagar não, que eu não sou dessas e muito aprendi nesta matéria), mas é lá que deve ficar - e cada contacto "parcial" faz regressar todo o peso de novo - e eu não quero.
Eu cá estou, mais feliz e mais leve e quero lá saber do resto. Stop, a história acaba aqui.
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domingo, julho 03, 2011
noiserv
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Eu devia imaginar que um domingo que começa com uma matinal ida à piscina só pode trazer coisas boas.
Confesso é que não esperava tanto. Hoje, no Jardim da Estrela, houve magia e uma descoberta linda lindíssima.
Aqui fica um bocadinho.
Eu passei a proprietária de uma das edições em cd mais bonitas do mundo, conteúdo incluído - e como se não bastasse.
Amen.
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Eu devia imaginar que um domingo que começa com uma matinal ida à piscina só pode trazer coisas boas.
Confesso é que não esperava tanto. Hoje, no Jardim da Estrela, houve magia e uma descoberta linda lindíssima.
Aqui fica um bocadinho.
Eu passei a proprietária de uma das edições em cd mais bonitas do mundo, conteúdo incluído - e como se não bastasse.
Amen.
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smashing, truly
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Mellon Collie ou de como há coisas infinitamente belas.
(E não é *só* por ter a música que é o autêntico hino da minha geração.)
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Mellon Collie ou de como há coisas infinitamente belas.
(E não é *só* por ter a música que é o autêntico hino da minha geração.)
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sábado, julho 02, 2011
Cowabunga!
Neste caso, "cowa...bunda"!
Não sei se já vos tinha falado da criatividade das pessoas à beira do rio... :p
sexta-feira, julho 01, 2011
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