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Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
Amartya Sen vem a Portugal
(Pronto, entrei em loop. Segurem-me ou ainda vou ter um colapso cardíaco ou qualquer coisa que o valha.)
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segunda-feira, janeiro 31, 2011
domingo, janeiro 30, 2011
das viagens
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Devia ter-me preocupado mais com isto, eu sei, mas a irresponsabilidade tem reinado nas minhas últimas semanas. Um milagre que mesmo assim tenha vindo a correr tudo bem - tem?
Lembro-me da primeira viagem "estranha"? "menos confortável"?. O que iria encontrar era um mistério e os mitos à volta adensavam-se. Ler "cuidado com as minas" aumentou a curiosidade e tudo estava ali ao virar da esquina.
No fim o Kosovo revelou-se um sítio tão hospitaleiro como qualquer outro. Apenas mais pobre - e com mais desorganização.
A viagem "estranha" seguinte, e até cronologicamente falando: México.
Lembro-me de me terem ido buscar ao aeroporto ao fim do dia e tudo era a surpresa. Esbugalhada na janela, de Guadalajara à aldeiazinha de Sán Estebán, onde ia ficar mais de uma semana. Uma hora de percurso entre barracas e as mercearias abertas toda a noite - e o espanto por ver tanta gente e sempre tão acordada.
No dia seguinte, ao acordar na hacienda, perguntar a medo se era seguro ir até à aldeia. Mal eu sabia... lugar mais seguro não podia haver, as viagens à horta eram deliciosas e ver assim os nopales... miammm. Para não falar nas paletas da mercearia, gelados à base de fruta (ok, estão a ver aquela história do "cuidado com a água"? - era confiar) no pós-almoço diário.
De Guadalajara ao Pacífico, foi assim ou melhor e o México ganhou um lugar especial no meu coração.
(E regressar à Áustria a seguir... o que eu amaldiçoei, amargamente, aquela Europa tão "civilizada".)
Istambul também seria estranha, mas o resultado... uma cidade tão cosmopolita como outra qualquer - apenas com mais, muito mais diversidade. Tão bom. É certo que ia em grupo, mas nem foi questão em que pensasse.
De todas elas, talvez a próxima seja, nesse sentido, a mais aventureira de todas. É curiosa a sensação de estranheza, com misto de receio bom, de não saber muito bem o que vou encontrar. Até para coisas práticas, do estilo: que hei-de levar na mala.
(Além disso, de todas uma novidade: nunca antes me preparei tanto e tão antecipadamente para uma viagem. Só as vacinas foram todo um processo e os comprimidos da malária já deviam ter sido tomados. Para já não falar na enorme farmácia que tenho de ir aviar. & a irresponsabilidade de não conseguir um repelente decente. Enfim.)
De todas, o mesmo sentimento, que no fundo é o que tenho para esta também: que vai correr tudo bem. Que em todo o lugar do globo há gente hospitaleira e que é preciso é comunicar. Acho que pode vir a ser uma belíssima surpresa.
E depois... capital é capital, e muito provavelmente vou ter tempo para pouco mais. E será tão bom se tiver, porque acho que a minha perspectiva das coisas vai, mais uma vez, mudar.
Em contagem decrescente, expectante para a viagem. Um outro mundo existe e é uma pena que tão poucas vezes tenhamos uma oportunidade tão próxima de dar por isso.
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Devia ter-me preocupado mais com isto, eu sei, mas a irresponsabilidade tem reinado nas minhas últimas semanas. Um milagre que mesmo assim tenha vindo a correr tudo bem - tem?
Lembro-me da primeira viagem "estranha"? "menos confortável"?. O que iria encontrar era um mistério e os mitos à volta adensavam-se. Ler "cuidado com as minas" aumentou a curiosidade e tudo estava ali ao virar da esquina.
No fim o Kosovo revelou-se um sítio tão hospitaleiro como qualquer outro. Apenas mais pobre - e com mais desorganização.
A viagem "estranha" seguinte, e até cronologicamente falando: México.
Lembro-me de me terem ido buscar ao aeroporto ao fim do dia e tudo era a surpresa. Esbugalhada na janela, de Guadalajara à aldeiazinha de Sán Estebán, onde ia ficar mais de uma semana. Uma hora de percurso entre barracas e as mercearias abertas toda a noite - e o espanto por ver tanta gente e sempre tão acordada.
No dia seguinte, ao acordar na hacienda, perguntar a medo se era seguro ir até à aldeia. Mal eu sabia... lugar mais seguro não podia haver, as viagens à horta eram deliciosas e ver assim os nopales... miammm. Para não falar nas paletas da mercearia, gelados à base de fruta (ok, estão a ver aquela história do "cuidado com a água"? - era confiar) no pós-almoço diário.
De Guadalajara ao Pacífico, foi assim ou melhor e o México ganhou um lugar especial no meu coração.
(E regressar à Áustria a seguir... o que eu amaldiçoei, amargamente, aquela Europa tão "civilizada".)
Istambul também seria estranha, mas o resultado... uma cidade tão cosmopolita como outra qualquer - apenas com mais, muito mais diversidade. Tão bom. É certo que ia em grupo, mas nem foi questão em que pensasse.
De todas elas, talvez a próxima seja, nesse sentido, a mais aventureira de todas. É curiosa a sensação de estranheza, com misto de receio bom, de não saber muito bem o que vou encontrar. Até para coisas práticas, do estilo: que hei-de levar na mala.
(Além disso, de todas uma novidade: nunca antes me preparei tanto e tão antecipadamente para uma viagem. Só as vacinas foram todo um processo e os comprimidos da malária já deviam ter sido tomados. Para já não falar na enorme farmácia que tenho de ir aviar. & a irresponsabilidade de não conseguir um repelente decente. Enfim.)
De todas, o mesmo sentimento, que no fundo é o que tenho para esta também: que vai correr tudo bem. Que em todo o lugar do globo há gente hospitaleira e que é preciso é comunicar. Acho que pode vir a ser uma belíssima surpresa.
E depois... capital é capital, e muito provavelmente vou ter tempo para pouco mais. E será tão bom se tiver, porque acho que a minha perspectiva das coisas vai, mais uma vez, mudar.
Em contagem decrescente, expectante para a viagem. Um outro mundo existe e é uma pena que tão poucas vezes tenhamos uma oportunidade tão próxima de dar por isso.
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sábado, janeiro 29, 2011
sexta-feira, janeiro 28, 2011
# coisas que nem sabia que existiam
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e agora, desperately, Deet procura-se.
Quem souber onde, avise.
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e agora, desperately, Deet procura-se.
Quem souber onde, avise.
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quarta-feira, janeiro 26, 2011
Ainda as eleições
segunda-feira, janeiro 24, 2011
sábado, janeiro 22, 2011
connections, connections
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Viagem nocturna ao outro lado da cidade
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A viagem começa, numa noite quieta e vazia.


O jardim à volta, desolado e sem abrigo. Poucas vezes vi isto assim. A cidade é um palco vazio, ideal para a solidão.

E eis que, de improviso, a resposta (e um magro consolo) vêm de onde menos se imagina.
Boa Viagem. Eu também espero que Lisboa espere por ti - e tu assim por ela também.
(*Com muita carga e há de tudo: dramatismo, solidão, ambiente negro, romance e muita verdade também.
Não falta cliché nenhum, portanto. Mas ainda se pode, ou não?)
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A viagem começa, numa noite quieta e vazia.

Circulo por aí sem rumo e penso em coisas domésticas que podia fazer. Parar, por exemplo, entrar numa casa qualquer e fazer-me familiar. Nem que fosse por um serão, apenas.


Mas não tenho e pensamentos e viagem agitam-se.

A cidade vazia ganha um encanto especial. Lisboa é tão bonita.

Chego ao destino.
Já aqui estive de tantas maneiras diferentes e no entanto.
Chegar aqui é sempre respirar. E há dias noites em que aqui venho, apenas para poder ter saudades de alguém - e quantas.

A cidade vazia ganha um encanto especial. Lisboa é tão bonita.

Chego ao destino.
Já aqui estive de tantas maneiras diferentes e no entanto.
Chegar aqui é sempre respirar. E há dias noites em que aqui venho, apenas para poder ter saudades de alguém - e quantas.

O jardim à volta, desolado e sem abrigo. Poucas vezes vi isto assim. A cidade é um palco vazio, ideal para a solidão.

E eis que, de improviso, a resposta (e um magro consolo) vêm de onde menos se imagina.
Boa Viagem. Eu também espero que Lisboa espere por ti - e tu assim por ela também.
(*Com muita carga e há de tudo: dramatismo, solidão, ambiente negro, romance e muita verdade também.
Não falta cliché nenhum, portanto. Mas ainda se pode, ou não?)
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terça-feira, janeiro 18, 2011
notes, random
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Arranjei umas nabiças tão a sério que até tinham lesma incluída (que eu desse por isso fora da sopa; às eventuais outras as minhas desculpas).
# Porque é que preciso de tanta concentração para tudo??, seja lá o que for?
(E porque é sempre tão difícil concentrar-me... :s)
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Arranjei umas nabiças tão a sério que até tinham lesma incluída (que eu desse por isso fora da sopa; às eventuais outras as minhas desculpas).
# Porque é que preciso de tanta concentração para tudo??, seja lá o que for?
(E porque é sempre tão difícil concentrar-me... :s)
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segunda-feira, janeiro 17, 2011
Vício
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Acho que é mesmo um vício. Ou me esqueço que a fotografia existe e passo tempos sem e sem sentir a falta. Ou se estou num dia de, é impossível largar e vejo fotos em todo o lado. Será que pode haver fotografia em part time?
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Acho que é mesmo um vício. Ou me esqueço que a fotografia existe e passo tempos sem e sem sentir a falta. Ou se estou num dia de, é impossível largar e vejo fotos em todo o lado. Será que pode haver fotografia em part time?
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sexta-feira, janeiro 14, 2011
Funivia
Parece que se fosse hoje já não podia fazer isto:
Itália: Vulcão Etna entra em erupção
(Ainda bem que já fiz - embora não me importasse nada de repetir.)
:D
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É bom quando se "chateia" alguém e essa pessoa gosta, como quem toca no ombro e pergunta
- Olha, mas esqueceste-te de mim?
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É bom quando se "chateia" alguém e essa pessoa gosta, como quem toca no ombro e pergunta
- Olha, mas esqueceste-te de mim?
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quarta-feira, janeiro 12, 2011
terça-feira, janeiro 11, 2011
click! click! click!
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print, print, print.
Parece que a partir de agora a coisa vai ser assim! :D
[Entretanto hoje parece ter sido o dia das (pequenas ou não tão pequenas) boas notícias.]
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print, print, print.
Parece que a partir de agora a coisa vai ser assim! :D
[Entretanto hoje parece ter sido o dia das (pequenas ou não tão pequenas) boas notícias.]
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Consulta do Viajante
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Gosto das pessoas que gostam, genuinamente, do SNS - Serviço Nacional de Saúde.
Descobri que a muito útil Consulta do Viajante também se faz através do SNS: "paga o preço normal de uma taxa moderadora" e as vacinas já estão incluídas...
A pergunta é lógica, mas quase perdemos o hábito de a fazer: para quê pagar a um privado, se já o pago com o dinheiro dos impostos?
A aguardar a marcação, confiante na segurança da voz do outro lado da linha telefónica:
- Claro que asseguramos a tempo, senão nem valia a pena fazer.
Pois.
Fico a aguardar. Correndo tudo bem, um grande hurray - e acho mesmo que vai correr.
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Gosto das pessoas que gostam, genuinamente, do SNS - Serviço Nacional de Saúde.
Descobri que a muito útil Consulta do Viajante também se faz através do SNS: "paga o preço normal de uma taxa moderadora" e as vacinas já estão incluídas...
A pergunta é lógica, mas quase perdemos o hábito de a fazer: para quê pagar a um privado, se já o pago com o dinheiro dos impostos?
A aguardar a marcação, confiante na segurança da voz do outro lado da linha telefónica:
- Claro que asseguramos a tempo, senão nem valia a pena fazer.
Pois.
Fico a aguardar. Correndo tudo bem, um grande hurray - e acho mesmo que vai correr.
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Assim
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Ter tido boas notas vale sobretudo mais do que as notas em si. Porque há que ter estímulos e também isto tem de se fazer com brio.
(Quase me dói lei isto a seguir.)
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Ter tido boas notas vale sobretudo mais do que as notas em si. Porque há que ter estímulos e também isto tem de se fazer com brio.
(Quase me dói lei isto a seguir.)
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