sábado, outubro 23, 2010
pequenas revoluções
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& de tijolinho em tijolinho, a malta cultra junta-se e imagina & o mundo pula e avança.
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& de tijolinho em tijolinho, a malta cultra junta-se e imagina & o mundo pula e avança.
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faz-me favas com chouriço
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Em época de direitos das mulheres (a minha, académica e internacionalmente falando), aqui fica um verdadeiro hino.
& do
"- Não sei viver sem ti, amor, não sei o que fazer...
- Faz-me favas com chouriço, que é o meu prato favorito"
ao
"e nem toco a secretária, que é tão boa"
nem sei por onde começar. priceless! :D
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Em época de direitos das mulheres (a minha, académica e internacionalmente falando), aqui fica um verdadeiro hino.
& do
"- Não sei viver sem ti, amor, não sei o que fazer...
- Faz-me favas com chouriço, que é o meu prato favorito"
ao
"e nem toco a secretária, que é tão boa"
nem sei por onde começar. priceless! :D
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Extra! Extra!
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Por motivosque deviam ter sido previstos imprevistos, afinal o próximo vai ser mesmo este.

Global Governance and the New Wars - The Merging of Development and Security, by Mark Duffield
(Des)embrulha e vai buscar.
(Que é como quem diz "Faz o download & imprime").
O começo já quase a sério, a começar a jogar em casa. Let's see.
No entanto, e por coisas que eu cá sei, deste fim de semana não passa. Ouch. :s
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Por motivos

Global Governance and the New Wars - The Merging of Development and Security, by Mark Duffield
(Des)embrulha e vai buscar.
(Que é como quem diz "Faz o download & imprime").
O começo já quase a sério, a começar a jogar em casa. Let's see.
No entanto, e por coisas que eu cá sei, deste fim de semana não passa. Ouch. :s
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quinta-feira, outubro 21, 2010
(em jeito relato de futebol ou novela das sete)
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Detectives arrumados, um novo livro é preciso.
Aberta a sondagem e fechada vários segundos depois, por sugestão anterior, o eleito: A La Recherche du Temps Perdu, venha o Proust.
É de monta, mas vamos lá (tentar). E como dizia ontem, depois do 2666 a dimensão de um livro é coisa que se altera substancialmente.
Na Fnac não havia o 1.º volume, ficou encomendado. Entretanto, veio mais um Roth, Everyman & "Os Cús de Judas", Lobo Antunes dos antigos que os recentes não se têm dado comigo (ou eu com eles).

Para entreter, nestes ficamos. Quanto à empresa maior, a ver quando começa (& no meio outra tamanha para "resolver" - ouch).
"So it’s a relief to open Everyman, which at 192 pages feels like an attempt at something else entirely: a small-scale universality."
The New York Magazine Book Review
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Detectives arrumados, um novo livro é preciso.
Aberta a sondagem e fechada vários segundos depois, por sugestão anterior, o eleito: A La Recherche du Temps Perdu, venha o Proust.
É de monta, mas vamos lá (tentar). E como dizia ontem, depois do 2666 a dimensão de um livro é coisa que se altera substancialmente.
Na Fnac não havia o 1.º volume, ficou encomendado. Entretanto, veio mais um Roth, Everyman & "Os Cús de Judas", Lobo Antunes dos antigos que os recentes não se têm dado comigo (ou eu com eles).

Para entreter, nestes ficamos. Quanto à empresa maior, a ver quando começa (& no meio outra tamanha para "resolver" - ouch).
"So it’s a relief to open Everyman, which at 192 pages feels like an attempt at something else entirely: a small-scale universality."
The New York Magazine Book Review
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mapas
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Mesmo os ambientes mais hostis podem ser grandes escolas: de guerrilha, manipulação e guerra suja, sobretudo. Está lá tudo.
Bastaria um bloco de notas, mas já nem é preciso apontar. Mentalmente, é mapeá-las depois quando surgem: e já nem uma me falha.
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Mesmo os ambientes mais hostis podem ser grandes escolas: de guerrilha, manipulação e guerra suja, sobretudo. Está lá tudo.
Bastaria um bloco de notas, mas já nem é preciso apontar. Mentalmente, é mapeá-las depois quando surgem: e já nem uma me falha.
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foge foge bandido
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Vê que o meu coração ainda salta
Quer e julga ser capaz
Não o faça por meus medos
Faça nos dedos
E eu fico para ver o que ele faz
Sem imaginar o que eu não fiz
À espera de viver
by Manuel Cruz, sem comentários, Borboleta
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Vê que o meu coração ainda salta
Quer e julga ser capaz
Não o faça por meus medos
Faça nos dedos
E eu fico para ver o que ele faz
Sem imaginar o que eu não fiz
À espera de viver
by Manuel Cruz, sem comentários, Borboleta
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quarta-feira, outubro 20, 2010
RIP Detectives Selvagens
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Uf, buf.
Começado em Abril, & no meio de tantas peripécias, eis que finalmente chega ao fim (sim, o pleonasmo faz total sentido).
Em jeito de conclusão, nada como voltar ao início.
& não sei se sou eu que ultimamente ando demasiado focada, se é mesmo uma pontaria dos diabos.
Começa com o fulgor da juventude, que se lê de um fôlego, e onde o céu é o limite. E quem não foi já um real visceralista ou qualquer coisa parecida?
Depois a coisa esmorece, esmorece... (idade adulta dixit?) e meti uns quantos livros, dignos desse nome, pelo meio.
Eis que a "acção" só retoma verdadeiramente... quando começa a decadência.
Pergunta: temos, então, uma cronologia com sentido? É mesmo tudo assim?
O livro fecha de forma irónica (não, não vou contar) e zás!, é um murro no estômago.
Como dizia o outro, life is what happens to you whyle you're busy making other plans.
Ou, citando o próprio Bolaño:
Frase de fecho da personagem Laura Jáuregui, após três páginas completas de diário.
& (re)citando:
Comecei a suspeitar de que talvez a busca deles não fosse por Cesárea e que talvez inclusive eles não fossem os protagonistas, que o livro não fosse sobre eles em última instância.
Henrique Dimitri
Amen.
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Uf, buf.
Começado em Abril, & no meio de tantas peripécias, eis que finalmente chega ao fim (sim, o pleonasmo faz total sentido).
Em jeito de conclusão, nada como voltar ao início.
& não sei se sou eu que ultimamente ando demasiado focada, se é mesmo uma pontaria dos diabos.
Começa com o fulgor da juventude, que se lê de um fôlego, e onde o céu é o limite. E quem não foi já um real visceralista ou qualquer coisa parecida?
Depois a coisa esmorece, esmorece... (idade adulta dixit?) e meti uns quantos livros, dignos desse nome, pelo meio.
Eis que a "acção" só retoma verdadeiramente... quando começa a decadência.
Pergunta: temos, então, uma cronologia com sentido? É mesmo tudo assim?
O livro fecha de forma irónica (não, não vou contar) e zás!, é um murro no estômago.
Como dizia o outro, life is what happens to you whyle you're busy making other plans.
Ou, citando o próprio Bolaño:
Mas o que queria dizer era outra coisa.
Frase de fecho da personagem Laura Jáuregui, após três páginas completas de diário.
& (re)citando:
Comecei a suspeitar de que talvez a busca deles não fosse por Cesárea e que talvez inclusive eles não fossem os protagonistas, que o livro não fosse sobre eles em última instância.
Henrique Dimitri
Amen.
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segunda-feira, outubro 18, 2010
Fim de Festa
Podia ser assim - mas não foi.
No entretanto, vou só ali (ao frio) e já volto.
Até já.
Performance - O lugar que o corpo ocupa - Nós Coletivo
Casa do Brasil de Lisboa
www.casadobrasil.info
Cello
Concerto após exibição da curta-metragem - A Obra - de Susana Palmerston e Katia Pereira
www.casadobrasil.info
quinta-feira, outubro 14, 2010
drawing
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É possível ter pelas pessoas, digo, por alguém, um fascínio abstracto?
É.
E é esta a ideia de fim de dia.
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É possível ter pelas pessoas, digo, por alguém, um fascínio abstracto?
É.
E é esta a ideia de fim de dia.
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[É por isto que eu gosto tanto deles]
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Atendo o telefone. Do lado de lá um austríaco. Pergunta-me sobre o que há-de falar, num tema para o qual se auto-propôs (!).
- De que devo falar?
- .... Hmmm, o tema é (...).
- Sim, mas devo fazer mais a abordagem X ou Y?
- Bom, eu diria ambas.
- Sabes estás a ficar cada vez mais austríaca.
- É? Bom, vou tomar isso como um elogio.
- Vês?, isso foi austríaco outra vez.
& depois ainda me pergunto por que às vezes equaciono ainda haver uma probabilidade, uma merazinha, um resquício de hipótese de não os detestar, de forma desprezível, a todos.
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Atendo o telefone. Do lado de lá um austríaco. Pergunta-me sobre o que há-de falar, num tema para o qual se auto-propôs (!).
- De que devo falar?
- .... Hmmm, o tema é (...).
- Sim, mas devo fazer mais a abordagem X ou Y?
- Bom, eu diria ambas.
- Sabes estás a ficar cada vez mais austríaca.
- É? Bom, vou tomar isso como um elogio.
- Vês?, isso foi austríaco outra vez.
& depois ainda me pergunto por que às vezes equaciono ainda haver uma probabilidade, uma merazinha, um resquício de hipótese de não os detestar, de forma desprezível, a todos.
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quarta-feira, outubro 13, 2010
Isto é que é descrição, caramba
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"A personagem principal, escritora expatriada que chega a Lisboa apostada em seduções e aventuras, é uma burguesa consumista e culta que usa iPhone e iPod, lê Bolaño e Roth, ouve os XX, fuma erva e traz muitos pares de calcinhas na bolsa, faz do Bairro Alto o seu Leblon, é tão estilosa que cansa, tão boazona que desentumesce."
Pedro Mexia, sobre Transa Atlântica (pescado daqui)
& há tanta coisa engraçada aqui.
(embora, pronto, duvide sempre um bocadinho deste tipo de "livros". Por exemplo.)
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"A personagem principal, escritora expatriada que chega a Lisboa apostada em seduções e aventuras, é uma burguesa consumista e culta que usa iPhone e iPod, lê Bolaño e Roth, ouve os XX, fuma erva e traz muitos pares de calcinhas na bolsa, faz do Bairro Alto o seu Leblon, é tão estilosa que cansa, tão boazona que desentumesce."
Pedro Mexia, sobre Transa Atlântica (pescado daqui)
& há tanta coisa engraçada aqui.
(embora, pronto, duvide sempre um bocadinho deste tipo de "livros". Por exemplo.)
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rainy umbrella
coimbra b
poesia entre a chuva e a tempestade
respirar
o conforto a norte
e o vazio das horas em trânsito
terça-feira, outubro 12, 2010
o ruído subliminar do universo
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Só agora me apercebo: a cada dia estamos expostos a doses incomensuráveis de ruído.
Podem começar logo de manhã (ou ainda durante a noite, se tivermos azar) e seguem-nos durante todo o dia. Pode haver, por exemplo, todo um dia em que eles continuem, mudando, mas sem cessar.
Um dia inteiro sem ter a sensação do silêncio: sem ruído absolutamente nenhum.
Está a matar-me.
Eu não sabia que isto existia.
Acordar com martelos pneumáticos e é já uma moinha que se instala e corrói. Depois a manhã até foi calma, na esperança que o corroer parasse. Eis que, na brilhante ideia de desanuviar, se almoça nas Docas - pois, precisamente debaixo da ponte. Exacto: do ruído, quem se lembrou? Mas ali o ruído é coisa que não cessa (então quando passa o comboio...).
- É o ruído subliminar do universo! - dizia um dos comensais sobre o facto de, ao estar a ficar surdo, começar a ouvir um ruído persistente. Foi a forma que encontrou de o relativizar...
- Do outro lado da ponte há um seminário muito bonito, mas o ruído da ponte é constante. Se calhar também é o som persistente de Deus...
A sensação é horrível, entranha-se nos nervos e destrói. Depois é o massacre (ia a escrever "silencioso", que ironia) e não há nada a fazer. O meu dia está arruinado e eu só preciso de fugir - para um sítio onde haja silêncio total.
...
Só agora me apercebo: a cada dia estamos expostos a doses incomensuráveis de ruído.
Podem começar logo de manhã (ou ainda durante a noite, se tivermos azar) e seguem-nos durante todo o dia. Pode haver, por exemplo, todo um dia em que eles continuem, mudando, mas sem cessar.
Um dia inteiro sem ter a sensação do silêncio: sem ruído absolutamente nenhum.
Está a matar-me.
Eu não sabia que isto existia.
Acordar com martelos pneumáticos e é já uma moinha que se instala e corrói. Depois a manhã até foi calma, na esperança que o corroer parasse. Eis que, na brilhante ideia de desanuviar, se almoça nas Docas - pois, precisamente debaixo da ponte. Exacto: do ruído, quem se lembrou? Mas ali o ruído é coisa que não cessa (então quando passa o comboio...).
- É o ruído subliminar do universo! - dizia um dos comensais sobre o facto de, ao estar a ficar surdo, começar a ouvir um ruído persistente. Foi a forma que encontrou de o relativizar...
- Do outro lado da ponte há um seminário muito bonito, mas o ruído da ponte é constante. Se calhar também é o som persistente de Deus...
A sensação é horrível, entranha-se nos nervos e destrói. Depois é o massacre (ia a escrever "silencioso", que ironia) e não há nada a fazer. O meu dia está arruinado e eu só preciso de fugir - para um sítio onde haja silêncio total.
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still Coimbra B
amo de paixão a lumix, mas fotografar com uma máquina a sério tem que se lhe diga.
e até eu, que não sei - nem gost(ava) - de fotografar a preto e branco, agora deu-me pra isto.
segunda-feira, outubro 11, 2010
Coimbra B
uma imensa tempestade
um arco-íris a pairar
& a caminho do conforto, um pouco, um pouco mais para cima.
up in the air
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Ryan Bingham: So, did you wake him up or slip out?
Natalie Keener: What?
Ryan Bingham: This morning. Your new friend. Did you wake him up for an awkward goodbye or did you just slip out and make him feel like a whore?
Natalie Keener: [confused] I just left.
Ryan Bingham: Protocol's always tricky.
Being Ryan Bingham = George Clooney. Torna tudo muito mais.... hmm.
...
Ryan Bingham: So, did you wake him up or slip out?
Natalie Keener: What?
Ryan Bingham: This morning. Your new friend. Did you wake him up for an awkward goodbye or did you just slip out and make him feel like a whore?
Natalie Keener: [confused] I just left.
Ryan Bingham: Protocol's always tricky.
Being Ryan Bingham = George Clooney. Torna tudo muito mais.... hmm.
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very detectives selvagens
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Os homens de espírito dão-se bem com quem os faz infelizes.
Agustina Bessa-Luís, Memórias Laurentinas, Guimarães, p.199., via aqui.
& o meu comentário ia ser "mas de modo algum isto é exclusivo dos homens, esta frase não devia ter género".
eis que reparo em "homens de espírito" - e fica a dúvida.
pode ser "homens de espírito" no sentido "homens espirituosos", mas também pode ser muito bem outra coisa. "homens de espírito" assim aqueles que nasceram outra coisa mas que no fundo são, no fundo pensam como homens.
aí sim, talvez (repito talvez) esta frase pudesse ter género - um que é falso e que não é.
(aqui tinha a deixa para meter a frase de hoje: às vezes até me acho feminista, e acho que no fundo sou, mas depois vejo as feministas e elas estragam tudo.)
mas a frase de cima é sem dúvida verdade. e muitas coisas, e os Detectives que chegaram ontem, finalmente , à página 300 (se em Abril já iam na 136, oh well, deve querer dizer qualquer coisa.)
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Os homens de espírito dão-se bem com quem os faz infelizes.
Agustina Bessa-Luís, Memórias Laurentinas, Guimarães, p.199., via aqui.
& o meu comentário ia ser "mas de modo algum isto é exclusivo dos homens, esta frase não devia ter género".
eis que reparo em "homens de espírito" - e fica a dúvida.
pode ser "homens de espírito" no sentido "homens espirituosos", mas também pode ser muito bem outra coisa. "homens de espírito" assim aqueles que nasceram outra coisa mas que no fundo são, no fundo pensam como homens.
aí sim, talvez (repito talvez) esta frase pudesse ter género - um que é falso e que não é.
(aqui tinha a deixa para meter a frase de hoje: às vezes até me acho feminista, e acho que no fundo sou, mas depois vejo as feministas e elas estragam tudo.)
mas a frase de cima é sem dúvida verdade. e muitas coisas, e os Detectives que chegaram ontem, finalmente , à página 300 (se em Abril já iam na 136, oh well, deve querer dizer qualquer coisa.)
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por estas e por outras é que muita coisa
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O Parlamento é uma escola fundamental. Mas em contraponto pode ser um clube endogâmico e centrípeto, que puxa mais para dentro do que para fora. Todos os Parlamentos são um pouco assim: uma forma de desligar os representantes dos representados e de os aproximar do Estado. No fundo, uma forma de criar um consenso artificial quando, por vezes, os verdadeiros consensos só se atingem pelo dissenso.
Fernando Rosas, ao Público
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O Parlamento é uma escola fundamental. Mas em contraponto pode ser um clube endogâmico e centrípeto, que puxa mais para dentro do que para fora. Todos os Parlamentos são um pouco assim: uma forma de desligar os representantes dos representados e de os aproximar do Estado. No fundo, uma forma de criar um consenso artificial quando, por vezes, os verdadeiros consensos só se atingem pelo dissenso.
Fernando Rosas, ao Público
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coming from
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Bof.
Começo a duvidar que ainda goste de viajar. Quer dizer, eu gosto. Mas as horas todas em trânsito gastam-me. Cada vez tenho menos energia para enfrentar aquele void que o estar em trânsito implica.
...
Bof.
Começo a duvidar que ainda goste de viajar. Quer dizer, eu gosto. Mas as horas todas em trânsito gastam-me. Cada vez tenho menos energia para enfrentar aquele void que o estar em trânsito implica.
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