terça-feira, agosto 17, 2010

We praise the sun!


We praise the sun!, originally uploaded by A Outra Voz.

Ponta de Sagres,
south south

sexta-feira, agosto 06, 2010

Verão

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No verão acontecem muitas coisas, no Versão acontecem sempre muitas coisas.
Este é um Verão em que eu não quero que aconteça nada, justamente para que muitas coisas possam acontecer.
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In the mood*

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Ver alguém virar costas e ir embora, achar que e só por isso sim.
Não dar a mínima hipótese de resposta, qualquer explicação. Fazer o processo e o contraditório sem ouvir a outra parte.
(It's not easy watching someone else being me.)
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* pode ser que afinal talvez não

quinta-feira, agosto 05, 2010

paisagens

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Frase do Dia:
"-É só querer menos!"
E conseguir, acrescentaria eu...

Claro que isto foi tudo disto com uma ampla e bela vista sobre Lisboa e isso ajuda sempre muito a reflectir sobre qualquer questão.
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-'Atão, pá?!

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Dizia-me um amigo no outro dia
-Isto entre rapazes é muito fácil. Cheguei ao pé dele e disse-lhe "Atão, pá?!".
e isso bastou para que o amuo passasse. O caso é especial, mas dá que pensar.
Transpondo para circunstâncias diversas pergunto-me se seria capaz de um "Atão pá" nesta uma outra situação (por exemplo).
Pensei que essa é uma grande capacidade. A de irmos atrás de alguém e perguntar "Atão, pá?", que é isso que estás a fazer, abre mas é lá os olhos e vê lá a parvoíce que é. Ou, a contrário, quando nem isso se faz. Quando pensamos nem vale a pena e alguém segue sendo parvo - dando por isso ou não. Para dizer isto a alguém é preciso ter vontade, mas também é preciso merecer. E lá voltamos ao Philp Roth novamente...
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Mosteiros

Existe um paraíso na terra?
Existe, fica nos Açores e chama-se S. Miguel.

Para a lista #Coisas que nos surpreendem quando não estamos à espera (de nada).
[E lá viria o Roth novamente. pois.]

quarta-feira, agosto 04, 2010

os livros ardem tão bem

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Parece que, e no meio da frase que hoje me apetecia usar, que é "os livros ardem tão bem" pode ser dia para algumas filosofias (de pacote, que a maré não está para mais). Então uma das constatações aqui vai, que não é geral nem abstracta, muito pelo contrário, é a de que não devemos dar às pessoas a oportunidade de falharem, porque em geral elas falham mesmo. E depois disso, que resta fazer senão fingir que não se viu, que se estava a dormir e não se deu pela coisa ou então fingir que não aconteceu. São todas estas algumas das possíveis (más) soluções, que outra coisa não haverá a fazer.
Mas como esta filosofia nem de pacote chega a ser, resta-me voltar ao meio dos livros e pensar no inverno oh quão úteis me seriam eles.
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words for the season

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maybe the best thing would be to forget being right or wrong about people and just go along for the ride. but if you can do that -- well, lucky you.

philip roth, citado aqui.

E ainda no outro dia me falavam nisto... É precisamente assim, o diabo é mesmo conseguir.

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terça-feira, agosto 03, 2010

3 imaginary boys


3 imaginary boys, originally uploaded by A Outra Voz.

south south. yeah.

invite me to the war every night of the summer

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Já que ninguém se chega à frente, um dia vou eu mesma pedir que me interditem de ouvir The National, é certinho. O pior é enquanto isso não chega. Ou um modo de dizer sai daqui, bicho mau.
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estatísticas

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Olhando à volta, parece que este ano só nascem rapazes - e nascem bastantes. Se tudo continuar assim, daqui a alguns anos as raparigas vão ter muita liberdade de escolha - e muita dor de cabeça. Não há bela (ou belos) sem senão e eles crescem oh se crescem tão depressa.
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segunda-feira, agosto 02, 2010

summer storms

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Por causa da letra desta música, lembrei-me hoje desta outra. & também ela fez oh se fez parte da banda sonora de um verão.
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sexta-feira, julho 23, 2010

micaelense


micaelense, originally uploaded by A Outra Voz.

Qual Gonçalo Velho Cabral.
Até já.

oh blessed be

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as manhãs silenciosas e azuis, o céu e o mar.
e a reaprendizagem do tempo - sobretudo isso.
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Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto. Faço férias das sensações.

Livro do Desassossego, Bernardo Soares, edição Richard Zenith, Assírio & Alvim, 1998, p. 54. Daqui.

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quinta-feira, julho 22, 2010

dos exílios

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Eis que ao segundo dia estou perfeitamente convicta.
O ritmo é outro - and this you have to bear in mind. Ontem soube tão bem!
(Hoje... bom, confesso, às vezes quase me dava aquele nervoso, quase uma comichão, quase a tremer e a "ressacar" de não ter de correr, bem, enfim... you know - mas é só esperar que passe.)
Acho que só me faz bem, estava mesmo a precisar. Às vezes só se dá por isso depois, não é?
Entretanto, eis que o (ainda latente in my head) fake diaries project ganha até uma dimensão no mundo real. Dou por mim a viver perfeitamente na vida de alguém que não sou eu, e até amigos tenho. Amigos, uma casa, várias casas incluindo na praia, enquadramento, vida social e institucional - é que não falta mesmo nada (até cães, crianças e gatinhos - perfeito). Basta só encarnar a personagem - o que faço, e com extrema simpatia.
De modos que é assim.
É mar e mar. Um oceano a perder de vista para gente tão pouca - et por cause. Hoje fui lembrada (várias vezes) e lembrei-me do Antero, é também um outro conforto.
E vai-se estando, no meio das palmeiras, da floresta primitiva, do nevoeiro e das praias. É que tudo aqui é bonito. Não deve haver exílio esteticamente tão confortável.
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quarta-feira, julho 21, 2010

(revisitação)

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E como.
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[Agora que é possível]

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Always bear in mind: you have to be sound, you have to be sound, you have to be sound.
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terça-feira, julho 20, 2010

still

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A criar balanço para ir ali pro meio do mar (literalmente).
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segunda-feira, julho 19, 2010

The National

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Enquanto ainda estou em "modo histeria" (eu avisei!!! :p), aqui fica o link para o concerto quase todo. aiii........... :D

E como já postei por outras paragens, da próxima que os The National cá vierem merecem melhor que um tipo tão fraquinho como o Prince a abrir! :D

Domingo, destacaram-se os National, que congregaram uma multidão hipnotizada por canções onde o existencialismo dos Tindersticks ganha poder rock’n’roll, onde Matt Berninger transforma as angústias de uma vida normal em matéria poética que o público sorve como se fosse sua a catarse, aquele turbilhão emotivo. Concerto após concerto, com canções como “Afraid of everyone” ou “About today”, duas das interpretadas ontem, mostram ser uma das bandas por quem o público português mostra maior devoção.
(Público)

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