segunda-feira, junho 14, 2010
ohio in the end
I made a mistake in my life today
everything I love gets lost in drawers
I want to start over, I want to be winning
way out of sync from the beginning
Looking for somewhere to stand and stay
I leaned on the wall and the wall leaned away
...
(Um dia vou parar de ouvir isto. Por agora talvez ainda não. É só mais um bocadinho, ok?)
I was carried to Ohio in a swarm of bees
I never married but Ohio don't remember me
I still owe money to the money to the money I owe
I never thought about love
When I thought about home
I still owe money to the money to the money I owe
The floors are falling out from everybody I know
picking apples, making pies
Stay out super late tonight
picking apples, making pies
put a little something in our lemonade and take it with us
Tiptoe through our shiny city
with our diamond slippers on
do our gay ballet on ice
bluebirds on our shoulders
Turn the light out say goodnight
no thinking for a little while
lets not try to figure out everything at once
It’s hard to keep track of you falling through the sky
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sexta-feira, junho 11, 2010
loop bloop gloop
Make up something to believe in your heart of hearts
so you have something to wear on your sleeve of sleeves
so you swear you just saw a feathery woman
carry a blindfolded man through the trees
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
showered and blue-blazered, fill yourself with quarters
You get mistaken for strangers by your own friends
when you pass them at night under the silvery, silvery citibank lights
arm in arm in arm and eyes and eyes glazing under
oh you wouldn’t want an angel watching over
surprise, surprise they wouldn’t wannna watch
another uninnocent, elegant fall into the unmagnificent lives of adults
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quarta-feira, junho 09, 2010
Faces three
Hmm, já alguma vez aqui disse como ♥ a minha Lumix?
Ah, e a mágica colina que vai de S. Bento ao Bairro Alto, alguma vez? :p
Esta foi por aí.
trambus open
Via dei Fori Imperiali, Roma - (com o Coliseu em pano de fundo, onde mais seria?)
Já que estamos numa de reflexos (e no meio da paragem técnica), aqui fica mais esta.
Entretanto só para lembrar que tudo isto é feito à mão - ou a golpe de olho!, como seria melhor dizer - sem grandes pós-produções ou efeitos espaciais.
Com a minha pequenina Lumix, mas por quem foi amor à primeira vista - e não me deixa ficar mal.
Um truque: fazemos sempre a vontade uma à outra. O que ela não quer eu não faço; quando quero fazer o que ela não quer, encontro forma de a fazer pensar que está a fazer outra coisa diferente. Grande truque, não?
Como de reflexos se fala, não esqueçais de ir ver a exposição da Mafalda Melo, fotógrafa mais do que versada (e glosadora) de artes que tais. É na Imagerie, Santos & São Bento e só está até dia 18 de Junho.
listas, inventários & outras formas de felicidade
É uma experiência fácil - e já a fiz várias vezes com os meus queridos, amados & adorados alunos (btw, uma das melhores coisas de todo este ano inteiro): as listas de coisas.
Uma boa notícia na semana que passou;
Uma coisa em que sejam bons;
Uma coisa que gostem de fazer;
E o mais que a imaginação ditar.
O resultado: fala-se, a aula (ou o que seja) começa com um ice breaker que não leva mais do que 5 a 10 minutos e toda a gente começa cheia de boa disposição.
Hoje dei por mim a constatar isso, de forma involuntária. Os pequenos prazeres (che poi, a la fine, são os que mais aprecio - é assim e não há nada a fazer, as big things ou o afrodisíaco de andar a brincar ao poder a mim não me excitam minimamente) e o que vale mesmo a pena e gosto de fazer.
Diria, e aconteceu hoje por acaso: chegar a casa, parar, não fazer um monte de coisas mas fazer coisas pequeninas com tempo, saborear, private practice, os amigos, as coisas boas, assim.
Porque há coisas que valem sempre a pena
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segunda-feira, junho 07, 2010
sábado, junho 05, 2010
Possível sumário
TORMENTO DO IDEAL
Conheci a Beleza que não morre
E fiquei triste. Como quem da serra
Mais alta que haja, olhando aos pés a terra
E o mar, vê tudo, a maior nau ou torre,
Minguar, fundir-se, sob a luz que jorre;
Assim eu vi o mundo e o que ele encerra
Perder a cor, bem como a nuvem que erra
Ao pôr do sol e sobre o mar discorre.
Pedindo à forma, em vão, a idéia pura,
Tropeço, em sombras, na matéria dura,
E encontro a imperfeição de quanto existe.
Recebi o batismo dos poetas,
E assentado entre as formas incompletas,
Para sempre fiquei pálido e triste.
Antero de Quental
E quanto, deus, oh como...
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sexta-feira, junho 04, 2010
Adenda
É aditado um n.º 4 ao Artigo Único, com a seguinte redacção:
"4 - Toda a gente tem direito a, após terminada a duração imprevista nos números anteriores, sair da reclusão interior e sentir-se muito melhor."
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Right!
2 - O direito previsto no número anterior pode ser exercido a qualquer tempo e por qualquer duração, não dependendo de aviso prévio.
3 - O exercício do direito previsto no n.º 1 não depende de qualquer fundamento, independentemente de o titular do mesmo o poder conhecer.
(Ainda por cima, e por sugestão, pus-me a ouvir The National. Uiiiiiii..........)
poste @ Garbatella
O meu bairro favorito de Roma.
(Para quem não sabe, é o bairro da viagem de motorino inicial do Querido Diário do Moretti.)
Roma, Itália (where else? ;))
Diários do (não) Poder - reloaded
É sempre bom revisitar os Diários da Assembleia da República:
-Sr. Presidente, corremos o risco do patético, o risco de imitar a orquestra do Titanic — tocar desesperadamente à liberdade enquanto a liberdade se afunda.
É só poesia por aqui! :)
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quarta-feira, junho 02, 2010
roma | amor
Via dei Fori Imperiali, Roma
Entre o Coliseu e a Piazza Venezia.
Sim, porque quando se chega a Roma é *obrigatório* ir dizer olá ao Coliseu, assim como
- Olá, cheguei!
Ao Vaticano desta vez é que não fui... E ainda por cima dizem que os gajos vêem tudo... ups!
terça-feira, junho 01, 2010
O problema das camisas
Quando se soube que tinha ganho o Nobel, Saramago estava algures em viagem. Quando regressou, foi primeiro a Espanha e só depois veio a Portugal.
Na altura, quando lhe perguntaram porquê, respondeu muito simplesmente:
- Porque quando se anda em viagem tem-se sempre um problema, que é o problema das camisas. E eu fui a casa tratar das minhas, porque já não tinha camisas lavadas.
No outro dia estava em Lisboa, com um grupo internacional. Entre eles havia um italiano, com casa em Espanha, a dar aulas em Lisboa e nos Estados Unidos. Quando se lhe perguntou "Onde mora?", a pergunta soou estranha...
- Bom, não sei bem responder. Mas digamos que "casa" deve ser o sítio onde se vai lavar a roupa, e nesse sentido sim, posso dizer que moro em Roma.
Tudo isto para dizer que estou de momento com o "problema das camisas". Não tenho muitas "camisas" lavadas e não sei bem onde as lavar. Às vezes há que parar, mais não seja para tratar disto. Mesmo assim, há que ficar num sítio o tempo suficiente para que elas possam enxugar. O que vale é que agora é Verão...
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domingo, maio 30, 2010
#7 Diarios de Florença
Da ultima vez que aqui estive havia vacas.
Da ultima vez que aqui estive havia muita coisa mais.
Agora as vacas estao em Roma (egraçado que a cow parade esteja agora por la), o resto nao sei onde esta.
Mas mesmo assim fui ao Palazzo Pitti e tudo é uma foto que fica sempre na memoria. E havia uma precisamente ali. Ali.
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#5 Diarios de F.
perché da oggi devi stare attenta a tutta questa gente
che ti riempie la testa di cose, di facce e di miti
che non potrai veramente sapere a cosa sono serviti
quindi bambina non credere a niente
che non sia amore
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