segunda-feira, abril 26, 2010

Sumário destes dias

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Já que são muitos e tão intensos:

Les bons esprits se rencontrent.

E isso é sempre verdade. Às vezes basta (saber) esperar.
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Picture the scene

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Deu-me vontade de a descrever assim:

É inverno, noite de Natal, e toda a gente está há horas à mesa. Come-se, bebe-se, fala-se e tudo gira. A noite vai chegando ao fim. Vamos buscar os casacos e toda a gente se prepara para sair. Tocam à porta. - Quem será a esta hora?

A porta abre... e vem alguém vindo de longe, que traz surpresa e alegria, com o exacto efeito do viajante que chega do gelo em plena noite de Natal.

E não posso escrever mais.
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sexta-feira, abril 23, 2010

Os nomes das coisas

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Há alturas em que lamento não estar em estado de agilidade mental que me permita acompanhar à altura algumas das coisas que se passam à minha volta.
Outras há em que ainda bem.

[No fundo, no fundo, isto tem um nome só. E não sabe nada bem... ouch! :s]
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Vamos estando dos dois lados. Um é pior do que o outro. Quer dizer, um é melhor do que o outro.
Assim estamos, mudamos, rodamos. E para cada um deles há um sabor diferente. Bitter sweet, I would say.
Seja. É preciso girar, é preciso girar, o mundo lá fora não pára.
Go!
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quinta-feira, abril 22, 2010

Janela


janela, originally uploaded by A Outra Voz.

há dois minutos atrás.
como dizia um colega meu, a propósito de outra coisa: "Mas alguém pode ser contra isto?"


(E o que me chateia é que há-de sempre haver pais irresponsáveis que vão dando brinquedos perigosos aos filhos!! lol)

Passeio matinal


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Falando nele... dá saúde e faz crescer. Apesar da música no mp3 ser tão boa (The XX, what else?), ainda assim tive de a desligar. Tudo aconteceu ali para o lado dos Caetanos, quando sobressaiu um com mais forte. O que era? O Conservatório, claro está. Depois, do de Música ao de Dança, a Rua da Academia das Ciências, bom... foi tudo praticamente a delirar. E assim se fica muito mais bem disposto. Ohhhh yeah.

Isto pra dizer que


lisboa, originally uploaded by A Outra Voz.

O post anterior, e tudo o mais que poderia ter dito, o que lá está implícito, enfim... só faz sentido, claro, com as pessoas que me rodeiam.
Com as que me rodeiam, as que estão, as que estiveram e por isso sempre hão-de estar, as que continuam a estar talvez de uma forma diferente, todas elas. Não é sentimentalismo, mas a todas elas e todos os dias me lembro da sorte que tenho. E isso é tão bom.

Na imagem: imagem do passeio matinal, acompanhada do meu novo presente de aniversário. Tão... perfeito!

quarta-feira, abril 21, 2010

Assim tipo cenas

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E assim se arranja um 31.
Até agora está a ser daqueles bons, incluinbdo o pré, o durante e o semi pós (possível).

Como diria o outro: fitter, happier, more productive. Hmmm, let's not dissecar tudo isto. Algumas sim, algumas não, quanto ao cômputo geral... até amanhã! ;)
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terça-feira, abril 20, 2010

Algumas notas

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- Já está tempo quente demais para botas (pelo menos às vezes);

- De revolução em revolução é que o mundo pula e avança (e o homem sonha e a obra nasce e todas essas coisas assim).

- Escolher entre dois botões: o de complicar e o de descomplicar - check!

& os shots de adrenalia são tantos que nem sei bem por onde pegar. Por isso, é continuar a surfar a onda enquanto ela dura e não pensar muito no resto. Ahahahah!
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segunda-feira, abril 19, 2010

Alfama


É caso para dizer: "The hills are alive... and kicking!"
Ver toda a reportagem do Jornal de Notícias aqui.

Mais uma vez, site do Alfama-te aqui.

Das coisas

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Isto às vezes é tudo uma sequência muito alucinante.
Muuuio alucinante.
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quarta-feira, abril 14, 2010

Ou seja

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«Justamente pelo que ela tem de incompleto, de frágil, de grosseiro e de mortal, eu a amo, e apeteço a sua companhia congénere!»

Odisseia, Homero

Porque não encontro "Na Ilha de Calipso", in Um Barco para Ítaca, do Manuel Alegre.
(Mas eu hei-de lá chegar.)
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terça-feira, abril 13, 2010

Tempus fugit, carpe diem

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E se eu já o sentia, agora confirmou-se. Por sorte passei à segunda, antes que a primeira se confirmasse. O amor da mortalidade, não no sentido dramático do termo, mas daquilo que em breve acaba, é o que torna tudo mais apetecível.

Recordo, acho que d'Um Barco para Ítaca, do Manuel Alegre, em que Ulisses recusa a musa por amor a Penélope, porque ama e glosa a sua mortalidade.
Tenho de o procurar.
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Cesárea Tinajero


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Comecei a suspeitar de que talvez a busca deles não fosse por Cesárea e que talvez inclusive eles não fossem os protagonistas, que o livro não fosse sobre eles em última instância.

Henrique Dimitri



Como quando Laura Jáuregui acaba, e após três páginas completas de diário:
Mas o que queria dizer era outra coisa.



Uau. Não há livro assim, não há livro assim. E sobre ele tanto por dizer, isto é mesmo uma obra prima.
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Pura estatística (ou febre)

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Andamento da coisa:

I. Mexicanos perdidos no México (1975) - check;
II. os Detectives Selvagens (1976-1996) - a decorrer.
Ontem passámos da pág. 96, hoje estamos na 136.

Desconfio que quando acabar este livro o vou ler todo outra vez. É bom demais para o poder abandonar.
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segunda-feira, abril 12, 2010

Sconvolgente

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Há muito tempo que não lia um livro assim [Os Detectives Selvagens]. Caramba, isto para mim é o delírio. Talvez porque o livro, talvez porque eu em tempos, talvez porque sim. O que é certo é que, a páginas 96, a vida parece não acabar em mundo para ver - e era mesmo assim. Se fui real visceralista ou não não sei, mas devo ter andado lá perto, pelo menos na vontade de o querer ser. E aquela energia & mundo sem limites, deus.

Bom, o que é certo é que a coisa não anda, corre. E é tudo tão enorme que (desconfio bem) também hoje dei por mim perdida na cidade, perdida entre ligações e falta delas, trocas e rumos diferentes dos que tinha pensado, literalmente a perder-me por aí (e não havendo necessariamente alguma poesia nisto).

Porque é que ninguém me contou antes que este livro existia, é só a pergunta que me faço. ...

sexta-feira, abril 09, 2010

Palavra de ordem

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Ou: Amigos de todo o mundo, Alfamizai-vos!

É caso para dizer: the hills are alive...
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Maybe I should try this too

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ir ao supermercado depois de almoço é a melhor forma de nunca trazer alimentos desnecessários

Porque ir ao supermercado quando tenho fome... enfim. E depois é o que se sabe (ou o que eu e mais algumas pessoas sabem também). E, enfim, não é bonito.
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quinta-feira, abril 08, 2010

quarta-feira, abril 07, 2010

Lisboa distorcida


Lisboa distorcida, originally uploaded by A Outra Voz.

E assim acaba o dia.
(Esta é para as bandas do Campo Grande/Linha Amarela).