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- Get a book, get a dog, just get something and get out of here.
[So I will.]
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quarta-feira, março 31, 2010
Just teasing, teasing me
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We’ll pick berries and recline
Let’s hit the road dear friend of mine
Wave goodbye to our thankless jobs
We’ll drive for miles maybe never turn off
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We’ll pick berries and recline
Let’s hit the road dear friend of mine
Wave goodbye to our thankless jobs
We’ll drive for miles maybe never turn off
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segunda-feira, março 29, 2010
The wall, red balloon
It's not Banksy, but it could be.
Já que a poesia não aparece feita ante os nossos olhos, retiremo-la nós do que a rua nos dá.
Lisboa, Oriente, some sunny days ago.
Moral da Estória (ou pelo menos do episódio de hoje)
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Good things come to those who wait*.
(*mas não sentados.)
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Good things come to those who wait*.
(*mas não sentados.)
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Closing time
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E enquanto acabava de lavar a loiça, caída de sono, ocorreu-me isto. Both o post mais doméstico e intimista que já pus aqui.
Closing time, time for you to go out
To the places you will be from
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E enquanto acabava de lavar a loiça, caída de sono, ocorreu-me isto. Both o post mais doméstico e intimista que já pus aqui.
Closing time, time for you to go out
To the places you will be from
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quarta-feira, março 24, 2010
Isto é que é nível de debate!
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Na nossa AR anda tudo excitadinho, mas ninguém tem graça assim... eheheh!
"Berlusconi afirmou na terça feira que Mercedes Bresso, candidata do Partido Democrata (esquerda) à presidência da região de Piemonte (norte do país), está sempre de mau humor "Porque de manhã, quando se levanta e se olha ao espelho para se maquilhar, vê-se. E assim, o seu dia fica estragado"
Mas Bresso tinha a resposta pronta: "No que diz respeito a maquilhagem, uso muito pouca, necessito menos dela do que Berlusconi", conhecido pela aplicação de base no rosto para parecer mais bronzeado."
Toda a eloquente & elegante estória no DN, aqui.
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Na nossa AR anda tudo excitadinho, mas ninguém tem graça assim... eheheh!
"Berlusconi afirmou na terça feira que Mercedes Bresso, candidata do Partido Democrata (esquerda) à presidência da região de Piemonte (norte do país), está sempre de mau humor "Porque de manhã, quando se levanta e se olha ao espelho para se maquilhar, vê-se. E assim, o seu dia fica estragado"
Mas Bresso tinha a resposta pronta: "No que diz respeito a maquilhagem, uso muito pouca, necessito menos dela do que Berlusconi", conhecido pela aplicação de base no rosto para parecer mais bronzeado."
Toda a eloquente & elegante estória no DN, aqui.
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terça-feira, março 23, 2010
Two things that go very well, oh so well, together (in me)
...Via blog da trama, claro está.
&
Um em cada cinco portugueses sofre de perturbações psiquiátricas (Público)
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It's human nature, baby!
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Detesto a "publicidade", mas parece que não há volta a dar.
Parece que é preciso tornar tudo público para que possa existir. Que as pessoas só têm cuidado comos outros alguém se essa pessoa "tiver problemas" (e sempre achei a expressão "ter problemas" um epíteto fantástico), que só deixam de carregar quando o outro fraqueja. Que andar ao alto e de cabeça erguida significa que não se sente e por isso se pode sempre descuidar.
Ao invés: vacilar e ser digno de pena faz abrandar tudo isto. Só se pode ter cuidado com os outros quando são dignos de comiseração. Aí sim, olhados de cima, têm o dom de ser "absolvidos" e benevolentemente deixados em paz.
E ainda, na mesma linha: não se pode expor alguma coisa sem se ser digno de pena. "Ter problemas" e andar de cabeça erguida são coisas que não vão juntas, não se pode ter dignidade. Ok.
Parece que para se ser cuidado não se pode ter dignidade. E vice versa.
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Detesto a "publicidade", mas parece que não há volta a dar.
Parece que é preciso tornar tudo público para que possa existir. Que as pessoas só têm cuidado com
Ao invés: vacilar e ser digno de pena faz abrandar tudo isto. Só se pode ter cuidado com os outros quando são dignos de comiseração. Aí sim, olhados de cima, têm o dom de ser "absolvidos" e benevolentemente deixados em paz.
E ainda, na mesma linha: não se pode expor alguma coisa sem se ser digno de pena. "Ter problemas" e andar de cabeça erguida são coisas que não vão juntas, não se pode ter dignidade. Ok.
Parece que para se ser cuidado não se pode ter dignidade. E vice versa.
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segunda-feira, março 22, 2010
Waiting for
Alinhadinhas, em clara alusão ao fim de semana.
& I still remember the very stylish Italian party (so does my headache, I guess... :p).
Spring has come, yay, so we must by all means celebrate.
tramado
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"Por que não morremos num período assim? Antes que tudo comece a esboroar. Nem sei se é no fundo ou na superfície que começa a erosão. A primeira tristeza não partilhada. A primeira solidão em que se vira as costas e, ao voltar, não se encontra mais a presença reconfortante. Apenas outra solidão, de costas. A consciência está alerta: está acabando. O resto vem depois. Todo o cortejo."
-"As Parceiras" - Lya Luft
Via Blog da Trama, claro está.
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"Por que não morremos num período assim? Antes que tudo comece a esboroar. Nem sei se é no fundo ou na superfície que começa a erosão. A primeira tristeza não partilhada. A primeira solidão em que se vira as costas e, ao voltar, não se encontra mais a presença reconfortante. Apenas outra solidão, de costas. A consciência está alerta: está acabando. O resto vem depois. Todo o cortejo."
-"As Parceiras" - Lya Luft
Via Blog da Trama, claro está.
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sexta-feira, março 19, 2010
E mais:
...
(...)
Contam que Ulisses, farto de prodígios
Chorou de amor ao divisar a Ítaca
Verde e humilde. A arte é essa Ítaca
De verde eternidade e não prodígios.
(...)
"Poemas Escolhidos" - Jorge Luís Borges
Via blog da Trama
(...)
Contam que Ulisses, farto de prodígios
Chorou de amor ao divisar a Ítaca
Verde e humilde. A arte é essa Ítaca
De verde eternidade e não prodígios.
(...)
"Poemas Escolhidos" - Jorge Luís Borges
Via blog da Trama
food for thought
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O passado, o passado. Onde é que ele fica e como e quanto mudamos - dando por isso ou não.
...
O passado, o passado. Onde é que ele fica e como e quanto mudamos - dando por isso ou não.
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quinta-feira, março 18, 2010
Just Breathe
...
Sometimes it's all you (should? can?) have to do.
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see
No one knows this more than me
Oh so...
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Sometimes it's all you (should? can?) have to do.
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see
No one knows this more than me
Oh so...
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quarta-feira, março 17, 2010
Spring has come, yay!
...
Ou é do sol, ou só vejo coisas boas para pôr na agenda!
Só exposições de fotografia é um maná.
Não podendo gerir tudo, ficam aqui algumas delas, a ver se ao menos não me esqueço de lá ir. :)
Exposição de fotografia “Olhar Catalão em Terras Lusas” de Enric Vives-Rubio - 17 a 30 de Março
Daniel Blaufuks - O Ofício de viver / The Business of Living - 17 Março a 29 Maio
E há mais umas mil, or so. Mas não se pode pôr tudo aqui, não é?
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Ou é do sol, ou só vejo coisas boas para pôr na agenda!
Só exposições de fotografia é um maná.
Não podendo gerir tudo, ficam aqui algumas delas, a ver se ao menos não me esqueço de lá ir. :)
Exposição de fotografia “Olhar Catalão em Terras Lusas” de Enric Vives-Rubio - 17 a 30 de Março
Daniel Blaufuks - O Ofício de viver / The Business of Living - 17 Março a 29 Maio
E há mais umas mil, or so. Mas não se pode pôr tudo aqui, não é?
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segunda-feira, março 15, 2010
Kind of pattern for a sunny day, yay
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Adoro cadeiras esgrouviadas
Pode uma lente mudar a forma como fotografamos? Se calhar pode. Da primeira vez que a usei houve logo quem reparasse nisso - ao contrário, digo. Assim
- É impressão minha ou mudaste de estilo?
- Hmm, pensei, de estilo acho que não, talvez de lente...
De cada vez que saio com a máquina juro que vou fotografar só com a 50mm (enquadrar o olho na lente, também é um bom exercício)
Wrong. Foi ao contrário e usei a grande, que começa justamente nos 55mm.
O resultado está à vista - e eu gosto.
Dá coisas diferentes, como estava luz deu para melhorar e já atinei melhor com ela. O resultado está aqui e realmente são (quase) só padrões. Não sei se foi do sítio, do olhar com que estava, do que me aparecia à vista. Mas elas aqui estão e é assim.
To be continued.

Lisboa, o que fazer às 6.15pm

Minimal squares
Lisboa, Parque do Tejo & Expo. Mais aqui.
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Adoro cadeiras esgrouviadas
Pode uma lente mudar a forma como fotografamos? Se calhar pode. Da primeira vez que a usei houve logo quem reparasse nisso - ao contrário, digo. Assim
- É impressão minha ou mudaste de estilo?
- Hmm, pensei, de estilo acho que não, talvez de lente...
De cada vez que saio com a máquina juro que vou fotografar só com a 50mm (enquadrar o olho na lente, também é um bom exercício)
Wrong. Foi ao contrário e usei a grande, que começa justamente nos 55mm.
O resultado está à vista - e eu gosto.
Dá coisas diferentes, como estava luz deu para melhorar e já atinei melhor com ela. O resultado está aqui e realmente são (quase) só padrões. Não sei se foi do sítio, do olhar com que estava, do que me aparecia à vista. Mas elas aqui estão e é assim.
To be continued.

Lisboa, o que fazer às 6.15pm

Minimal squares
Lisboa, Parque do Tejo & Expo. Mais aqui.
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Post para começar a semana
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- Não vale a pena lutar contra o tempo, nem contra as crianças. Primeiro, porque elas têm razão em tudo, segundo porque o tempo delas é o real, o da irrupção da vida, das flores que nascem, das nuvens que passam. O único tempo real é acordar de manhã, esfregar as mãos e dizer: vamos viver este dia.
Rui Chafes em entrevista ao JL (2007) - retirado do artigo Alegria, Alegria de André Belo da revista Intervalo Nº 4 (2010)
Citado do blog da Trama, livraria a que estou há séculos para ir.
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- Não vale a pena lutar contra o tempo, nem contra as crianças. Primeiro, porque elas têm razão em tudo, segundo porque o tempo delas é o real, o da irrupção da vida, das flores que nascem, das nuvens que passam. O único tempo real é acordar de manhã, esfregar as mãos e dizer: vamos viver este dia.
Rui Chafes em entrevista ao JL (2007) - retirado do artigo Alegria, Alegria de André Belo da revista Intervalo Nº 4 (2010)
Citado do blog da Trama, livraria a que estou há séculos para ir.
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domingo, março 14, 2010
Para uma teoria do retrato
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I
Retratos. Não costumo fazer muitos, por timidez, acho, mas gostaria de os fazer. Acontece-me por vezes ver alguém passar na rua e imaginar
- Desculpe, posso tirar-lhe um retrato? É que tem uma cara lindíssima e gostaria de o/a fotografar!
Por razões óbvias(?) nunca o fiz. Às vezes juro, em relação a determinadas pessoas, que é desta que lhes vou pedir. (So far, em vão.)
II
No outro dia dei por mim fechada numa sala de reuniões. Grupo grande, assuntos esotéricos, a máquina ao meu lado. A sala estava disposta em quadrado e foi uma festa. Tirei retrato sobre retrato (com a 55-250mm é o delírio), fui adorando algumas das caras à minha volta. Tudo isto sem os próprios repararem - de barriga cheia.
Dias depois, após postas as fotos na internet, veio a reacção dos retratados.
Diz-me uma amiga (lindíssima, que me fartei de fotografar):
-Adorei o teu retrato, sabes? É que não é muito comum fotografarem-nos enquanto estamos a pensar, e isso num certo sentido é uma altura muito íntima...
III
Peguemos então no tema: intimidade.
Um retrato pode ser uma coisa íntima. Mas confesso que na maioria deles, em especial nos retratos sorridentes, nem sempre vejo uma coisa assim.
Há uns meses, um grande amigo casou-se. Uma das fotos (ou a foto) do casamento foi um retrato dele, ainda na fase solteiro, em que aparece de olhos fechados.
Nunca tinha pensado nisso até então. Mas não, um retrato de olhos fechados pode não ser um retrato ao lado. Naquele caso, o retrato de olhos fechados é o retrato, a foto mais íntima e das mais bonitas que vi.
Talvez pela introspecção, pelo silêncio, pela intimidade consigo próprio - e nos olhos fechados uma certa recusa do público, de quem está a olhar. Naquele retrato é só ele - e não há nada mais íntimo do que isso.
IV
Na 6.ª feira acho que me lembrei de tudo isto de repente.
Foi no meio de um teste à máquina ou a mostrar como se faz, e tirei um retrato à pessoa a quem explicava.
Pensei então que quero fazer um retrato assim: um retrato de olhos fechados onde não se veja mais do que quem está. E isso é a prova última de um retrato na intimidade.
...
I
Retratos. Não costumo fazer muitos, por timidez, acho, mas gostaria de os fazer. Acontece-me por vezes ver alguém passar na rua e imaginar
- Desculpe, posso tirar-lhe um retrato? É que tem uma cara lindíssima e gostaria de o/a fotografar!
Por razões óbvias(?) nunca o fiz. Às vezes juro, em relação a determinadas pessoas, que é desta que lhes vou pedir. (So far, em vão.)
II
No outro dia dei por mim fechada numa sala de reuniões. Grupo grande, assuntos esotéricos, a máquina ao meu lado. A sala estava disposta em quadrado e foi uma festa. Tirei retrato sobre retrato (com a 55-250mm é o delírio), fui adorando algumas das caras à minha volta. Tudo isto sem os próprios repararem - de barriga cheia.
Dias depois, após postas as fotos na internet, veio a reacção dos retratados.
Diz-me uma amiga (lindíssima, que me fartei de fotografar):
-Adorei o teu retrato, sabes? É que não é muito comum fotografarem-nos enquanto estamos a pensar, e isso num certo sentido é uma altura muito íntima...
III
Peguemos então no tema: intimidade.
Um retrato pode ser uma coisa íntima. Mas confesso que na maioria deles, em especial nos retratos sorridentes, nem sempre vejo uma coisa assim.
Há uns meses, um grande amigo casou-se. Uma das fotos (ou a foto) do casamento foi um retrato dele, ainda na fase solteiro, em que aparece de olhos fechados.
Nunca tinha pensado nisso até então. Mas não, um retrato de olhos fechados pode não ser um retrato ao lado. Naquele caso, o retrato de olhos fechados é o retrato, a foto mais íntima e das mais bonitas que vi.
Talvez pela introspecção, pelo silêncio, pela intimidade consigo próprio - e nos olhos fechados uma certa recusa do público, de quem está a olhar. Naquele retrato é só ele - e não há nada mais íntimo do que isso.
IV
Na 6.ª feira acho que me lembrei de tudo isto de repente.
Foi no meio de um teste à máquina ou a mostrar como se faz, e tirei um retrato à pessoa a quem explicava.
Pensei então que quero fazer um retrato assim: um retrato de olhos fechados onde não se veja mais do que quem está. E isso é a prova última de um retrato na intimidade.
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