Como é da praxe, hoje toda a gente tem de escrever sobre a
Mais uma vez, e para não variar, vejo-me a fazer parte de uma minoria
Em termos de "opinião" (que não o é, como vão ver) parece-me que este assunto é claro, clarinho e acho que uma simples explicação declarativa pode bastar.
Por isso, e como também não tenho a pretensão de inventar a roda, aqui ficam duas "crónicas" alheias. Da esquerda à direita: uma do 31 da Armada, a outra da Fernanda Câncio.
A mais forte vem da Fernanda Câncio, e não posso deixar de subscrever na íntegra (em tudo). A fonte é o que é, mas do ponto de vista dos princípios ela está carregada de razão - e não se pode deitar fora os princípios, só porque vêm de um hipotético "inimigo" - ou pode?
No fundo é mesmo isso que, embora não o assumindo, está toda a gente a discutir.
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*e não, não se trata de um modelo automóvel.







