sexta-feira, julho 04, 2008
Não gosto nada de me desfazer em disparos*
Lembro-me de quando fui a Bruxelas. Um fim de semana, tão pequeno. Voltei de lá a pensar: eu não sou isto, eu não sou só isto. Havia mais e muito mais e foi com isso que me reencontrei. Acho que precisava de outro fim de semana desses.
Eu não sou só isto é coisa que, ao que parece, tenho de me lembrar a mim própria, constantemente e com força. Ao que parece, também, agora ando muito esquecida. Bastante esquecida mesmo.
Riga (e Riga! é o sítio, é aquele sítio, onde nem importa tanto o lugar) vai-me fazer mesmo bem.
So I hope & long for.
Ps-pois, e realmente não sei - mas desconfio. [Encontrado enquanto andava à procura * de memória, desta frase do Bernardo: -Eu também não, mas às vezes parece que... olha, nem sei!]
...
Cuidado com o cão
Estou rabugenta, aborrecida, universalmente desmoralizada. Começo a achar que não vale a pena fazer nada, porque nada vale a pena.
O pior é que também os outros me vão dando razão nisto.
Fuck! Preciso mesmo de férias* - e sejam mesmo elas a solução.
[*Será que também pode haver férias emocionais? E será que podemos tirar férias de nós próprios?]
quinta-feira, julho 03, 2008
Nachtzug nach Lissabon's mood
É sem dúvida uma prova inequívoca de que existo e de que o meu corpo permanece mesmo durante o sono.
Apontamento
Cansam-me as agendas estafadas. Só mostram quão velhas as pessoas estão - independentemente da idade.
terça-feira, julho 01, 2008
sexta-feira, junho 27, 2008
E diurno também...
O Nachtzug nach Lissabon, chegado há uns tempos de Munique, e só a muito custo legível, transformou-se neste Comboio nocturno para Lisboa.
Curiosamente, tem amplas citações de um livro português, que até na língua mãe custam a ler. Quanto mais...
Estou a adorar. Lisboa vista de fora é sempre qualquer coisa de inigualável. Mágico.
Dada a velocidade habitual, 3 dias significam... 118 páginas. Nada mau!
O próximo já espera, e no mesmo registo (que bom!): o Requiem, do Tabucchi.
Será correcto dizer que adoro meditar na minha cidade, e observar a sua vida do lado de fora?
Just a thought
A nossa utilidade laboral pode também ser medida em termos de "o quanto fica por fazer quando não estamos cá".
Por nada mais ser preciso dizer, I rest my case.
quinta-feira, junho 26, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
Um péssimo optimismo...
Gravíssimo! Só mostra que há 15% de portugueses que andam mesmo a dormir...
Girlish as can be
A minha mãe fez-me este "estojo" para guardar as bijuterias e objectos afins. E pronto, gaja que é gaja tem de se render as estas coisas. Pinky as can be! :D
domingo, junho 22, 2008
Too much domestic life will make you feel like a broken microwave
Incompatibilidade
Dear god, please, salva-me dos enxovais e lavores afins... :s
sexta-feira, junho 20, 2008
Il tiffo é una malatia...
Sportfreunde Stiller, 54 74 90 2006
Depois do desaire de ontem (:sss), só me resta, num último laivo de fair play, pôr aqui a música que era o hino quase oficial do Campeonato do Mundo de 2006, na Alemanha. Basicamente, a letra era uma "feliz" previsão:
1954, 1974, 1990, 2006,
we're singing all the way!
With the heart in our hands
and passion in our legs,
we will be world champions!
Digamos que a coisa não lhes correu propriamente bem - mas rapidamente substituíram um 2006 por 2010. Vamos fazer o mesmo? ;)
Ps-a partir de ontem, é oficial: estou a tiffar pela Itália! Vediamo... ;)
quinta-feira, junho 19, 2008
A bird in the cage, at the beach
Uma foto lindíssima que encontrei no outro dia.
Do meu amigo Xico, claro está! :)
E é a Praia Grande... fez-me lembrar o Lido de Veneza.
quarta-feira, junho 18, 2008
Forza Azzurri!!!
Forza Azzurri!!!
E sim, é esta a Itália de que eu tanto gosto!!!
(Não tantas outras, infelizmente... :s)
terça-feira, junho 17, 2008
sábado, junho 14, 2008
E agora, UE, que mais se vai inventar?
Quase se pode estabelecer uma regra: sempre que o Tratado/Constituição europeus vão a votos, é o descambar.
Já votaram não a Irlanda (duas vezes), a Dinamarca, Suécia, França e Holanda. E se houvesse referendo, quantos mais seriam? Fácil de resolver: acabe-se com o referendo. Lógico, não?
Mas há um outro problema que subsiste: porque este divórcio tão grande? Porque é que, com melhores ou piores razões de voto (mas o voto é assim!) os cidadãos insistem em não concordar? Isso, sim, deveria merecer reflexão.

Em vez, reflecte-se cada vez mais na desnecessidade do voto popular, no erro que é o referendo, na incapacidade dos eleitores para decidir, na ignorância geral sobre o tema. Todos estes até podem ser verdade, mas então abolir-se-ia a democracia de todo - quando se vota nas eleições nacionais, que mais se sabe? Que difere disto?
Como europeísta (embora com fortes críticas nalguns pontos) não deixo de ficar apreensiva com este impasse, com estes desenlaces. Mas aparentemente não há volta a dar. Tenta-se virar as costas às pessoas, a UE já é aquela coisa opaca (a Comissão, então, completamente obscurantista) mas alguma coisa a há-de sempre travar. Desta vez foi a constituição irlandesa - mas podia ter sido qualquer outra coisa. Ignore-se a constituição? Ou ignore-se a Irlanda? Ou insista-se até cansar?
Para os defensores da UE, qualquer destas parecem as hipóteses mais possíveis, ironicamente...








