Cowman ou vaca andante
(ou como dizia alguém: transportar uma espinha dorsal às costas)
Mercado do Bolhão, Porto
Norte norte
Assinem a petição contra o crime a demolição do Mercado do Bolhão: www.petitiononline.com/ptratt/petition.html
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Não devemos olhar para as pessoas como se elas fossem apenas um pedaço de carne
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
+ Paladar (Feliz Dia dos Namorados!)
Montra de um talho
Mercado do Bolhão, Porto
Norte norte
Digam lá se não dá outra imagem da carne de porco??? Ehehehe!
Ps-Já agora, assinem aqui a petição contra o crime a demolição do Mercado do Bolhão.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
A Ervilha vai ao Porto
Ervilhamaravilha reflectida (ver fotos)
Bairro da Sé, Porto
Norte norte
Até (ou sobretudo) pela sua simplicidade, adoro esta foto.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
La meglio... Italia

Rialto - L’acqua alta a Venezia
(Archivio Graziano Arici)
Retirada desta fotogaleria, parte deste excelente dossier do L'Espresso. Que me fez lembrar, obviamente, o filme "La meglio giuventù" e ficar com vontade de rever aquelas seis empolgantes horas de uma assentada só.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Porto stories
Get the most, as well!
And if we did it, oh yes we did! :)
(Frente à Igreja de S. Francisco.)
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Cada um é pro que nasce
...
Durante a campanha para a CML uma amiga lembrou-se, a respeito de uma candidata: -Se tanto lhe chamam arquitecta, mas o que é que ela já arquitectou? A resposta não era fácil, há que dizer.
Já o nosso Primeiro não deixa créditos por mãos alheias. Enquanto meio país duvidava que fosse sequer engenheiro, ora toma!, vejam pois as mil coisas que já enginheirou!
Quando todos pensávamos que governava de forma caótica, eis que ser percebe que estar de PM é mesmo a forma de causar menos estragos ao país.
Do mal o menos! A inginheirar e que não...
Durante a campanha para a CML uma amiga lembrou-se, a respeito de uma candidata: -Se tanto lhe chamam arquitecta, mas o que é que ela já arquitectou? A resposta não era fácil, há que dizer.
Já o nosso Primeiro não deixa créditos por mãos alheias. Enquanto meio país duvidava que fosse sequer engenheiro, ora toma!, vejam pois as mil coisas que já enginheirou!
Quando todos pensávamos que governava de forma caótica, eis que ser percebe que estar de PM é mesmo a forma de causar menos estragos ao país.
Do mal o menos! A inginheirar e que não...
quinta-feira, janeiro 31, 2008
O corpo, mais uma vez
...
Sempre tive uma questão com o corpo. Não o meu em especial, não tinha nada de concreto que me afligisse. Era mais geral, sobre o conceito da coisa.
Lembro-me de ter chamado ao corpo um envelope que nos envolve e guarda o espírito. Sobretudo faz-me confusão a sua possível destruição.
Normalmente não o pensamos, não damos por ele. Mas é impossível continuar impassível quando entra em falência. Quando dá sinais.
Quando nos causa mal estar, sem que saibamos porquê. Quando nos obriga a parar, quando nos turva a visão, nos faz sentar à espera que tudo pare de girar. E depois tudo junto numa confusão de factores que podem ou não estar ligados. E vá-se lá saber!
O pior é que está largamente demonstrado (também de mim a mim mesma) que esta dualidade não faz sentido. Que corpo e mente não estão dissociados, não são dissociáveis. Quando um dá sinais, isso já vem ou ainda vai para o outro - e é que não falha.
Sempre tive uma questão com o corpo. Não o meu em especial, não tinha nada de concreto que me afligisse. Era mais geral, sobre o conceito da coisa.
Lembro-me de ter chamado ao corpo um envelope que nos envolve e guarda o espírito. Sobretudo faz-me confusão a sua possível destruição.
Normalmente não o pensamos, não damos por ele. Mas é impossível continuar impassível quando entra em falência. Quando dá sinais.
Quando nos causa mal estar, sem que saibamos porquê. Quando nos obriga a parar, quando nos turva a visão, nos faz sentar à espera que tudo pare de girar. E depois tudo junto numa confusão de factores que podem ou não estar ligados. E vá-se lá saber!
O pior é que está largamente demonstrado (também de mim a mim mesma) que esta dualidade não faz sentido. Que corpo e mente não estão dissociados, não são dissociáveis. Quando um dá sinais, isso já vem ou ainda vai para o outro - e é que não falha.
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pessoal e intransmissível
quarta-feira, janeiro 30, 2008
segunda-feira, janeiro 28, 2008
Coisas que acontecem
...
Ontem houve tiroteio junto à estação da CP de Rio de Mouro. Saldo: dois mortos.
Uns miúdos. Os que morreram, tinham à volta de 20 anos; o suspeito: 17 a 18 anos, preso hoje em casa. Só me vem uma frase: que desperdício de energia.
Bom, é só a estação onde todos os dias apanho o comboio. Hoje de manhã estava calma, à excepção dos muitos jornalistas que filmavam... uma estação de comboio. Hmm, muito interessante.
Ainda assim, considero que este tiroteio por lá é no mínimo pouco simpático.
Arranjem lá outras formas de se divertir, sobretudo sem desperdiçar tanta energia.
Que cena!
Bom, por fim haja maneira de rir da miséria nacional.
As urgências - que mais? Não vi o original, mas confio na reprodução do Gato Fedorento.
-Bombeiros de Mafamude?
Ontem houve tiroteio junto à estação da CP de Rio de Mouro. Saldo: dois mortos.
Uns miúdos. Os que morreram, tinham à volta de 20 anos; o suspeito: 17 a 18 anos, preso hoje em casa. Só me vem uma frase: que desperdício de energia.
Bom, é só a estação onde todos os dias apanho o comboio. Hoje de manhã estava calma, à excepção dos muitos jornalistas que filmavam... uma estação de comboio. Hmm, muito interessante.
Ainda assim, considero que este tiroteio por lá é no mínimo pouco simpático.
Arranjem lá outras formas de se divertir, sobretudo sem desperdiçar tanta energia.
Que cena!
Bom, por fim haja maneira de rir da miséria nacional.
As urgências - que mais? Não vi o original, mas confio na reprodução do Gato Fedorento.
-Bombeiros de Mafamude?
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no comments
domingo, janeiro 27, 2008
Viva!*
...
Viva os fins de semana cheios e de sol!
Viva o pão fresco, as colinas de sol de Lisboa. Viva a pobre Feira da Ladra, os montes de lixo à venda, as quinquilharias, os restos de vidas antigas. Viva o sol e o panteão, as paredes e os graffitti, viva o Jardim das Pichas Murchas e todo o Bairro de Alfama.
Viva os químicos e as fotos, as coisas bem feitas e mal feitas, agitações de cinco minutos ou de trinta em trinta segundos. Viva a ginjinha do Rossio, as coisas de gaja e as compras, os jantares em boa companhia. Viva as festas e as noites, a música e os copos, o deitar exausta e acordar num novo dia de sol.
Viva! Pimm!!!
*forma verbal também.
[E nem uma foto para mostrar. O filme não perde pla demora!!!]
Viva os fins de semana cheios e de sol!
Viva o pão fresco, as colinas de sol de Lisboa. Viva a pobre Feira da Ladra, os montes de lixo à venda, as quinquilharias, os restos de vidas antigas. Viva o sol e o panteão, as paredes e os graffitti, viva o Jardim das Pichas Murchas e todo o Bairro de Alfama.
Viva os químicos e as fotos, as coisas bem feitas e mal feitas, agitações de cinco minutos ou de trinta em trinta segundos. Viva a ginjinha do Rossio, as coisas de gaja e as compras, os jantares em boa companhia. Viva as festas e as noites, a música e os copos, o deitar exausta e acordar num novo dia de sol.
Viva! Pimm!!!
*forma verbal também.
[E nem uma foto para mostrar. O filme não perde pla demora!!!]
Chemical photo lab
...
E pronto, agora devo ser mesmo fotógrafa encartada: fotografar em filme, preto e branco, rolo cromo, e ir depois para o laboratório myself revelar.
Gostei de adivinhar as fotos ainda no negativo e estou ansiosa por ver como ficaram. Mas não resisti a perguntar se podia trazer logo o negativo e digitalizá-lo num scanner, em vez de esperar para imprimir.
(Não, acho que o filme não é mesmo pra mim. E o que vale é que a Tânia (Body Landscapes - ver blogue) fez as contas todas das doses dos químicos, senão... nem quero imaginar!)
E pronto, agora devo ser mesmo fotógrafa encartada: fotografar em filme, preto e branco, rolo cromo, e ir depois para o laboratório myself revelar.
Gostei de adivinhar as fotos ainda no negativo e estou ansiosa por ver como ficaram. Mas não resisti a perguntar se podia trazer logo o negativo e digitalizá-lo num scanner, em vez de esperar para imprimir.
(Não, acho que o filme não é mesmo pra mim. E o que vale é que a Tânia (Body Landscapes - ver blogue) fez as contas todas das doses dos químicos, senão... nem quero imaginar!)
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luz luz luz,
photographic poetry
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Portugal - Itália
Enquanto no parlamento português se discutiam coisas tão emocionantes como o Alviela e Alcanena (será que esta foi a semana dos Al e pra semana segue com os B?), em Itália era tudo muito mais animado. Entre estalos, apupos e insultos o governo caía, um deputado era levado para o hospital, enquanto outros faziam a festa com champagne e presunto.
Por cá, no Parlamento, os poucos que restavam dormiam. Definitivamente, não há condições.
Como diz a Tita, Portugal e Itália são demasiado parecidos. Chega a ser assustador.
Cartoons do L'Espresso, aqui.
Por cá, no Parlamento, os poucos que restavam dormiam. Definitivamente, não há condições.

Como diz a Tita, Portugal e Itália são demasiado parecidos. Chega a ser assustador.
Cartoons do L'Espresso, aqui.
Amnistia Internacional - televendas
Gosto especialmente da parte:
-E é fácil de usar?
- Claro! O que é que acha que usam as crianças-soldado na Libéria e no Congo?
quinta-feira, janeiro 24, 2008
18h50
...
São 18h50. No parlamento o plenário funciona ainda, entre cadeiras vazias e discute-se a poluição em Alcanena.
(Hoje, horas antes, tinha-se discutido já a poluição no rio Alviela.)
Mas ainda há algo que possa dizer-se sobre as prioridades deste país??
(ups, esqueci-me das aspas)
São 18h50. No parlamento o plenário funciona ainda, entre cadeiras vazias e discute-se a poluição em Alcanena.
(Hoje, horas antes, tinha-se discutido já a poluição no rio Alviela.)
Mas ainda há algo que possa dizer-se sobre as prioridades deste país??
(ups, esqueci-me das aspas)
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Este país é uma anedota
SNS para todos
terça-feira, janeiro 22, 2008
Formas redondas em buracos quadrados
Detesto coisas que não são assumidas, manobras subliminares, lutas contra forças ocultas e difusas, que mal se percepcionam, quanto mais poder vê-las.
Sinto-me uma forma redonda em buracos quadrados, que é um modo de dizer que há coisas que não encaixam.
Bah.
E hoje detesto muita coisa, entedia-me, chateia-me, amassa-me, deixa-me sem vontade. "Dói-me a cabeça e o universo" (Pessoa) e irrita-me tudo isto à minha volta.
Se isto fosse um país, também.
Bah.
Sinto-me uma forma redonda em buracos quadrados, que é um modo de dizer que há coisas que não encaixam.
Bah.
E hoje detesto muita coisa, entedia-me, chateia-me, amassa-me, deixa-me sem vontade. "Dói-me a cabeça e o universo" (Pessoa) e irrita-me tudo isto à minha volta.
Se isto fosse um país, também.
Bah.
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formas redondas em buracos quadrados
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Everyday, everyday
"You can lead a horse to water, but you cannot force him to drink."
Pra mal dos meus pecados, parece que este se tornou num fardo diário (embora parcial, felizmente). E o laivo de resistência que me resta é apenas a segunda parte da expressão.
Haja paciência.
(Respirar fundo e contar até três. Agora até já vai no automático. Ai, o que me havia de calhar na rifa... :s)
Pra mal dos meus pecados, parece que este se tornou num fardo diário (embora parcial, felizmente). E o laivo de resistência que me resta é apenas a segunda parte da expressão.
Haja paciência.
(Respirar fundo e contar até três. Agora até já vai no automático. Ai, o que me havia de calhar na rifa... :s)
terça-feira, janeiro 15, 2008
On freshness and energy
Há momentos em que me sinto útil, interessada, com vontade de fazer coisas.
Pessoas novas são sempre úteis, quebram a rotina e o tédio pré-estabelecidos. Sobretudo a lassidão. Fazem-nos bem. A novidade e a frescura nunca são demais - há é que procurar conservá-las.
Pessoas novas são sempre úteis, quebram a rotina e o tédio pré-estabelecidos. Sobretudo a lassidão. Fazem-nos bem. A novidade e a frescura nunca são demais - há é que procurar conservá-las.
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somehow hybrid
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