domingo, dezembro 30, 2007

A chave

"We are all in the gutter, but some of us are looking at the stars."
Oscar Wilde

E não é mesmo esta a verdade?

sexta-feira, dezembro 28, 2007

I ate this


I ate this, originally uploaded by A Outra Voz.

Toda a gente sabe que no Natal se ingerem coisas, substâncias estranhas. Mas há limites! (haverá?)
No pós Natal, a coisa parece que não melhora. Uma das coisas que ingeri foi isto, ao jantar. Quem adivinha?
Ps-miam miammm!

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Cenas da vida familiar

No Natal é época de estar em casa, com a família, em ambiente doméstico.
Como a minha é pequena, bem pequenina, a privacidade d@s intervenientes tem de ser preservada. Aqui fica, pois, o que é possível mostrar. (Com um elemento -e meio- em falta, mas que a seu tempo aqui estarão.)


Shiny Happy
A F. estava estranhamente brilhante.

A T. divertia-se a apanhar sol na nossa "esplanada" privada.
A leg
Slipper
(Oops, teve de ser em duas peças.)

E pronto, @ outr@ element@ mais o meio a seu tempo cá virão.
Está (quase) apresentada a famelga.

terça-feira, dezembro 25, 2007

Afinal

...
Afinal este acabou por ser um dos melhores natais de sempre. Sobretudo (e sem cair em clichés), sem dúvida um dos mais verdadeiros. Não houve correrias, não houve presentes comprados a metro, não houve a casa cheia de tralhas e doces. Os sms que enviei foram menos de 10 e todos directos a quem eu queria.
A tarde do 24 foi bem passadinha ao sol, na esplanada e na praia, e isso sim, foi em cheio.
Houve visitas, presentes, conheceram-se pessoas novas, verificou-se a "mesmicidade" das... antigas. E já está.

Nunca comprei tão poucos presentes (apesar de gostar de todos os que vou e irei dar), nunca passei o Natal com tão pouca gente, parece-me. Mas como quantidade não é qualidade... viva o Natal assim.


Para rir, fica a frase do ano (via telefone), pela eterna criança (de 60 anos):

-Ó Carla, tou a ver-me ao espelho com a camisa que me deste. Que categoria, tou mesmo bonito!!!!...

O Natal foi mesmo passado a sorrir. :D

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Feliz Natal!! Merry Christmas!!!


Merry Christmas!, originally uploaded by A Outra Voz.

By the beach, taken today.
Praia de Magoito


Merry Christmas!!!, originally uploaded by A Outra Voz.

Warm up your heart!

...
MorrisseyMorrisseyMorrisseyMorrisseyMorrissey
Senz'altro, repeat mode ao infinito.
E é impossível não me lembrar do Didzis, que foi quem mo deu a conhecer.
E em muito boa hora!

Ps-é que já estou farta das deprês dos outros que, afinal, mais não são do que modos permanentes (e imóveis) de ser.

Dúvida legítima

...
Será que já houve um tempo em que tudo isto fazia mais sentido?

sábado, dezembro 22, 2007

Blub bulb bulb


Blub bulb bulb, originally uploaded by A Outra Voz.

Para acabar.


Water - still, originally uploaded by A Outra Voz.

Água, fonte da vida I


Frozen water, originally uploaded by A Outra Voz.

Sempre um bom objecto para fotografar.
Já estafado, mas continua a funcionar.

Este Natal

...
Este Natal ninguém parte e ninguém fica, ninguém chega e ninguém vai.
Não sinto a quadra no ar, nem para os meus já baixos níveis.
A lista de família ou relativos continua a encolher cada vez mais, chegando a números inimagináveis - e o pior é que isso não parece necessariamente mau.
Hmmmm. Season's greetings para vocês também - o que quer que isso queira dizer...

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Enquadradilhados

Centre Belge pour la Bande Dessiné
Bruxelles

ps-já viram em baixo? É o foguetão do Tintin!!! :D

terça-feira, dezembro 18, 2007

Sweet melancholy

...
Back in the day you had been part of the smart set
You'd holidayed with kings, dined out with starlets
From London to New York, Cap Ferrat to Capri
In perfume by Chanel and clothes by Givenchy
(...)
Armed only with a cheque-book and a family tree

...
A Lady of a certain age, dos divinos The Divine Comedy

[Onde eu me descubro]

.......
Kosovo: um puzzle sem lugar para todas as peças

Se os albaneses auto-declararem a independência, que será dos sérvios kosovares? Que será das outras minorias no Kosovo? Será que a intervenção internacional teve por fim dar a independência à província, e sem sequer garantir que respeitem os direitos das minorias presentes no território?




Os albaneses crêem ter a legitimidade de quem lutou uma luta de independência –o que não foi o caso. Lutaram, sim, por uma igualdade de direitos, por verem os seus direitos respeitados. Mas não pela independência. Mas ao longo destes anos nunca ninguém parece ter tido vontade de lhes explicar isso. A situação, agora, parece caminhar para um abismo sem retorno.

Alguém dizia que é muito ténue a linha que separa um herói de um criminoso de guerra. Alguém que participa num conflito não sabe como depois o vão encarar

Muitas vezes, no entanto, essa fina separação não cabe sequer, à qualificação das acções que cada um levou a cabo. Decide-se depois, em jogos políticos, geoestratégicos e fica estabelecido, sem mais contestações.

Podia aplicar esta distinção a tantas situações internacionais, mas escolho uma, bem perto de nós: a questão do Kosovo e ao partido óbvio que a comunidade internacional tomou contra a Sérvia e a favor dos albaneses. (...)


Continuar a ler.
Ps-Onde eu me descubro! Por exemplo, aqui.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Lema de vida - ou de vidinha, mas cá pro burgo chega

....
1. Para quê pensar, quando se pode sempre copiar?

2. Se alguém diz alguma coisa sobre isto, é porque deve saber do que fala. Como eu não sei do que falo (nem perceberia se lesse o que os outros escreveram), limito-me a dizer que está certo. Para fundamentar, basta-me dizer que é o que os outros também defendem.
3. Se é tão mais fácil acreditar, para quê duvidar?
4. Duvidar e criticar supõe ter posição. Aceite-se, pois.
5. Se alguém não concordar comigo, que prove que não estou certa (o que sucede por definição, inilidível, aliás).
6. Se acho que sim, é porque sim. E se me "parece", é (pelo menos) já três vezes uma certeza.


Se alguém que fica tão feliz por viver nisto tudo... pois que seja. And then again: Ámen!

Bibliotecas públicas? Pagam como os outros...

Através da Directiva 92/100/CEE, de 19 de Novembro de 1992, passou a estabelecer-se que as bibliotecas públicas teriam de pagar aos autores pelas obras que emprestam.
Isso mesmo. E empréstimo gratuito. Portugal ainda tentou isentar as bibliotecas desse pagamento; assim, não estariam obrigadas a pagar as "
bibliotecas públicas, escolares, universitárias, museus, arquivos públicos, fundações públicas e instituições privadas sem fins lucrativos".

A Comissão achou mal e intentou uma acção por incumprimento. Portugal foi condenado a emendar esta legislação.

De pouco lhe valeu argumentar que era
o já fraco acesso à cultura que ficava em causa, que passaria a haver cidadãos e estabelecimentos discriminados, que não fazia sentido obrigar estas entidades a pagar porque, além de já elas não terem lucros e de terem previamente pago as obras que emprestam, todas prosseguiam fins culturais igualmente louváveis.

Responde o Tribunal
: "
já foi decidido que o artigo 5.°, n.° 3, da directiva autoriza, mas não obriga, um Estado‑Membro a prever uma isenção para determinadas categorias de estabelecimentos. Por conseguinte, se as circunstâncias prevalecentes no Estado‑Membro em questão não permitirem determinar os critérios pertinentes para efectuar uma distinção válida entre as categorias de estabelecimentos, há que impor a todos os estabelecimentos em causa a obrigação de pagar a remuneração".

Olha muito obrigadinha. Essa realmente é muito boa.


Mas não falamos em abstracto. De acordo com a proposta de lei agora em discussão, já em especialidade, passarão a pagar pelas obras que emprestam as bibliotecas de museus, os arquivos públicos, fundações públicas e instituições privadas sem fins lucrativos.

Querem exemplos?
Biblioteca itinerante da Gulbenkian, biblioteca da Gulbenkian, bibliotecas de ONGs, bibliotecas de museus, centro especializados de documentação, etc, etc.

Isto é gravíssimo! Mas sou só eu que me preocupo com isto ou o resto anda mesmo tudo a dormir???

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Angry look


Angry look, originally uploaded by A Outra Voz.

Centre Belge pour la Bande Dessiné
Bruxelles

Não é um díptico nem tem montagem, foi naturalmente capturado assim.

Sabedoria popular

Já dizia a minha avó: "Albarde-se o burro à vontade do dono!"
Ora nem mais, se assim deve ser, assim seja, cá estarei.
E desta vez venceu mesmo o burro, embora noutro sentido semântico da palavra.
Ámen.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Cassete encravada

Sabemos que não estamos a ser produtivos quando:

- Ao que temos para fazer se sobrepõe sempre outra prioridade;
- Há mil e uma razões para não se poder começar de imediato;
- Deixamos de fazer coisas importantes porque "agora é que isto vai começar a render";
- Ainda pouco se fez e já não se pode ver a coisa à frente.

Pronto, há muitos mais, mas esses não partilho.
Que seca!!! :s