quarta-feira, dezembro 12, 2007

Cassete encravada

Sabemos que não estamos a ser produtivos quando:

- Ao que temos para fazer se sobrepõe sempre outra prioridade;
- Há mil e uma razões para não se poder começar de imediato;
- Deixamos de fazer coisas importantes porque "agora é que isto vai começar a render";
- Ainda pouco se fez e já não se pode ver a coisa à frente.

Pronto, há muitos mais, mas esses não partilho.
Que seca!!! :s

quinta-feira, dezembro 06, 2007

In Dublin, fair city


Dublin, fair city, originally uploaded by A Outra Voz.

Dublin, Ireland, Set. 07

In Dublin's fair city,
Where girls are so pretty,
I first set my eyes on sweet Molly Malone


A picture from my last trip, preparing for the next. Tomorrow! :)

As coisas

Sãos boas ou más, às vezes apenas pelos nomes que lhes chamamos. À causa de uma pseudo-frustração alguém reage com a alegria de quem gostaria de ter lá estado, e no entanto. Pois, depende sempre da forma que se dá.
Se calhar nunca fui grande transformista, esse é o problema.
Às vezes ajuda.

Outros - Às vezes fica-se com uma ruga no rosto ao saber que afinal há coisas que não vão mudar no futuro. E agora. Bolas. Não teve mesmo graça nenhuma.

modenamodenamodena

Música quente apara animar dias frios (de humor, até).
A ver se sai de vez, este spleen bah que sem razão me invade.
Falta de sol?

terça-feira, dezembro 04, 2007

Pensamento muito zen

...
Não vale a pena, não estou pra isso.
Quero lá saber! No fundo até seria ridículo estar a irritar-me com
um insecto.

domingo, dezembro 02, 2007

No meio está apenas o vazio


1.
Temos instituições democráticas, órgãos de poder nacionais, órgãos de fiscalização e poder local. Mas o que fica no meio?
Participar em eleições, através do voto, não é suficiente. Votamos de quatro em quatro anos, ou de cinco em cinco, votamos quase todos os anos. Mas o nosso voto nada controla e nada indica. Dá sinais, isso sim, a alguém, que os interpreta muitas vezes no sentido de "Agora é a minha vez". Individual ou colectivamente, o mandato está formado e muito pouco determina o seu norte durante esse tempo. Votar é um direito e um dever, vote-se. Mas isso só não chega.


2. Que fica de nós depois de votar? Onde podemos participar e fazer ouvir a nossa voz?
Não sei e era esta a pergunta que gostava de ver respondida. Mais do que respondida, satisfeita.
As instituições intermédias, a chamada "sociedade civil" ouve-se e faz-se sentir cada vez menos. Muitas vezes, ou é criada, ou serve interesses políticos, numa plataforma quase assumida de alargamento de bases. Não é disso que precisamos.


3. Que é feito das instituições locais? Que é feito de fóruns locais catalisadores de acções individuais? Onde está o espaço para os cidadãos se manifestarem, se fazerem ouvir enquanto tal?
A era da globalização poderia ter tornado isto tudo possível. Poderia ter aproximado, tornado eficaz uma sintonia de vozes com mais meios para se fazer ouvir.
Em vez disso, o sistema económico explora cada vez mais a noção exclusiva do "eu" que há em cada um, como
plataforma única de satisfação das necessidades.
Este "eu", sempre espicaçado, com necessidades pessoais cada vez maiores, só se satisfaz através do consumo, da construção de uma personalidade cada vez mais moldada em sinais exteriores.


4. Que é feito dos fóruns de participação? Onde os temos nós? Como os construir? Como acreditar que a soma de várias acções individuais pode realmente fazer a diferença? Que se só nos manifestarmos em urna nada disto faz sentido?
Onde está esta tão falada sociedade civil?
O problema é que não sei. Tenho pistas, ideias fortes acerca da sua construção. Será possível? Estamos numa fase tal que só me é possível acreditar.

sexta-feira, novembro 30, 2007

As pessoas boas vão para o céu

)o(

Panteão....Lights and shadows

As que são más, mas que disfarçam bem, vão para o Panteão.

Panteão Nacional, Lisboa

Que linda, que linda, que linda!!!*

* Eu, é óbvio!!!
Não é que hoje fui mesmo à natação??? :DDDD
Ontem fiz o que tinha a fazer, ainda sobrou tempo para um copo depois dos compromissos e hoje às 6h50 já estava a saltar da cama.
Yuppi yuupi me!
Pronto, amanhã levantar às 5h já nem vai custar nada.
(Ouch! :s Ai não que não vai... :S)

Preguiça: 0 - Eu: 100000!!!

quinta-feira, novembro 29, 2007

A maratona

Está em curso, tem durado toda a semana. Não começou pelo melhor, o número diário de horas dormidas não há meio de aumentar.
Até agora tem sido o pleno, não há nada que tenha falhado.
A prova de fogo será amanhã, começa (desejavelmente) às 6h30 (a.m)... Let's see!
E culmina no sábado, antes das 5h (a.m.)... :s E não, não é prolongamento de noitada.
Ouch! :S

quarta-feira, novembro 28, 2007

Lisboa, és tão boa!

......
Agora que tenho saudades de estar fora, lembro-me quando estava fora era disto que tinha saudades.

I-scream

The 3rd eye - and the 4th, and the 5th...................Renault 4L.................
Mais aqui. Com este nome mesmo! :p

terça-feira, novembro 27, 2007

Dandy dandy me, oh dea'!


Once there was a time
When my mind lay on higher things
And once there was a time
I could find pretty words to sing
But now, well now I find
It saves time to say what you mean

The Divine Comedy, Becoming more like Alfie

Ouriço Caixeiro


Ouriço - Hedgehog, originally uploaded by A Outra Voz.

Parece, não parece?
Adivinhem lá o que é... ;)

From the Home Raiders series.

Para isto funcionar... tic tac tic tac


Descobri.
Ultimamente tenho andado a fazer cada vez mais coisas, e parece-me que no mesmo espaço de tempo. Até me espanto. Começo às vezes às 6h40 e acabo lá para o fim do dia. E quando perco uma dessas actividades das 8h30 (já em Lx, entenda-se), não resisto a ir no dia seguinte, de forma a não faltar.
Depois há ainda uma miríade de outras coisas.

Hoje descobri, por oposição, porque é que consigo fazer isso tudo.

Descuidei-me ontem à noite, deitei-me tarde. Hoje de manhã chapéu,
chapeau, nem de comboio vim e ainda tou um 'cadito baralhada.
Non più. Daqui para a frente continua a disciplina organizadinha, senão não faço nada disto - e ainda me transformo numa batata! :p

domingo, novembro 25, 2007

Cada vez mais

Cada vez mais pareço saber aquilo que quero, cada vez mais também aquilo que não quero. O que desgosto, aqui che non va, o que me irrita e que não pode mesmo ser.
Bom bom é depois encontrar alguém(s) que entenda, e confirmar por aí que um outro mundo é possível. Porque há coisas em comum, porque se pode ir além do óbvio, porque há coisas que sabem tão bem e têm mesmo de se fazer.

Por último, para pensar nisto tudo nada melhor do que um domingo preguiçoso, ainda com uma dorzinha de cabeça da bela ressaca da noite anterior, uma semana onde se fez uma loucura/disparate (you choose) assim daqueles - mas que até agora está a saber bem (espera pela pancada) e ainda mais coisas em volta.
Enfim, quem vier, verá.
:)

Iconographic Lisbon

Dizzy?

Square geometry

Era uma coisa que adoraria fazer.
Aqui ficam uns (humildes) contributos, desta vez arquitectonicamente falando.

Para as bandas da Feira da Ladra, no sábado passado.
A partir das 7h da manhã... brrr, que frio!!!!

sexta-feira, novembro 23, 2007

Du Portugal pour la Roumanie (retour)

Bixous, gros bisous, Luminita!!!! :))))

[Desta vez vai sem nome, pra próxima logo se vê]

Há gente indescritível. Oportunista, aproveitadora, que se serve de tudo como seu fosse, que usa todos os estratagemas para tirar proveito (próprio e pessoal) de tudo o que pode. Que não hesita em jogar (publicamente) num lado, depois no outro, num slalom simultâneo consoante as necessidades. Que asco.

[Felizmente nem sempre passam. Que haja alguém que, pelo menos uma vez lhes mostre bem: "
Aquí no pasarán!"]


Adenda* - a arrogância/superioridade moral é das coisas que me mete mais nojo. Especialmente quando é falsa e (et pour cause) cínica.

*
pra não encher o blog de gentes coisas que não prestam, mas em vez juntá-los a todos num só. E sem linque, embora desta bem me apeteça.

[doutorecos de pacotilha]

-Sim, dôtôra, não sôtôra, ó dôtôra, é sôtôra,
diz alguém, sem parar e em modo repeat, ao mesmo tempo que engonha tudo e me complica a vida ao máximo que pode.
Bastaria apenas que deixasse de (re)papaguear os salamaleques parvos e fizesse, bem e rapidamente, aquilo que tinha a fazer. Ficaríamos todos muito mais felizes.