quarta-feira, julho 13, 2005

Nostalgia


(*deve ler-se “nôstáldjia”)

Pensar em ficar dava-me dormência, torpor.
Agora, que penso em partir, não posso deixar de sentir uma nostalgia infinita, um amor das coisas que ficam.
-Raio da miúda, que só quer o que não tem!
Nada disso. Apenas não posso deixar de estar em vários sítios ao mesmo tempo, aquilo que sou não se resume ao que escolho agora.
Há sempre o que fica para trás.

Afinidades e (in)confidências


Amigo do meu amigo, meu amigo é.
Confidente do meu confidente, meu confidente é.
Às vezes apercebo-me das coisas que sei sobre pessoas que mal conheço. A partir daí imagino o que saberão elas sobre mim.

(Mas é que nem quero imaginar.)

sexta-feira, julho 08, 2005

Ligações


Por terem sido hoje actualizadas (e criadas) as secções Música e Fotografia estão em destaque (ver barra de links, à esquerda).
Estão também em mutação, não se tratando nem de longe de uma escolha exaustiva. O mesmo é dizer, é para onde me dá.
Por último, espero que gostem. Alguns do slinks são my precious, precious.

terça-feira, julho 05, 2005

Flor de Ginjas






Ou da arte de bem receber: com flores, claro está!
(A bebida só daqui a uns meses... há que esperar!)

Feeling...


My heart’s in the Highlands, my heart is not here;
My heart’s in the Highlands, a-chasing the deer;
Chasing the wild deer, and following the roe;
My heart’s in the Highlands, wherever I go.


Burns
(These days also burned)

sexta-feira, julho 01, 2005

Teaser - e a preto e branco!


(A pretexto de um post do Miguel)

A última vez que tentei scannar uma radiografia ao tórax, a coisa não me correu lá muito bem.
Mas (et pour cause) reconheço que, em especial quando aplicada ao sexo feminino, a coisa se torna num excelente teaser.
Conseguem imaginar?

Ai ai!....


Estou no club da Ingrid Bergman, na esplanada a ver estrelas cadentes, barcos a passar, o vulcão e as luzes da Calábria ao fundo!

Sms da Tita,
vindo de algures no Mediterrâneo.

Ó meus amigosssss, não havia necessidadeeeee!!!
(Invejaaaa..... :p)

quinta-feira, junho 30, 2005

Onde está o Cinderelo?




Peça "As Neferinas", pelo Grand Tour Theatre Group da ESHTE - Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.
Maio 2005


À Tita, ao Pascual, (que andam algures por aí) e Márcio (onde raio está o teu blog?), ilustres responsáveis pela coisa.
Isto de estudar para turista tem muito que se lhe diga!...

Diferença de Temperaturas


Às vezes no Verão damos por nós congelados pelas ausências.
E refrescamos.

E é pena



Triste fim, mas compreensível. Uma ideia tem a sua essência, o que vier fora delapode ser muita coisa, mas não é a ideia em si.
Resta ir vendo (até domingo) e depois...
Fica mesmo um espaço vazio.
Voltem sempre?

quarta-feira, junho 29, 2005

É o momento, estúpido!*


Há momentos que depois de acabar duram a vida inteira.


* sob a forma de acto de contrição tardio, ao som das letras de António Variações.

terça-feira, junho 28, 2005

Quixotesca




Agora é que isto dos moinhos vai começar a ser a sério!
Mi aguardem!

E quem se quiser juntar venha daí!

(At least I hope so...)

O que deve ser


Em certas mentes têm os psicólogos campo farto.
Não digo isto com menosprezo de uma parte ou outra, como vão ver – it just is.
-O que é moral e o que é social?, perguntam os primeiros.
As respostas, ordenadas, devem sempre distinguir qual a vinculação e a medida associada ao desrespeito (se é que existe alguma). E quem não as consegue distinguir?
Mentes perigosas decerto, é o primeiro pensar.
Perigosas, sim, mas de que tipo?
Aqui está. Campo farto, pasto fértil, de mentes outras.
Quem não distingue: os delinquentes, no sentido de serem quem vive à margem e fora das regras instituídas da comunidade; ou os juristas, habituados que estão a burilar as tramas e as teias do legal.
-Social? Moral? Isso não existe! O que é que diz a lei?
Campos férteis, fartos pastos.
Quando se chega a este ponto, já não falta mesmo muito para se parecer uma besta.

Estas são as mãos




Que acolhem as redes - mesmo quando estão vazias.
(Vazias: as mãos ou as redes, a falta é igual em ambas.)

Praia de Pedrógão,
Junho 2005

domingo, junho 26, 2005

Os moinhos


Os moinhos são sítios onde se vai para se ouvir "moinhar".
No moinho ouve-se as velas a ranger, a madeira a estalar e o canto do vento nos búzios.
No moinho vive o moleiro e tudo bate certo.
O moinho cheira a farinha e nele assaltam-nos memórias de infância.


(No moinho não há fotografias porque se deixou a máquina em casa, mas a lembrança folheia os álbuns de uma forma quase feroz.)

quinta-feira, junho 23, 2005

Saudades


De Lobo Antunes num jardim com pombos.
Esta manhã percebi.

quarta-feira, junho 22, 2005

Jamais será vencido!




Arte Xávega
Algures na costa portuguesa, acima da Praia de Mira.
Junho 2005


E a pena que me deu quando a rede veio quase vazia... Mais fotos em breve.
Dura luta, esta...

segunda-feira, junho 20, 2005

Silly Season


Também chega aos blogs!
Têm dúvidas?!
Verifiquem aqui, aqui e aqui!
Toca a acordar, ó pessoal!



(zZZzzzz.......)

terça-feira, junho 14, 2005

Até amanhã, Camarada...




(ou mais um passo para a queda dos mitos)

Alto de S. João




No funeral de João Amaral, o Alto de S. João tornou-se sinistro.
Nesse dia, toda a esperança acabou.
Esse foi o passo.
Agora, cada vez mais, o Alto de S. João vai-se tornando a queda da esperança.


A esperança é uma carruagem que puxa para a frente,
a realidade é uma carruagem que puxa para trás.