terça-feira, junho 28, 2005

Quixotesca




Agora é que isto dos moinhos vai começar a ser a sério!
Mi aguardem!

E quem se quiser juntar venha daí!

(At least I hope so...)

O que deve ser


Em certas mentes têm os psicólogos campo farto.
Não digo isto com menosprezo de uma parte ou outra, como vão ver – it just is.
-O que é moral e o que é social?, perguntam os primeiros.
As respostas, ordenadas, devem sempre distinguir qual a vinculação e a medida associada ao desrespeito (se é que existe alguma). E quem não as consegue distinguir?
Mentes perigosas decerto, é o primeiro pensar.
Perigosas, sim, mas de que tipo?
Aqui está. Campo farto, pasto fértil, de mentes outras.
Quem não distingue: os delinquentes, no sentido de serem quem vive à margem e fora das regras instituídas da comunidade; ou os juristas, habituados que estão a burilar as tramas e as teias do legal.
-Social? Moral? Isso não existe! O que é que diz a lei?
Campos férteis, fartos pastos.
Quando se chega a este ponto, já não falta mesmo muito para se parecer uma besta.

Estas são as mãos




Que acolhem as redes - mesmo quando estão vazias.
(Vazias: as mãos ou as redes, a falta é igual em ambas.)

Praia de Pedrógão,
Junho 2005

domingo, junho 26, 2005

Os moinhos


Os moinhos são sítios onde se vai para se ouvir "moinhar".
No moinho ouve-se as velas a ranger, a madeira a estalar e o canto do vento nos búzios.
No moinho vive o moleiro e tudo bate certo.
O moinho cheira a farinha e nele assaltam-nos memórias de infância.


(No moinho não há fotografias porque se deixou a máquina em casa, mas a lembrança folheia os álbuns de uma forma quase feroz.)

quinta-feira, junho 23, 2005

Saudades


De Lobo Antunes num jardim com pombos.
Esta manhã percebi.

quarta-feira, junho 22, 2005

Jamais será vencido!




Arte Xávega
Algures na costa portuguesa, acima da Praia de Mira.
Junho 2005


E a pena que me deu quando a rede veio quase vazia... Mais fotos em breve.
Dura luta, esta...

segunda-feira, junho 20, 2005

Silly Season


Também chega aos blogs!
Têm dúvidas?!
Verifiquem aqui, aqui e aqui!
Toca a acordar, ó pessoal!



(zZZzzzz.......)

terça-feira, junho 14, 2005

Até amanhã, Camarada...




(ou mais um passo para a queda dos mitos)

Alto de S. João




No funeral de João Amaral, o Alto de S. João tornou-se sinistro.
Nesse dia, toda a esperança acabou.
Esse foi o passo.
Agora, cada vez mais, o Alto de S. João vai-se tornando a queda da esperança.


A esperança é uma carruagem que puxa para a frente,
a realidade é uma carruagem que puxa para trás.

quinta-feira, junho 09, 2005

Arrumando a casa


Galeria de Anjos: TPB, entrada directa;

Galeria de Demónios: VM (lugar cativo).

terça-feira, junho 07, 2005

Pecado Mortal


A juntar (ou substiuir) à já extensa lista:

§ - Não acreditar.

Este sim, mata.

Prémio Novos Talentos

-De que tamanho é o páteo da tua casa?
-O suficiente para se jogar badminton!...


(E por agora é tudo.
's gettin' very cloudy in herrrre!)

quarta-feira, junho 01, 2005

O meu primeiro Quixote


Alcainça,
Maio 2005

Feliz Dia da Criança!!!

Quem com ferros mata...



A discussão sobre a Europa (leia-se referendos) vai longa e está só a começar.
Claro que a Europa nasceu com e para o mercado (por ex., a CECA).
Durante anos a fio a Europa era uma coisa que acendia discussões & questões vitais, palavras herméticas num mundo de tecnocratas. A base real?
Ainda hoje da tal Europa sabemos pouco mais do que os subsídios.
Será sustentável continuar assim? Não desde o início.
Mas os mesmos tecnocratas lembraram-se agora de perguntar aos visados - anos depois - afinal o que é que achavam.
Está à vista.
Não me choca que a resposta seja não. Não me choca que a França tenha votado pelas razões erradas, ou que a Holanda tenha apanhado a embalagem (e de agora em diante...).
O que me choca é que haja um divórcio tão grande entre as convicções (fortes) da tecnocracia e a de tantos milhões de eleitores.
Se algo está mal percebido, algo foi mal explicado.
Agora uns precisam dos outros. A resposta? Não!
O que é caso para dizer: quem com ferros mata...


Ps-obrigada aos vários & acesos comentadores do post anterior. Pela costumada ironia, saliento a do Ze Halcon, que cita "o saudoso José Cid":

Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.
Se o nosso amor findar,
Só me ouvirás cantar,
Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye,
Amore , amour, meine liebe, love of my life.


A esta juntava mais uma:

Não há estrelas no céu...

Sweet lullaby...

Laranja amarga


63%-37%

Estamos bem, estamos.
Next?

terça-feira, maio 31, 2005

Tour de France




Isto da Constituição Europeia e do referendo na França ainda me está atravessado.
Seria necessário este choque, ou os franceses votaram "não" pelas razões erradas (que neste caso, nada mais valem que uma possível explicação, porque não é sempre não)?
Um amigo em Paris, mais ou menos entendido nestas coisas, lamentava-se do egoísmo dos franceses, que seriam um país rico e mesmo assim votava não.
Eu também não percebo. Ou talvez perceba os franceses que, com ou sem egoísmo, têm todo o direito de puxar a brasa à sua sardinha - não foi para isso que nasceu a UE?

Agora temos a questão do day after - que para os franceses pode ser de somenos, mas para os portugueses talvez nem por isso...
Que vai ser desta UE? Vamos parar para repensar ou enfraquecer as ligações?
Como diria alguém, "Pobre país o nosso", ainda tão subsídio-dependente & outras coisas mais (graves)...

Enfim, mesmo sobre isto que estou a escrever tenho muitas dúvidas, mas mais ainda inquietações.
Como não percebo muito, é mais confortável (ainda que possa não ser realista) limitar-me a pensar que são tudo ondas de pessimismo para pressionar os referendos ainda por vir.

Na Holanda é já amanhã. Pelo andar da carruagem, em vez do constituinte, ainda teremos é um mega referendo desconstrutivista.

Será?

segunda-feira, maio 30, 2005

NON!


Ou a vã glória de...

...fazer pensar?

Sinais dos tempos


Hoje o Benfica deixou escapar a taça.
Finalmente Portugal apercebe-se de que a crise é mesmo a sério.

quarta-feira, maio 25, 2005

Flor de diospiro



Maio de 2005

Para o André, ao som de JSB, pois então!