quarta-feira, setembro 28, 2011

[just breathe]

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Não é que mintam; há pessoas que verdadeiramente reinventam a realidade.
[Não tenho a certeza se se apercebem.]
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no cars go

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Alguém ouviu a conversa ontem durante a minha caminhada. Foi mesmo aqui & my thoughts exactly.
As caminhadas diárias, de há quase duas semanas para cá, têm vindo a provar uma coisa: no country para andar sem carro... :s



a ideia é alargar passeios e plantar árvores entre Alcântara e o Cais do Sodré (...). "Lisboa foi sacrificada ao automóvel durante décadas", criticou Manuel Salgado, para quem é tempo de as coisas mudarem.

terça-feira, setembro 27, 2011

[may be]

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Qualquer coisa em forma de assim.
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silhuetas na retina

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E uma imensa imensa imensa nostalgia bate assim.
Do tamanho daquilo tudo.
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segunda-feira, setembro 26, 2011

Em suma



Parece-me inevitável, há que convir.
Especialmente para quem, como eu, parece padecer de adolescências tardias.
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Não é todos os dias que se joga flippers na parede do Museu do Brinquedo.
Someone is now uma criança feliz. :D
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quarta-feira, setembro 21, 2011

(já agora)

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Era só (mais) isto. 8.12.11. Obrigada....

sexta-feira, setembro 16, 2011

Porque toda a gente precisa de férias

até mesmo os caracóis. :)

Altura, Algarve
(e o país todo a apanhar sol)

Beer with a view


Beer with a view, originally uploaded by A Outra Voz.

over Lisbon.

Há muito muito tempo atrás, numa galáxia distante. :)

coisas a fazer

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Acabei de escrever numa to do list:
"Telefonar ao X - testes de paternidade".
Não fosse o post anterior...
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quinta-feira, setembro 15, 2011

processo revolucionário em curso

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Agora é que vai ser.
Tantos filhos de pais não assumidos que vão agora poder estabelecer a paternidade, com direitos quanto às heranças e tudo.
Se pensarmos nos frequentes "filhos das criadas"... só da minha parte já conheço um que vai usar isto.
Tantos anos depois, uma verdadeira revolução.



O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) declarou “inconstitucional” o artigo do Código Civil que impõe um limite temporal ao direito de alguém ver reconhecida a sua paternidade.
Em causa está a norma (...) segundo a qual “a acção de investigação da maternidade [e paternidade] só pode ser proposta durante a menoridade do investigante ou nos dez anos posteriores à sua maioridade ou emancipação”.
No caso em apreço, tendo a investigante 62 anos, há muito que este prazo expirou.
O STJ declarou “inconstitucional” a referida norma do Código Civil e ordenou o prosseguimento do processo de investigação.

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quarta-feira, setembro 14, 2011

Lisbeth Salander me

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O Estado português deixou finalmente de tentar esmagar-me.
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terça-feira, setembro 13, 2011

segunda-feira, setembro 12, 2011

:)

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Há dias assim.
Estendem-se no espaço e no tempo e não se sabe muito bem onde começam e onde e se acabam. É só um continuum e uma sensação muito boa feita de tantas coisas dentro.
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sexta-feira, setembro 09, 2011

Bom senso

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Dizer, por exemplo, Não, obrigada, ainda tenho tanta coisa para ler a encomendas de livros directamente de Londres. A isto talvez se chame juízo.
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É engraçado fazer (algumas) coisas com a sensação de ser a última vez. Às vezes não é (às vezes já foi e nem nos demos conta) mas é curioso pensar que podem não se repetir. Especialmente quando nada ou muito pouco há a sentir quanto a isso.
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quinta-feira, setembro 08, 2011

# things i don't miss

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Por exemplo(S)....

[pensamento de quem já não está em modo férias]

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E quando é que acabo a trilogia Milénio? Gggrrrrrr!
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terça-feira, setembro 06, 2011

sos

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Depois da(s) enxaqueca(s) mais violenta(s) de sempre, em que ponderei entregar cegamente o meu corpo à ciência, surge finalmente um dia com um lampejo de normalidade. Um dia em que posso fazer as coisas não proibidas: ler, estar no computador e escrever - uma festa.
Sinto-me, porém, a pisar uma fina camada de gelo.
Nunca sei quando isto pode acabar e a hipótese de me entregar à ciência vai ganhando cada vez mais peso.
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segunda-feira, setembro 05, 2011

apelo à navegação: trilogia milénio - 3

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Sou só eu, ou este é mais fraco que os anteriores?
Ok, reconheço: o 1.º foi a surpresa total e, não fossem os desenhos dos livros, nem sabia quais as personagens centrais da trama;
O 2.º foi a novidade no tema e fica mesmo uma grande confusão at some point;
O 3.º... parece que não ata nem desata em torno dos meandros do processo judicial.
Reconheço também que, by now, as manhas do escritor já vão ficando mais a nu e o efeito surpresa já se esbateu. Mas mesmo assim... acho o livro mais fraco.
Ou sou só eu?
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sexta-feira, setembro 02, 2011

da purificação

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Então aqui vai a colecção, completa, antes que me esqueça:

2.ª Parte
Os homens que odeiam as mulheres - Stieg Larsson
A sombra do vento - Carlos Ruiz Zafón
Na linha da Frente - Lawrence Block
O Ladrão que Estudava Espinosa - Lawrence Block
Os Ladrões Não Podem Escolher - Lawrence Block
La princesa de hielo - Camilla Läckberg (em stand by)
A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo - Stieg Larsson
(intervalado com A menina que brincava com fogo - Stieg Larsson)

1.ª Parte
Na próxima semana, talvez - Alberto Nessi
A cidade de Ulisses - Teolinda Gersão
Uma punhalada no escuro - Lawrence Block
Tóquio, ano zero - David Peace (até às 200 págs)
Crónicas com fundo de guerra - Pepetela (quase conta)
Somos o esquecimento que seremos - Héctor Abad Faciolince

Now playing:
Empire in denial - David Chandler
A rainha do castelo de ar - Stieg Larsson

E é provável que me esteja a esquecer de mais alguns.
Alguns têm uma explicação, alguns nomes repetidos também, que frequentemente tem que ver com "o stock existente" ou o que se consegue ler apenas no curto prazo, deixando os de longo prazo para depois. Dada a elevada presença de policiais e quejandos, isso creio que se explica com as companhias, e já servindo alguns dos policiais para intervalar ou digerir outros ainda mais negros (Stieg, Stieg).
De qualquer forma, há muito que não lia assim e foi mesmo oportuno ter redescoberto esta arte já um pouco esquecida.
Ontem acabei o segundo Stieg (btw, aquele final não se faz), comecei o David Chandler (trabalho oblige) e o terceiro e final do Stieg também está simultaneamente à espera, agora com sotaque e tudo.

De resto, entre as novas aquisições e os que aguardam ainda (incluindo o novo do Eco, em versão original com bonecos e tudo), uma longa pilha espera ainda por mim.
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