Na Gulbenkian até domingo.
Eu cá bisei. Numa "guiando" a visita, noutra em visita guiada. Para além de a Gulbenkian ser aquele lugar, esta exposição vale mesmo muito a pena.
Especialmente porque gira em torno de Pessoa, especialmente quando se está a (re)ler, com afinco e paixão, O Ano da Morte de Ricardo Reis.
By the way, o livro acabou ontem. Já sabia que era frio e triste, o final deixou-me petrificada.
Busca-se agora nova leitura. Provavelmente, A Viagem do Elefante. (God, como é bom voltar aos grandes livros??? O que é certo é que não sentia nada disto há muito tempo!)
Pelo meio, e a continuar:
- mais poesia de Ricardo Reis;
- o catálogo da Weltliteratur (que não cheguei a trazer);
- "Notas para Recordação do Meu Mestre Caeiro" (já está encomendado, mas demora); e
- O Livro do Desassossego (para ler devagar, porque deve fazer muito mal, e sublinhar).
Pelo meio ideias, coisas soltas:
Porque é que não faço mais coisas com a literatura? Não há mesmo como "fugir" a uma paixão!
Porque não juntar-lhe a fotografia? Este sim, seria um grande desafio. O Livro do Desassossego parece ser bom para isso.
(Quase salto da cadeira a perguntar-me onde poderei ir comprar livros a esta hora. Há que esperar - em muitos sentidos.)
No entretanto, estou sem nada para ler. Uma pena, há que convir.
(Imagem daqui)















