-Quem é que fez esta lei, digam-me! Mas quem é que fez esta lei?!
Perguntava, do alto da tribuna, o Sócrates. (A lei tinha sido aprovada no governo do PSD, óbvio.)
Fez-me lembrar a escola primária:
-Quem foi, quem fez isto? Ou o culpado se acusa ou ficam todos de castigo até o culpado aparecer!
Os dias de debate mensal são sempre dias com muito humor. À falta de mais, servem pra isto.
***
Veio mais uma:
-Ó Sr. Deputado, há fotografias disso! Do Sr. Deputado no Poceirão!
Bombo da festa: Marques Mendes, pra não variar!!! lol Isto é muito bom!! lol
quinta-feira, maio 31, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
exactamente!
vontade de roubar o título e algo mais, invadiu-me uma certa nostalgia.
(qualquer dia vou arranjar uma campainha, a ver se por fim se ouve)
(qualquer dia vou arranjar uma campainha, a ver se por fim se ouve)
mais depressa do que eu pensava
Se há um ataque, normalmente há uma defesa. Se o ataque é maior que a defesa, a defesa ressente-se.E depois há os "mais" factores associados.
Resultado: hoje estou doentinha.
T., eu não te dizia?
Como diria o outro, "tão natural como a sua sede". Que porcaria... :s
Deslarguem-me, bichos feios (& maus!)!!! :s
yahoooooo!!! (mail)
Eu sabia que havia uma boa razão para nunca ter mudado de mailbox, e de me ter mantido fiel à primeirinha, que já tenho há dez anos (incrível, mas verdade). Para além de a versão beta já se parecer muito com o outlook, mas com navegação mais fácil, o Yahoo mail agora passou a não ter limite de armazenamento. Gmail toma embrulha, vai buscar... ;)

I knew there was a good reason to keep my fidelity to yahoo mail, since ten years ago. Besides the fact that yahoo beta looks like Outlook (but easier), Yahoo mail now has ilimited storage. Gmail, go and get it!

terça-feira, maio 29, 2007
A minha estrela berlinense
:) Os mails da Marianne chegam sempre no momento certo.
:) Que saudades...
Marianne's mails always come in the right time.
I really missed her (and wonderful Berlin...).
:) Que saudades...
Marianne's mails always come in the right time.
I really missed her (and wonderful Berlin...).
Ou ou
Das duas uma: ou eu tenho um sentido muito invertido das prioridades, ou definitivamente c'è qualcosa che non va.
Ma non va proprio.
Ma non va proprio.
segunda-feira, maio 28, 2007
Declination*
Boring
Bored
Boredom
But learning, I guess.
*dec·li·na·tion (dkl-nshn)
n.
1. A sloping or bending downward.
2. A falling off, especially from prosperity or vigor; a decline.
3. A deviation, as from a specific direction or standard.
4. A refusal to accept.
Bored
Boredom
But learning, I guess.
*dec·li·na·tion (dkl-nshn)
n.
1. A sloping or bending downward.
2. A falling off, especially from prosperity or vigor; a decline.
3. A deviation, as from a specific direction or standard.
4. A refusal to accept.
domingo, maio 27, 2007
Boas vindas
O filarmónico é um amigo
sexta-feira, maio 25, 2007
Update - the Olive has grown!
Lessons learned - Maquiavel's style
Aprendi que:
-O silêncio, especialmente se prolongado, pode ser a melhor forma de lidar com um (potencial) conflito;
-Gosto de ter tido uma coisa difícil para fazer e de a conseguir ter feito;
-O silêncio pode ser uma forma de estar e não há mal nenhum nisso.
A perceber:
-porque é que a proximidade física pode ser só isso mesmo?? Que estranho... mas paciência!
Retórica:
-Eu tenho mesmo mau feitio, não tenho? Sim!
-Há quem me ache muito presumida, não há? Sim! E se calhar sou mesmo... Mas há dias em que realmente pareço não gostar de nada (ou só gosto das coisas que eu cá sei).
-Silence, specially if lasting, can be the best way o deling with an (emerging) conflict;
-I like when I had a difficult thing to do and I managed to do it;
-Silence can be a way of being and there's nothing wrong about it.
To be understood:
-Why does physical proximity has to be nothing more than that? Whatever!
Rethorics:
-I have a really bad temper, don't I? Yes!
-Some people think I'm very narcissist, don't they? Yes! And perhaps I am indeed... But there are days I really don't like anything (or just the ones I know).
That's it.
-O silêncio, especialmente se prolongado, pode ser a melhor forma de lidar com um (potencial) conflito;
-Gosto de ter tido uma coisa difícil para fazer e de a conseguir ter feito;
-O silêncio pode ser uma forma de estar e não há mal nenhum nisso.
A perceber:
-porque é que a proximidade física pode ser só isso mesmo?? Que estranho... mas paciência!
Retórica:
-Eu tenho mesmo mau feitio, não tenho? Sim!
-Há quem me ache muito presumida, não há? Sim! E se calhar sou mesmo... Mas há dias em que realmente pareço não gostar de nada (ou só gosto das coisas que eu cá sei).
***
I learned that:-Silence, specially if lasting, can be the best way o deling with an (emerging) conflict;
-I like when I had a difficult thing to do and I managed to do it;
-Silence can be a way of being and there's nothing wrong about it.
To be understood:
-Why does physical proximity has to be nothing more than that? Whatever!
Rethorics:
-I have a really bad temper, don't I? Yes!
-Some people think I'm very narcissist, don't they? Yes! And perhaps I am indeed... But there are days I really don't like anything (or just the ones I know).
That's it.
quinta-feira, maio 24, 2007
O que foi o 25 de Abril?
Hoje fui a uma sessão de poesia da Comuna, com poemas relacionados com o 25 de Abril. Foi lindíssimo.
A certa altura comecei a achar que não devia ter ido. A certa altura assaltou-me o sentimento - que tenho muitas vezes em situações do género - que há coisas que começam a parecer um arquivo. Esta é uma delas.
Ouço os poemas e as variações. Sente-se a revolta contra um país amorfo, triste e pobre (antes da revolução), sente-se a euforia da revolução, o poema da Sophia sobre "o dia inicial, inteiro e limpo", e o "tudo o que temos pra nos dar" do José Mário Branco.
E que foi isso?
A geração que fez o 25 de Abril (e, de certa forma, que inveja eu tenho dela por ter podido viver aquilo) sonha e revive a emoção que deve ter sido.
Mas e eu?
Eu olho à volta e Abril está todo por cumprir.
Olho em volta e quem vejo (em lugares que se vêem) são cinzentos "extremistas de centro" (como parodiavam os Gato Fedorento), e toda a gente continua mais ou menos amorfa, mais ou menos cinzenta, a ignorar que Abril alguma vez existiu.
Escrevo isto auto-recriminando-me por uma certa injustiça e ingratidão. Não acuso ninguém. Não houvesse ninguém mais e eu continuaria a sentir isto, sentir que ver as coisas como arquivo não faz justiça a quem as fez, não faz justiça àquilo que se queria que tivessem sido.
Abril continua praticamente todo por cumprir, e ainda bem que a sessão de poesia só aflorou ao de leve o sentimento de frustração que se sentiu logo a seguir. De ter tido a liberdade, o sonho nas mãos e os ter deixado escapar.
Eu ainda gostava de saber onde é que ele está.
(Ponderei antes de escrever, de publicar. Não quero ofender ninguém (muito menos uma amiga de quem gosto muito, e que se pode sentir visada, mas sem razão), mas não posso calar se é isto que sinto.)
A certa altura comecei a achar que não devia ter ido. A certa altura assaltou-me o sentimento - que tenho muitas vezes em situações do género - que há coisas que começam a parecer um arquivo. Esta é uma delas.
Ouço os poemas e as variações. Sente-se a revolta contra um país amorfo, triste e pobre (antes da revolução), sente-se a euforia da revolução, o poema da Sophia sobre "o dia inicial, inteiro e limpo", e o "tudo o que temos pra nos dar" do José Mário Branco.
E que foi isso?
A geração que fez o 25 de Abril (e, de certa forma, que inveja eu tenho dela por ter podido viver aquilo) sonha e revive a emoção que deve ter sido.
Mas e eu?
Eu olho à volta e Abril está todo por cumprir.
Olho em volta e quem vejo (em lugares que se vêem) são cinzentos "extremistas de centro" (como parodiavam os Gato Fedorento), e toda a gente continua mais ou menos amorfa, mais ou menos cinzenta, a ignorar que Abril alguma vez existiu.
Escrevo isto auto-recriminando-me por uma certa injustiça e ingratidão. Não acuso ninguém. Não houvesse ninguém mais e eu continuaria a sentir isto, sentir que ver as coisas como arquivo não faz justiça a quem as fez, não faz justiça àquilo que se queria que tivessem sido.
Abril continua praticamente todo por cumprir, e ainda bem que a sessão de poesia só aflorou ao de leve o sentimento de frustração que se sentiu logo a seguir. De ter tido a liberdade, o sonho nas mãos e os ter deixado escapar.
Eu ainda gostava de saber onde é que ele está.
(Ponderei antes de escrever, de publicar. Não quero ofender ninguém (muito menos uma amiga de quem gosto muito, e que se pode sentir visada, mas sem razão), mas não posso calar se é isto que sinto.)
terça-feira, maio 22, 2007
segunda-feira, maio 21, 2007
Não há volta a dar
Va, pensiero...
Va', pensiero, sull'ali dorate
Va', ti posa sui clivi, sui colli,
Ove olezzano tepide e molli
L'aure dolci del suolo natal!
(...)
Oh, mia patria, sì bella e perduta!
Oh, membranza sì cara e fatal! (...)
Opera Nabucco, Verdi
Dar aulas de música tem disto: coisas destas trazidas pelas mãos da aluna (a minha mãe, no caso ;)).
Va', ti posa sui clivi, sui colli,
Ove olezzano tepide e molli
L'aure dolci del suolo natal!
(...)
Oh, mia patria, sì bella e perduta!
Oh, membranza sì cara e fatal! (...)
Opera Nabucco, Verdi
Dar aulas de música tem disto: coisas destas trazidas pelas mãos da aluna (a minha mãe, no caso ;)).
Va, pensiero
é qualquer coisa fora e acima deste mundo,
assim mais ou menos pendurada a meio caminho entre o céu e a terra
[...] a gente italiana é, entre todas, a mais bonita e a mais simpática,
a mais humana de todas, a mais alegre.
(João Guimarães Rosa, Carta aos pais. Paris, 3.9.1950 - daqui).
Não veio da Tita este postal, mas podia ter vindo. Veio, talvez, do meu imaginar e do saber como a Itália é. Assim (piu o meno! :p).
domingo, maio 20, 2007
Num país onde isto acontece, eu tenho vergonha de viver
"Apesar dos insistentes pedidos dos pais para uma mudança de turma
Violência de colegas obriga criança com cancro a deixar a escola"
E nem sei por onde comentar. Dos miúdos aos graúdos, uma violência, crueldade e falta de senso total. Ontem estive mais do que irritada, vou tentar esquecer que algum dia li isto.
Violência de colegas obriga criança com cancro a deixar a escola"
E nem sei por onde comentar. Dos miúdos aos graúdos, uma violência, crueldade e falta de senso total. Ontem estive mais do que irritada, vou tentar esquecer que algum dia li isto.
A lei da rolha, no país do futebol
Há combinações letais. Por exemplo, ter saído uma notícia destas logo no fim de semana em que esteve mau tempo:
"Professor de Inglês suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates"
210 comentários no Público. Restaria acrescentar:
Que fez este professor de errado, se até o Ministro Mário Lino troçou do Sócrates, e em funções oficiais?
Ou será que o professor era de inglês técnico?
"Professor de Inglês suspenso de funções por ter comentado licenciatura de Sócrates"
210 comentários no Público. Restaria acrescentar:
Que fez este professor de errado, se até o Ministro Mário Lino troçou do Sócrates, e em funções oficiais?
Ou será que o professor era de inglês técnico?
quinta-feira, maio 17, 2007
quarta-feira, maio 16, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Magistral
Às vezes temos umas audácias que não merecemos. São as verdadeiras. Essa audácia deixou-me isolado. Ora, a gente precisa de um lugar na caravana da vida, em suma, de uma família. A minha família era essa gente e, com “Heterodoxia”, fiquei só. Já me tinha afastado do catolicismo canónico, do CADC, e agora afastava-me dos outros. E ainda por cima tinha ido para o estrangeiro.
Eduardo Lourenço, Público
Eduardo Lourenço, Público
Lucidez

Muita, toda, total, aqui.
Eduardo Lourenço para ver e ouvir, numa
De abrir os olhos e não os querer voltar a fechar.
A história de Portugal é, de facto, singular. Os portugueses foram para todo o lado, mas nunca saíram, levaram a casinha com eles. Fizeram a mesma coisa na Europa. Salvo uma elite, que se preocupava com o que se passava lá fora – e imitava ou recusava –, a todos os outros foi a Europa que lhes chegou: veio por aí abaixo com os caminhos-de-ferro.
Veja-se que o TGV francês já vai em 582 km/hora e o nosso ainda não saiu na estação. E até se percebe que o Governo hesite nestas opções, porque se calhar não há sequer gente que chegue para ir a Madrid.
A geração de 70 foi a primeira a dar-se conta de que, com o Sud-Express, a Europa lhe tinha chegado. Primeiro veio o Napoleão, depois algumas ideias e livros, e finalmente a Europa entrou materialmente por aqui dentro, como aconteceu em Espanha.
sexta-feira, maio 11, 2007
terça-feira, maio 08, 2007
O poder está na rua!
Inventário de coisas inúteis II
Inventário de coisas inúteis para trazer na mala:
-uma caixa de óculos de sol -especialmente quando os óculos ficaram em casa;
-pacotes de cromos do Bob, o Construtor, que já deviam ter sido entregues ao destinatário há semanas...
(o resto não consegui deslindar...)
-uma caixa de óculos de sol -especialmente quando os óculos ficaram em casa;
-pacotes de cromos do Bob, o Construtor, que já deviam ter sido entregues ao destinatário há semanas...
(o resto não consegui deslindar...)
segunda-feira, maio 07, 2007
O primeiro amor
O primeiro amor às vezes é uma porcaria (há que dizer). Quer pela pressa da coisa, pela inexperiência, ou ignorância de requisitos, a coisa resulta mal. Pode, depois, dizer-se com nostalgia que apesar de tudo foi o início - tretas!
Eu não me queixo. Treinada de observar, sabia mais ou menos que o grau de exigência só podia ser elevado. Nada de conversas fáceis, tão pouco a aparência importava. Escolhi, escolhi, de certa forma também fui um pouco escolhida, mas acertei (ainda que me tenha feito gastar um dinheirão, já na altura).
Hoje chego à conclusão de que a escolha foi perfeita.
Sobretudo porque -e ainda hoje!- me deixa mexer-lhe como quero e fazer todas aquelas coisas que as outras não deixam.
Agora que voltámos a fazer as pazes, tinha de dizer-lhe isto.
Eu não me queixo. Treinada de observar, sabia mais ou menos que o grau de exigência só podia ser elevado. Nada de conversas fáceis, tão pouco a aparência importava. Escolhi, escolhi, de certa forma também fui um pouco escolhida, mas acertei (ainda que me tenha feito gastar um dinheirão, já na altura).
Hoje chego à conclusão de que a escolha foi perfeita.
Sobretudo porque -e ainda hoje!- me deixa mexer-lhe como quero e fazer todas aquelas coisas que as outras não deixam.
Agora que voltámos a fazer as pazes, tinha de dizer-lhe isto.
sexta-feira, maio 04, 2007
Mirror, mirror - and then again...
Estar de fora pode ser a melhor perspectiva para ver as coisas por dentro.
Going outside could be the best way of seeing things inside.
Going outside could be the best way of seeing things inside.
quinta-feira, maio 03, 2007
Tic tic tac tac
É oficial.Tenho de me organizar melhor, tenho de gerir melhor o meu tempo.
Ando sempre em fuga, não faço o que quero, não vejo quem quero, quem devo (dos deveres da amizade).
E não sei bem que fazer...
***
It's official.I have to organise myself better, I have to manage my time.
I'm always running, never do what I want, never see who I want, who I must (friendships musts).
And I don't know exactly what to do...
C'um camandro, vai buscar!
Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condena Polónia por discriminação de homossexuais
A Polónia foi condenada hoje pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, por ter proibido um desfile homossexual em 2005, em Varsóvia, argumentando com pretextos falaciosos, assim classificados pelo tribunal.
Em Junho de 2005 o presidente da Câmara de Varsóvia recusou o pedido apresentado por cinco cidadãos para organizar um desfile que tinha como objectivo protestar contra a discriminação das minorias, das mulheres e dos deficientes.
Em declarações à imprensa, na altura, o responsável da cidade afirmou que nunca autorizaria um evento daqueles, naquelas circunstâncias, "que fizesse propaganda à homossexualidade".
É caso pra dizer: C'um camandro, vai buscar!!!
Esperemos agora que possa influenciar a organização do desfile deste ano - que me parece não estar fácil...
A Polónia foi condenada hoje pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, por ter proibido um desfile homossexual em 2005, em Varsóvia, argumentando com pretextos falaciosos, assim classificados pelo tribunal.
Em Junho de 2005 o presidente da Câmara de Varsóvia recusou o pedido apresentado por cinco cidadãos para organizar um desfile que tinha como objectivo protestar contra a discriminação das minorias, das mulheres e dos deficientes.
Em declarações à imprensa, na altura, o responsável da cidade afirmou que nunca autorizaria um evento daqueles, naquelas circunstâncias, "que fizesse propaganda à homossexualidade".
É caso pra dizer: C'um camandro, vai buscar!!!
Esperemos agora que possa influenciar a organização do desfile deste ano - que me parece não estar fácil...
quarta-feira, maio 02, 2007
A celebration
Amanhã, provavelmente, iremos a Stromboli, uma das nove Eoli isole, e que possui um vulcão ainda activo. (Agora somos grandes amigos dos vulcões, depois de hoje termos avistado o Etna sob um manto de nuvens.)
(Dos arquivos)
Porque há coisas que devem ser celebradas, mesmo que não haja (mais) uma razão para isso.
Ps-quem disse que fazer arrumações não traz vantagens?? ;)
(Dos arquivos)
Porque há coisas que devem ser celebradas, mesmo que não haja (mais) uma razão para isso.
Ps-quem disse que fazer arrumações não traz vantagens?? ;)
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